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quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

O ano novo e o mito de Procusto





... Visitando a mitologia, podemos perceber que já passou da hora de acordarmos o Teseu das mudanças para dar o necessário destino ao anacrônico Procusto que retarda, a realização de anos realmente novos e verdadeiramente felizes. Se assim o queremos, não podemos nos conformar, nem acomodar como Atena...


Antonio Pereira Apon.


Teseu e Procusto.


Queremos um feliz ano novo? Mas como? … Insistimos em paparicar, mimar nosso infeliz homem velho, ególatra e egocêntrico, seus velhos conceitos e preconceitos de estimação: Seguimos medindo os outros por nossa medida, formatando “verdades” conforme nossos mais personalíssimos parâmetros, abusando da cartilha do eu mesmo, para nortear tudo e todos. Abominamos a diversidade, execramos os discordantes, rivalizamos com quem não espelhe nosso Narciso. Temos nos tornado irritadiços e intolerantes, assumindo posturas extremadas, fugindo de um ideal ponto de equilíbrio, deliberadamente, sonegando oportunidades ao discernimento.


Visitando a mitologia, podemos perceber que já passou da hora de acordarmos o Teseu das mudanças para dar o necessário destino ao anacrônico Procusto que retarda, a realização de anos realmente novos e verdadeiramente felizes. Se assim o queremos, não podemos nos conformar, nem acomodar como Atena, ante um terrível gigante que inviabiliza uma interação plural, saudável e construtiva entre nós seres humanos. Vejamos:


Na Serra de Elêusis, vivia Procusto, um gigante criminoso. Ele convidava os viajantes a pernoitarem em sua casa, oferecendo-lhes a própria cama que tinha seu tamanho exato. Quando o convidado adormecia, o bandido o amarrava e, se o infeliz fosse maior que o leito, ele amputava o “excesso” para adequá-lo ao tamanho da cama; sendo o sujeito mais baixo, era esticado até caber direitinho. Porém, ninguém se ajustava exatamente ao comprimento da cama. O facínora, alternava entre duas camas de tamanhos diferentes conforme a estatura da vítima.


Incomodada com as súplicas dos desgraçados, Atena, deusa da sabedoria, interpela o bandido, tentando convencê-lo a parar com aquilo. Mas estaca ante o esdrúxulo desargumento, de que aquela cama fazia justiça extinguindo as diferenças entre os homens. Interpretando o silêncio da deusa como uma suposta aprovação, o marginal persiste em sua perversa sociopatia, até que Teseu o procura. Pensando tratar-se de uma visita amistosa; Procusto tenta o convencer de seus “justos propósitos”. Contudo, Teseu argumenta da descabida injustiça de intentar forçosa, desumana e artificialmente, igualar pessoas naturalmente diferentes. Cada um tem o direito de ser como é, o que precisa ser respeitado.


Capturado pelo herói ateniense, o monstro foi preso, atravessado em sua própria cama, tendo cabeça e pés cortados, provando enfim do seu próprio veneno.


Pois é… Um ano novo de verdade, precisa de mentalidade renovada. Não dá para improvisar nem rogar aos céus, o mundo é o que fazemos ser, a humanidade é o que somos. Teseu ou Procusto?


Feliz ano novo?!


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16 comentários:

  1. Excelente texto histórico-filosófico! Deixa um exercício mental de difícil solução: - afinal o que queremos mesmo?
    Abraço

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    1. Um real ano novo, pede renovado pensar, sentir e agir. Enquanto teimamos em preservar velhos costumes...

      Um abração e bom fim de semana.

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  2. Já nos estás desejando Feliz Ano Novo? Para ti, também, mas ainda nos falamos antes, creio e ainda temos o Natal, primeiro, garoto!

    Pois é, António, teus textos me ensinam tanto e me fazem refletir, até! Agora, quero te contar um segredinho. Prometes que não o contarás a ninguém, a nenhum dos teus comentaristas? Está bem, então, palavra de escuteiro, não é? Olha, querido, eu gostaria de ser um pouquinho mais alta. É que com 1,55m eu não chego, por exemplo, aos armários, já pra não falar em "homi" com 1,75m (se essa é a tua altura, pronto, já não te posso dar um abraço - risos).

    Verdade mesmo e agora falando sério é que cada um tem de se aceitar e ser aceite, tal como é, com suas próprias medidas.

    Evidente que sou toda por Teseu e por Atena, que coitadinha, estava com medo de se voltar a exprimir.

    Estou trabalhando um poema de Alberto Caeiro para postar no próximo fim de semana, se eu conseguir fazer algo que valha a pena. É que Pessoa, é Pessoa!

    Tua filhota? Já lhe compraste um presentinho? Como vão os estudos dela? Beijinho para ela.

