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Mostrando postagens de agosto, 2022

Hoje é dia de quê?


Caracteres do amor

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O amor não polariza com nada nem ninguém, simplesmente, ama. Não tem religião nem ideologia, não se arma nem desama, não se presta a verborragia. Não se acha, por isso, não costuma se perder; eleva, constrói, releva. Não mente, não falseia; não impõe, propõe, semeia!

Está bem escrito

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Para além das estrelas, está escrito nas linhas tortas onde Deus escreve certo, na palma da mão do tempo, onde o destino escreve: que o amor humanize, e breve. Está impresso nas pétalas do malmequer, na sorte do humano bem querer; grafado, gravado nas fibras do coração, marcado na alma, projetado na imensidão.

Raulzito, nos títulos do maluco beleza - Uma homenagem á Raul Seixas

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Com títulos de suas canções, versamos a metamorfose ambulante, que foi, é e sempre será o roqueiro que nasceu a dez mil anos atrás, para ser a mosca que pousou em sua sopa. Eu nasci a dez mil anos atrás, não me deixo levar por ouro de tolo; sendo uma metamorfose ambulante, não me canso de repetir: Tente outra vez! Meu amigo Pedro, não aceito ser um carimbador maluco, dessa sociedade alternativa; um cowboy fora da lei, a misturar capim guiné com a maçã e no canto da minha morte, lamentar o dia em que a Terra parou. Viver é se fazer prelúdio, uma lua bonita, o trem das 7, encontrar o ponto sem medo da chuva. Ofertam ao povo um banquete de lixo, verdadeiro diamante de mendigo, eta vida! Quando acabar o maluco sou eu, eu também vou reclamar; mosca na sopa, rock das aranhas… por quem os sinos dobram, Al Capone? Aluga-se a lei, as profecias; como vovó já dizia: quando você crescer… Abre-te Sésamo! Conversa pra boi dormir. Sou o que sou; a geração da luz, o segredo da luz; aquela coisa,, ...

Cura poética - Arte, para sarar o pensar, o sentir; a vida

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O lado de dentro, o lado de fora; a folha, a escolha, a porta que aparta o ser e o estar; sair ou entrar, partir, chegar, sim ou não, um talvez que se desencontre; sem porto, sem parto, nalgum “deslugar”. Deixar passar o que já passou, o que, quem não ficou; se ir, passar adiante, despir o pretérito guante, deixar o agora, o futuro passar. desestressar, desestagnar, desacomodar! Desensombrar, desassombrar, curar!

Estado democrático de direito, sempre! Fora da democracia, não há salvação.

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Sem cristão de araque, sem democrata mandrake, sem cédulas que se fraude, sem mentiras de verdade, sem desonesta falsidade. Sem deboche e cinismo, sem inventar eufemismo; respeito ao resultado das urnas. Sem flertar com o fascismo, obediente à constituição, sem treta, mutreta, ou casuísmo, reverenciando cada instituição. Nada de enrustido moralismo; nem armas nem ódios, negacionismo, armação, opróbrios; sem populismo, sem enganação.

Que diga o povo! - Viva a cultura popular! 22 de agosto, dia do folclore

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Na dança, na trança; no traçar da lida, no gingar da vida, ciranda, cantilena, cantiga. Do berimbau, a corda, acorda a capoeira, rasteira no preconceito; viva o jeito dessa gente, da gente! De repente, um repente, um caso do acaso, de nossas tantas emboladas, um cordel, uma trova. É lenda, é parlenda, é conto e encanto, é canto, é renda.

Jeito de pai

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Tem pai que tem jeito e tudo ajeita, tem pai que não tem jeito e não se consegue ajeitar; pai jeitoso, pai desajeitado; pai que rejeita, pai que não enjeita abraçar. Pai que só faz, nada mais! Pai que assume, pai que consome, pai que se some; tem pai cabra da peste, tem o que não passa de uma verdadeira peste; pai da hora, pai que dá o fora! Pai inesquecível, pai que é melhor esquecer...

Um beijo pro gordo! - Homenagem para Jô Soares

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Pensar no tudo e até sorrir do nada, grande piada, nossa efêmera estada por aqui. Tanta tragédia a se fazer comédia; satirizar inteligente, acordar de mentes indigentes, bordões a pensamentar; dom de inspirar pensamentos, arte, talento de fazer sorrir;

Cada dia, nosso dia

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A partir de hoje, quero que cada dia, seja nosso dia; um verso da poesia, que começa, daqui até a eternidade. Que sejamos nós, jamais sejamos sós, eu e você pro que der e vier: nos dias de sol, nas noites de chuva, na tempestade e na calmaria, na certeza e na dúvida, no sorriso e na lágrima, amanhecer e crepúsculo. Sejamos um pro outro: quando a vida for flor, caminho, se si fizer espinho, carinho.