Com títulos de suas canções, versamos a metamorfose ambulante, que foi, é e sempre será o roqueiro que nasceu a dez mil anos atrás, para ser a mosca que pousou em sua sopa. Eu nasci a dez mil anos atrás, não me deixo levar por ouro de tolo; sendo uma metamorfose ambulante, não me canso de repetir: Tente outra vez! Meu amigo Pedro, não aceito ser um carimbador maluco, dessa sociedade alternativa; um cowboy fora da lei, a misturar capim guiné com a maçã e no canto da minha morte, lamentar o dia em que a Terra parou. Viver é se fazer prelúdio, uma lua bonita, o trem das 7, encontrar o ponto sem medo da chuva. Ofertam ao povo um banquete de lixo, verdadeiro diamante de mendigo, eta vida! Quando acabar o maluco sou eu, eu também vou reclamar; mosca na sopa, rock das aranhas… por quem os sinos dobram, Al Capone? Aluga-se a lei, as profecias; como vovó já dizia: quando você crescer… Abre-te Sésamo! Conversa pra boi dormir. Sou o que sou; a geração da luz, o segredo da luz; aquela coisa,, ...