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Mostrando postagens de dezembro, 2011

Hoje é dia de quê?


Controle do tempo

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  Se eu pudesse controlar o tempo: Não deixaria infância fugir tão depressa, Nem A adolescência escapar, perseguindo a insensata ilusão de "crescer". Perpetuaria as fantasias. Adivinharia as dores, e antes mesmo que existissem. Converteria as lágrimas em sorrisos. Viveria em eterno estado de paixão, a poesia de uma imorredoura primavera.

Temperamento forte? Só Freud!

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Tem gente boa, mas de temperamento ruim. Gente que ama! Mas tem um gênio de desamar! Implica, complica... E mesmo quando incerta. Quer sempre estar certa! Complexa em seus complexos, faz de tudo uma disputa, uma necessidade de afirmação. A realidade pouco importa! Não suporta o que fira sua interpretação! De tolerância pouco elástica, faz tsunami em piscina plástica,

Ano novo. O que queremos colher?

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Tudo passa, todo “fim” convida a um recomeço: O fenecer da noite prenuncia a luminosidade de um novo dia, o passado abriu as portas do presente, que escancara as portas do futuro: Ao ano que vai, sucede um novíssimo ano, repleto de possibilidades... Uma folha inescrita, aberta ao bem ou ao mal, uma página inédita, para reescrevermos erros ou editarmos mudanças. Não existe mágica, nem intervenção divina. Deus nos entregou o destino da terra.

Dia de folga

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  Hoje o tempo não tem pressa! E o relógio que estressa? Põe pra desestressar. Hoje a rotina "botou atestado", o cotidiano entrou em recesso,   "ponto facultativo" para as preocupações...   Vem! Acorda os sonhos! Hoje a vida quer sonhar! Já é dia! Não intente mais tardar! A vida quer poesia, Quer magia pra rimar! Tem sol lá no horizonte, tem flores ali defronte, tem pássaros a cantar! Hoje é dia de primavera na alma, de escutar uma canção calma, e na paisagem descansar.

Viva. Pule fora desse círculo

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Condicionamo-nos às neuroses da vida moderna(?), nos habituamos a enxergar tempestade em garoa, tentar subverter o tempo. " A correria do dia a dia, as responsabilidades, os problemas e a rotina escravizam nosso cérebro, ele fica lá, andando em círculos, feito cachorro atrás do rabo ". Assim, vamos sobrevivendo, esquecidos de que viver de verdade, é pular fora desse círculo vicioso, que nos põe à serviço das coisas, quando o contrário deveria ser a norma. Com um pé preso no passado e tentando por o outro no futuro, tropeçamos no presente, acidentando a existência com preocupações inúteis e inutilizantes. Depois. Fartos dos hiatos de tantas paranoias e falsas necessidades, deitamos nossas angústias no divã do analista, no artifício do ansiolítico ou outra droga qualquer. Cativos da "normalidade" de tantas anomalias comportamentais, nos refugiamos na ilusão das justificativas injustificáveis e vãs. Tornamo-nos estressados e deprimidos em meio a toda essa coisificaç...