Uma espiadinha na realidade



... remexendo os glúteos, ao som de música vagabunda, os políticos fazem seu jogo sujo, "combinando votos" contra o interesse público. E sem "anjo" que "imunize" quem não tem grana, quem não tem direito nem a um mísero "puxadinho", faz sua "prova da comida" nos...


Antonio Pereira Apon.


Olhos observando um pássaro. Composição de Antonio Pereira Apon.


Vou começar falando do BiG Brother, apenas pegando um gancho para o "BBB" que de fato quero aqui abordar.


Mais uma edição do "reality show" global, ressurgem as velhas e requentadas críticas, dessa vez, "temperadas" por uma certa dose de homofobia e preconceito. Como se a opção sexual de alguns "confinados", pudesse por si só, servir como balizador de qualidade. Se o programa chega a mais uma temporada, é por ter tido audiência, e tem audiência, justamente por explorar uma "patologia" do comportamento humano. O gosto por patrulhar a vida alheia. Pena que esse patrulhamento seja algo fútil, frívolo... Não focando nas coisas sérias e necessárias.


Enquanto damos demasiada importância aos artifícios televisivos, a cidadania segue "emparedada", com gente sendo sumária e literalmente "eliminada" nos "paredões" dos (des)serviços públicos: saúde, segurança, educação...


Enquanto o povo vive de "pão e circo", remexendo os glúteos, ao som de música vagabunda, os políticos fazem seu jogo sujo, "combinando votos" contra o interesse público. E sem "anjo" que "imunize" quem não tem grana, quem não tem direito nem a um mísero "puxadinho", faz sua "prova da comida" nos lixos e lixões.


A urna é o nosso "confessionário", onde podemos e devemos "emparedar" os "emparedadores" que até aqui temos eleito para representar interesses outros. Precisamos "tirar da casa" uns 90% dos que jogam contra o povo brasileiro.


Não iremos ganhar um milhão e meio, mas vamos começar a desmontar o prostíbulo político, verdadeiramente mais imoral e danoso que qualquer fio dental, seios e edredons mostrados na telinha.


Que importa a opção sexual dos participantes de um programa de televisão? precisamos é atentar para a opção ideológica da politicalha (se é que eles ainda sabem o que é isso). E libertarmo-nos do falso moralismo hipócrita, que nos tem feito meros espectadores do show da realidade, partícipes do outro "BBB" que citei no início


Que "BBB"?.


o Big Babacas Brasil!


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