Seja feliz e siga em frente
Porque dar ouvidos a arenga do desânimo e escutar os condicionamentos das adversidades? Porque cair nas tocaias da vaidade e do orgulho ou se embriagar nas miragens do egoísmo? Porque estagnar em dogmatismos pueris, “certezas” incertas ou movediças “convicções”? Se a má vontade e a preguiça ficam a espreitar, se a inveja e a traição armam infame bote. Porque não alçar voo acima dos rasteiros intentos? Porque complicar o simples, se entorpecendo de preconceito, presunção e egocentrismo? Porque entulhar a brevidade do existir, com “urgentes” inutilidades, detritos emocionais e tantas fictícias “necessidades”.