Tudo passa,
como passam as nuvens tormentosas,
as noites mais nebulosas...
Um dia a vida acorda com sabor de alvorada!
Dissipa as sombras tristes,
Faz a poesia sorrir.
Das cinzas frígidas,
O coração ressurge,
Como fênix a sonhar.
Com os pés na gleba e asas na imaginação.
Abraçar o infinito,
Redescobrir sua amplidão.
Caminhar o caminho,
sob esse céu,
sobre esse chão.
"Mundo mundo vasto mundo,
Mais vasto é meu coração".
Degustar os versos de Drummond.
Em bom "poetiquês",
Despertar a criança adormecida,
E na sua caixinha colorida,
reencontrar todo um mundo a colorir.
Não fique triste.
Hoje somos mais de sete bi,
todos precisando aprender a sorrir.
31 de outubro de 2011, 109 anos do nascimento de Carlos Drummond de Andrade, meu poeta preferido. Hoje também a Terra chega a sete bilhões de habitantes humanos.
Esse poema surgiu de meu comentário postado na poesia "À toa" no Blog "Afectos e cumplicidades" da amiga Luz.
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Nada mais belo que este maravilhoso poema, para homenagiar esse grande poeta, do qual eu também gosto muito!
ResponderExcluirUm abraço e uma linda semana
Olá Ana!
ResponderExcluirDrummond foi e é um grande poeta.
Um abração e uma linda semana para ti também.
"Perder tempo em aprender coisas que não interessam, priva-nos de descobrir coisas interessantes". (Drummond)
ResponderExcluirBelíssimo o seu post, Antonio! Ao Drummond - honras e glórias - merecedoras!
Abraço, Célia.
Olá Querido António,
ResponderExcluir"Minha vida, transcrita em cores..."
Que bem que declamas e como é doce a tua voz!
Também gosto muito de Drummond.
Obrigada pelo seu carinho, ao postar esta poesia se lembrando da minha.
São apenas desabafos. O Outono, altera, também, o meu estado de espírito.
Como te recompensar? Com amizade, sorrisos e entregas.
Boa semana.
Abraços de luz.
Olá, obrigada pela sua visita e por estar seguindo meu blog, seja muito bem vindo, volte sempre!!
ResponderExcluirUm grande abraço xD
Adorável poema e homenagem à Drummond e ao bebê que marca os 7 bilhões de habitantes do Planeta...e vamos tratar de sorrir e trazer mais alegria no mundo, não é mesmo?
ResponderExcluirBeijos, amigo...ótima semana
Valéria
OPÇÃO
ResponderExcluirTristeza, eu te dispenso,
De seres minha companhia.
Preferi, a doce alegria,
Que ao contrário de ti,
Ao meu coração dá guarida,
Traz-me esperança e alento
E faz-me estar bem com a vida.
Tristeza, eu me recuso,
A recolher-me no teu mundo.
Digo não, às tuas artes e manhas,
E às ciladas das tuas tramas.
Desejo abrir a minha janela,
E sentir o valor da felicidade,
Que, de pureza, me invade.
Triteza, eu não quero,
Nem as tuas mãos sentir,
Porque a vida é um espelho,
Sempre pronto a reflectir,
O que vem de dentro da alma,
Alma imensa, a florir,
Sai! Sai! Eu quero sorrir.
LUZ
Bom dia Luz!
ResponderExcluirA tristeza não deve jamais ser uma "Opção" "Porque a vida é um espelho,
Sempre pronto a reflectir,
O que vem de dentro da alma..."
Muito bom!
Um abração.
Olá amigo,
ResponderExcluirAndo tanto " avoada"... voltei para ler a sua homenagem rsrs. Linda Antonio! Teu poema homenagem ficou belíssimo, amigo. Parabéns, Antonio!
Beijos com carinho amigo
Boa tarde, Antonio. Bonito o seu poema, seus versos tão bem escritos, e a sua homenagem ao poeta.
ResponderExcluirEu gosto dele, mas adoro o Vinícius de Moraes. Amo os seus sonetos.
Acredito que aprende-se sempre com os poetas, com a sua maneira diferente de cantar o mundo em versos.
Um beijo grande, fique com Deus, e tudo de bom!