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Mostrando postagens de julho, 2014

Hoje é dia de quê?


Saudades de você

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Saudade, ausência tão presente que faz a gente estar junto, mesmo estando tão distante. Pro pensamento inexiste o longe quando o coração te sonha e na memória roda o filme de nossos

Mesmos nomes, diferentes personagens

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As coisas eram bem mais compreensíveis e menos inexplicáveis, quando: Dante era o Alighieri. Autor da “Divina comédia”. David era o jovem herói hebreu que derrotou o gigante filisteu. Daniel era um profeta bíblico. Marcelo era um apresentador e jornalista. Maxwell era Smart. O “Agente 86”, namorado da 99. Fernandinho era o marido da Ofélia naquele humorístico. Luiz Gustavo nos fazia rir com seu hilário “Mário fofoca”. Oscar era Schmidt. O “mão santa” que arrasava no basquete. Willian era levantador no vôlei. Bernard fazia bonito nas quadras, com seu saque “Jornada nas estrelas”. Fred era Flintstone. Marido da wilma, pai da Pedrita e amigo do Barney Rubble. Hulk era um “herói” esquisito, que aparecia quando o Dr. David Banner se irritava após ter sido acidentalmente exposto à radiação Gama. Jô era o Soares. Grande humorista, escritor e apresentador de talk show. Felipão podia ser o Dom Felipe III O Grande. Rei da Terceira Dinastia, vigésimo monarca de Portugal. Parreira era o Nome de...

Copa. Legado do povo

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O governo não disse que não haveria apagão na copa? Pois sim. Deu blackout na Seleção brasileira. Absoluta falta de mobilidade, desestruturação total! O time parecia propaganda oficial, afrontada pela dura realidade protagonizada pelos alemães. Mera obra ficcional de péssima categoria, tal qual os míticos “legados”; enganosos, retóricos... Legado de verdade, deixa o povo, que apesar de todos os pesares, de tantos factoides e tanto faz que faz. Mostrou ao mundo um Brasil bonito, alegre e hospitaleiro. Que com, sem e apesar dos seus politiqueiros e suas politicagens, consegue transcender à desventura cotidiana desse país de faz de conta e improvisos. Dentro do campo uma copa maiúscula, apesar do futebol minúsculo da “pátria de chuteiras”. Resta esse gosto amargo de chucrute azedo e indigesto, até que 2018 acorde novamente o sonho adiado, a vibração de uma gente que tenta realizar sua catarse no futebol. Fora das futebolísticas quatro linhas, a realidade despe-se da publicidade, conv...