    Ano Novo, Vida Nova! Já sei, vais enviar beijinho para as tuas comentaristas (risos).

    Bom fim de semana et bisous (J' adore français)!

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    1. Vou publicando, não espero pela data. Quando chega mais perto, o povo por cá, já não lê quase mais nada. Todo mundo ocupado e preocupado com as festas.

      Em verdade eu também tenho aprendido, descoberto muita coisa revirando o baú da mitologia. Como não podia deixar de ser, tem aquele ditado que diz: "Tamanho não é documento" e outro, "Os menores frascos, guardam os melhores perfumes". De fato, cada um deve e precisa se aceitar e aceitar os outros como são ou podem ser.

      Pessoa é Pessoa e CÉU é CÉU. Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa. Cada qual com seu valor. Já está quase pronto meu post pós réveillon, devo postar em 02 de janeiro, trata da inveja e a "Espada de Dâmocles", Mas ainda devo postar algo antes.

      Presentes ainda nada. Ela deve terminar o curso no fim de 2017.

      No meado da semana de natal, estarei visitando os blogs para deixar meus votos e felicitações.

      Purtugues nozes já sabe. Mas, flanceis e ingreis, inda vamo aprendê. Kkkkkkkkkkk...

      Abraçãozinho, do alto dos meus 1.76m. Bom resto de domingo e uma boa semana.

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  3. Por aí e por quase todo o lugar, embora, creia, que em Alepo, "a folia das compras", seja outra, diferente entendes, o pessoal anda todo louco para comprar, comprar e se empanturrar. Que Deus perdoe, aquilo que penso e escrevo, mas que é verdade.

    Ah, meu lindo Tonico (esse ano, minhas vistas foram revistas), esse ditado que diz: "Os menores frascos, guardam os melhores perfumes", me cheirou e me "soube" tão bem, que até "babei" -risos. Se foi indireta para mim, eu adoreiiiiiii!

    Pois, tens toda a razão: cada qual no seu lugarzinho, com suas capacidades, virtudes e defeitos, medidas, resumindo!

    Que curso está tua filha quase terminado (como sou "abelhuda")? Para além dos conhecimentos, que ele já tem e que tem estado a consolidar, queira Deus que ela arranje emprego compatível.

    Ainda não comprei nem um presentinho, também, mas eu não ligo nada a essas coisas. Gosto de presentes, sim, mas não é preciso data específica.

    Ah! Ah! Eu entendo muito bem o linguarejar dos brasileiros, e o teu, melhor que todos. Tu "escreveste" o seguinte: Eu NÃO gosto nadica, nadica de você, tanto faz ser aqui, como na França ou na Inglaterra (risos). Acertei? Eu sabia, mas eu te vou dar o troco!

    "Português, nós sabemos, mas francês e inglês, ainda vamos aprender". E ainda vão muito a tempo, acrescento eu.

    Bem, já que você "não" gosta nadica de mim, inté 2017, lá pra maio, mês das flores (risos).

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    1. Enquanto uns sofrem, outros festejam. Mas, cada qual no seu cada qual. Um dia quem sabe, teremos uma humanidade mais igual e sensata.

      Eu sabia que irias gostar do ditado e se enquadrar nele. Kkkk...

      Medicina veterinária, é o curso. Espero que ela consiga, apesar desse país maltratar o bicho homem e mais ainda os outros animais.

      Sua tradução do "brasilianês popular" está equivocada. Até por que, não dou trela para pessoas que não gosto.

      Um abraçãozinho e até breve.

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  4. Tu escreveste: "do alto dos meus 1.76m? Ah, nem tinha interiorizado ainda. Bem, só pode ser uma de duas, ou seja, eu coloco um escadote pra te dar um abraço, ou então, eu estendo minha mão para tu beijares ou vice-versa. O que preferes?

    É verdade, mas acredito, PIAMENTE, que um dia o mundo será harmonioso e bom. Aguardamos todos uma NOVA TERRA!

    Claro que adorei o ditado. Eu, bem pequenininha, moreninha, olhar bem "matador", ser "vítima" de tão preciosa metáfora! Obrigada, "minino" lindo!

    Medicina Veterinária é um curso tão completo, quanto Medicina, porque os animais têm as mesmas doenças que nós, só que não se sabem queixar, não sabem falar, melhor dizendo. Tens animais em casa?
    Ah, me diga que sim, porque eu adoro gatos (não é desses, embora também goste muitooooo desses, mas falo dos de quatro patas).

    Não está nada equivocada, Toninho! Eu sei muito bem "TRADUZIR" vosso linguarejar.

    Ah, dar trela! Então, me consideras uma gata, concluo. Pronto, "quirido" eu já li o resto da frase: para pessoas de que não gostas. Pois, então, não sei "entender" o contexto da frase. Me ensine, Professor, por favor - risos)!

