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quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Quem vai começar um feliz ano novo?





... importância, o valor da união das pessoas, somando para multiplicar e poder melhor dividir...


Antonio Pereira Apon.


Pássaro voando só. Olhos observando.


Bastante significativa a simbologia contida no provérbio: “Uma andorinha só não faz verão”, oriundo de “uma andorinha só não faz primavera”. Frase do filósofo grego Aristóteles, no livro “Ética a Nicômano”. Uma só andorinha, busca outra e outras andorinhas para juntas fugirem do frio e alcançarem o almejado calor do verão. Em se tratando de seres humanos, podemos ainda acrescentar o trecho da música “O Sal da Terra” de Beto Guedes/Ronaldo Bastos: “Um mais um é sempre mais que dois”, para ilustrar a importância, o valor da união das pessoas, somando para multiplicar e poder melhor dividir.

Um ano novo, não é um fenômeno cronológico, um passe mágico capaz de improvisar miraculosas mudanças. Um ano novo, começa no sonho, na vontade, no fazer de cada individuo que busca o outro na construção de uma sinergia renovadora. Um homem só, é apenas um só homem. Anos novos, realmente novos, pedem muito menos eu e muito mais nós. A singularidade precisa aprender a ser plural. Não adianta apenas esperar por um ano novo. Precisamos começar a fazê-lo novo.


Feliz ano novo!!!



***


Um bom começo:


“O Sal da Terra” de Beto Guedes/Ronaldo Bastos.


“Anda!

Quero te dizer nenhum segredo

Falo nesse chão, da nossa casa

Vem que tá na hora de arrumar...

Tempo!

Quero viver mais duzentos anos

Quero não ferir meu semelhante

Nem por isso quero me ferir

Vamos precisar de todo mundo

Prá banir do mundo a opressão

Para construir a vida nova

Vamos precisar de muito amor

A felicidade mora ao lado

E quem não é tolo pode ver...

A paz na Terra, amor

O pé na terra

A paz na Terra, amor

O sal da...

Terra!

És o mais bonito dos planetas

Tão te maltratando por dinheiro

Tu que és a nave nossa irmã

Canta!

Leva tua vida em harmonia

E nos alimenta com seus frutos

Tu que és do homem, a maçã...

Vamos precisar de todo mundo

Um mais um é sempre mais que dois

Prá melhor juntar as nossas forças

É só repartir melhor o pão

Recriar o paraíso agora

Para merecer quem vem depois...

Deixa nascer, o amor

Deixa fluir, o amor

Deixa crescer, o amor

Deixa viver, o amor

O sal da terra”.


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10 comentários:

  1. Lindo como todos os seus posts por aqui, viver o amor, vamos todos esperar que tudo mude, não pelo ano que seguirá, mas pela continuidade da Vida que não pode parar!
    Abraços e os meus votos de Feliz Natal, que a alegria do Natal se estenda por todos os dias do Ano Novo!

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    Respostas
    1. Idem. Mais que esperar, a humanidade precisa construir anos novos, renovando-se no trabalho e no bem.

      Um natalino abração.

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  2. Perfeito texto e trilha sonora! Destaco: "... A singularidade precisa aprender a ser plural. Não adianta apenas esperar por um ano novo. Precisamos começar a fazê-lo novo..." Isso é lição de vida! Obrigada, Antonio!
    Abraços natalinos.
    Célia.



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    Respostas
    1. Na verdade, a vida é uma grande lição que temos nos recusado a aprender. Mas um dia a gente aprende.

      Abração natalino.

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  3. Olá, António!

    Com seus textos, aprendo sempre um pouco mais. Desconhecia, por exemplo, que tinha sido Aristóteles o autor daquela frase.

    A UNIÃO FAZ A FORÇA, O EMPENHO E A CONCRETIZAÇÃO.

    Muito bem construído, seu poema, onde a terra é rainha dos planetas. SAIBAMOS SALVAGUARDÁ-LA!

    FELIZ NATAL, SOBRETUDO INTERIOR, E VAMOS JÁ COMEÇAR A FAZER UM NOVO ANO PARA 2015.

    Aquele abraço.

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    Respostas
    1. Na verdade, eu também não sabia. Pesquisando para escrever este post foi que descobri essa origem Aristotélica. Assim vamos aprendendo e repassando o conhecimento. quanto ao poema; é a letra da música “O Sal da Terra” de Beto Guedes/Ronaldo Bastos.

      Um abração natalino.

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    2. Oi, António!

      Tudo bem?

      Só anteontem, ou ontem, já nem sei ao certo, reparei que o poema não era de sua autoria, mas de Beto Guedes/Ronaldo Bastos, e o seu a seu dono.

      Agradeço sua visita e suas palavras sempre muito atinadas, sinceras e verdadeiras. Espero postar, talvez, ainda hoje. Eu sei, pelos mails que recebo, que há muitos seguidores/as desejando que apareça um poema novo, em meus blogues, mesmo que, não o possam logo comentar. Dessa vez, ele irá ser postado no "Luzes e Luares".

      DIAS MUITO FELIZES E SÃOS!"

      BOAS FESTAS, MAIS UMA VEZ.

      Aquele abraço.

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  4. Oi Antonio

    Bela Mensagem!

    Penso que estes marcos de tempo servem para criar a ilusão de recomeço, amparados nela fazer renascer as esperanças do que querem o novo, pois anos novos são conquistados e não dados de presente pelo calendário.

    Vamos mesmo precisar de todo mundo, a relação de dependência é total nas sociedades, ninguém conquista nada sozinho.

    Um Feliz Natal, Antonio, para você e sua família!

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    Respostas
    1. É exatamente isso. Como escrevi: Um ano novo, não é um fenômeno cronológico, um passe magico capaz de improvisar miraculosas mudanças. Um ano novo, começa no sonho, na vontade, no fazer de cada individuo que busca o outro na construção de uma sinergia renovadora. Um homem só, é apenas um só homem. Anos novos, realmente novos, pedem muito menos eu e muito mais nós...

      Obrigado. Um abração natalino.

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  5. Olá, António!

    Tudo bem? Seu natal?

    Li seu comentário no meu blog, e tive de parar de ler, para colocar as mãos na barriga, de tanto rir.
    365 dias sem "iguarias" é muito tempo, é? Não se pode comer muito doce, porque o pâncreas não gosta. Uma vez, por ano, está "bom", porque nessa vez, você e todo o mundo come com muito mais apetite.

    Um atentado aos "direitos humanos". Essa é de "mestre"! De facto, você até tem razão, mas a Luz gosta de atentar contra os "direitos" dos homens, poeticamente falando.

    Resto de um lindo dia, porque, em Lisboa estão 8º graus, nesse momento. Está um gelo, por aqui, que nem lhe conto.

    Aquele abraço.

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Antonio Pereira Apon.