    Vamos acabar o "namoro" até Maio, então. De acordo?

    Beijinho e boa semana.

    PS: se Deus quiser, penso postar na 6ª feira ou no final de semana. O poema está a meio. Eu te quero logo, logo lá. TÁ? "Frase imperativa"!

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    1. No mundo virtual não temos estatura física, altos, medianos e baixos se entendem.

      Com certeza, ainda teremos uma humanidade melhor fazendo um mundo melhor.

      Me desculpe, mas eu detesto gato, não sei por que, mas não quero conta com felinos. Aqui tenho uma cadelinha shih-tzu, me arrumaram uma sem raça definida que largaram aqui na porta e tem também um papagaio.

      Não dar trela é não dar conversa, atenção.

      Amizade não tem recesso, férias nem pausa.

      Lerei e comentarei com a maior brevidade possível.

      Abraçãozinho. Semana boa.

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  5. Vou já dormir, mas você não me "larga", que posso fazer (risos)?

    Ah, quer dizer que no mundo real, existem. Ok. Eu coloco escadote, pas de problèmes!

    Desculpa, mas não gosto nada de cão/cachorro. É só "bajulação". Os gatos, os felinos são doces, independentes, muito inteligentes e nos aquecem os pés.
    Papagaio! Ah, que coisa fantástica! Ele não diz palavrão? É colorido e divertido?

    Não sabia, Professor, que não dar trela, era não dar conversa (risos). Pensava eu, que se não davas trela, então é porque a gata estava juntinho de você e não precisava de trela (que voltas estou eu dando, para animar a minha imaginação).

    Amizade tem tudo, portanto, tenho direito a férias.
    Amor é que não tem férias, fim de semana, feriados, "liberdade", ou melhor, tem, mas é condicionada, mas isso é entre ti e tua amada (risos).

    Acho bem, caso não, vou à Bahia para "ralhar" contigo, melhor, terminar nossa "relação" (rs).

    Agora me diz, por favor, se tens algum comentador ou comentadora como eu, desse jeito?

    Ergo minha mão para o Sr. Professor oscular.

    Boa semana e vê se não anda sempre pegando no meu pé, quer dizer, na minha mão (risos).

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    1. Não coloque palavras em meus dedos. Não foi isso que eu disse/escrevi. "Tamanho não é documento", já diz outro dito popular.

      Gatos... Tô fora! O papagaio pedia café e assoviava, depois ficou preguiçoso e agora só grita. Ele é verde com detalhes azuis, amarelos e vermelhos.

      São as diferenças entre o português de Portugal e o do Brasil... Kkkkkk...

      Não, não há comentador igual. Só você debate, interage, conversa, transforma o espaço de comentários num verdadeiro bate-papo. Nossa amiga Helena até já comentou sobre isso...

      Você comenta, eu respondo. Assim, comentário vai, comentário vem... Não tenho culpa.

      abraçãozinho. Boa semana.

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  6. Ah, riso, aqui rendeu um bom diálogo!
    Pois é meu amigo poeta, claro que Teseu tem toda razão, amei ler aqui, bem sabes que adoro mitologia, na escola eu era a que mais lia e sabia interpretar, depois de algum tempo isso se tornou um prazer, transformar em poemas, a vida é assim, tudo tem de ser visto com um certo senso poético para não nos endurecermos!
    Amei ler aqui como sempre!
    Deixo abraços apertados!

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    1. Pois é... A conversa vai longe... Rs rs rs... Tens razão, emprestar poesia às lições da vida, é um bom caminho para desendurecer um pouco a realidade e a mitologia, se presta bem a isso. Tenho postado uma série inspirada nos mitos, daqui a pouco, vou postar sobre a esperança e a caixa de Pandora.

      Um abração e uma boa semana.

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  7. Afeto a espraiar
    Nosso mundo ser melhor
    Testemunho do amor Divino
    O sonho tornado real alento
    Novo sentir e pensar
    Irmanados em vontade sincera
    Ouro de um mais belo amanhã.
    Também para mim o Natal “é uma festa do espírito, o renascer constante do Menino Jesus na "manjedoura" de cada coração humano, fraterno e solidário.”
    Acredito também, e preciso mais do que nunca acreditar que o “ano novo é uma construção contínua e incansável que se renova diariamente, na superação das adversidades. No ultrapassar barreiras, transcender fronteiras... Viver, viver a oportunidade de criar possibilidades cada vez melhores.”
    Antonio, meu querido amigo, depois de visitar as mamães e os bebês que nasceram ontem (três lindos e saudáveis garotos), e tendo um tempinho de folga até a próxima consulta, resolvi passear em tuas postagens. Guiei-me pelos títulos e fui parar anos atrás onde fiquei a apreciar as postagens em que falavas do Natal e do Ano Novo, a mostrar o seu verdadeiro sentido e o que podemos/devemos mudar nestes dois momentos únicos onde a reflexão pode nos inserir num mundo melhor.
    Como pudeste notar, o acróstico que encima o comentário foi retirado daquele poema que fizeste em Novembro de 2011. Achei-o tão belo que me atrevi a também compor um acróstico que contivesse o teu nome, uma forma simples (mesmo de versos furtados, rs) de te homenagear.
    Este é o segundo ano que passo sem aquele exultamento de outros anos, face às perdas que sofri tão próximas desta época. Como dependem de mim não só crianças como também os idosos, tenho que buscar forças no fundo da alma para que as minhas tristes lembranças não venham ensombrar este período tão ansiosamente aguardado por eles. As crianças, por ainda acreditarem na figura do Papai Noel, por escrever-lhe cartinhas, enfeitar a árvore com uma devoção e uma alegria tão sinceras que dá gosto de ver (era o Guy quem escrevia as cartas, quem se fantasiava no dia da comemoração, quem armava o presépio e árvore junto delas). Éramos os dois a lhes ensinar o verdadeiro espírito do Natal, falávamos de amor, do amor do Menino Jesus, da sua simplicidade de coração, de como o nascimento se fez numa manjedoura cercado pelos bichinhos de Deus, de como Jesus iluminou o mundo quando nasceu... Eram historinhas simples, no entendimento deles, mas que lhes davam suporte para descobrir que o Natal não era somente ganhar presentes do Papai Noel, trocar prendas no amigo oculto, nem degustar a ceia que lhes era servida. E eles aprenderam direitinho, e os já mais crescidos ajudavam na composição destas histórias, provando que sabiam distinguir o verdadeiro sentido do Natal das festividades de que participavam.
    Por isso, bem podes imaginar como é difícil para mim exercer esta tarefa que era dividida com o meu amado...
    Mas tenho procurado cumprir a minha parte da melhor forma possível, não deixando que as crianças percam o entusiasmo na preparação das festividades por conta das emoções desencontradas que me acometem neste período. Por vezes eu até consigo mergulhar por inteiro na agitação do momento, mas de repente um dos pequeninos fala alguma coisa relacionada ao ‘tio’ como chamavam o companheiro de farra, e uma lembrança doída dá uma fincada no coração...

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  8. continuação...
    Eu também, como a criançada, espero um presente do Papai Noel, aliás, um grande presente, mas sabendo que “O grande presente de natal e a felicidade real de um ano verdadeiramente novo, dormitam em nosso íntimo, aguardando o despertar de uma vontade proativa, uma esperança operante e um sonho transformador.”
    Que venha o Natal, que venha 2017, e que o Menino Jesus desperte na ‘manjedoura’ abrigada no meu coração trazendo a verdadeira paz, a sincera esperança, para que eu possa continuar a minha jornada...
    Enfim, meu amigo, foram prazerosos estes momentos em que fiquei por aqui ‘papeando’ contigo. Na simplicidade da homenagem que fiz aos amigos blogueiros, e onde estás incluído com muita honra para mim, pode não ter ficado registrado todo o carinho, consideração e amizade que foram despertados nessa convivência virtual. Mas com certeza no meu coração estão guardadas num lugar bonito todas essas maravilhosas pessoas que me dão o prazer de estar em seus espaços e receber as suas visitas. Não havia como ampliar as imagens para que ficassem mais nítidas, pois haveria uma distorção quando publicada. Mas acredito que dê para notar que te coloquei entre personagens famosos expostos numa galeria. Notadamente, a Mona Lisa.
    No mais “desejo-te um natal com Cristo no coração” e também “desejo-te um ano renovador, que abra novos caminhos e inaugure possibilidades reais para o bom e o melhor.”
    E assim, de olhar focado nos teus ‘desejos’ despeço-me dizendo: “Que o novo ano traga-nos o começo de tempos melhores”.
    Teseu, sempre!
    O tempo acabando... O dever me chama, mas agradeço este ‘lazer prazeroso’ que tu me proporcionaste.
    Fica um beijo no teu coração, com meu carinho.
    Helena

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  9. A prosa estava tão gostosa que nem me dei conta da extensão do comentário, rs. Tive que dividi-lo. Faço muito isto com a nossa amiga Céu.

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    1. Ganhei até acróstico! Assim fico sem palavras. Imagino as dificuldades em superar esses momentos difíceis. Mas, a vida segue e precisa seguir, muitas vezes não entendemos os desígnios de Deus e as "peças" que o destino nos prega. Mas tudo tem um porque, um pra que. Confiemos e tenhamos esperança, não de esperar mais de esperançar como no texto que acabei de postar. O futuro trará dias melhores, felicidades e reencontros. Acredite. Deus está no comando!

      Um abração e uma boa semana.

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Antonio Pereira Apon.