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Mostrando postagens de setembro, 2022

Hoje é dia de quê?


A poesia, o poema

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Na arte: Desenho, pintura; poesia das formas, traços, das cores; música, poesia do som, cinema, teatro; poesia dos falares e gestos, dança, poesia dos movimentos, artesanato, poema das mãos, poesia, poema; é a arte que não cabe em si; desenha e pinta, toca, canta, encena e dança; encanta. No humano: Amor, a poesia da alma, paz, poema da calma; fé, poesia de confiar, esperança, poema do acreditar; otimismo, poema do não desesperar, vitória, poesia de insistir, persistir e perseverar; vida, poema do existir, sorriso, poema da felicidade, lágrima, poesia de dor ou saudade, dignidade, poesia do caráter, ilusão, poesia da miragem, depressão, ausência de poesia,

Eu voto - Voto nulo, só anula a sua cidadania. Apenas os votos válidos, valem

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Eu voto: pela preservação da natureza, pela beleza da cortesia e equilíbrio das palavras e gestos. Eu voto: pelo ânimo de um povo que ama e se desarma, pelo respeito à sexualidade, gênero, etnia, família alheia, pela liberdade de expressão, expressa em favor do bem pela ciência que salva da ignorância, pela educação de inteligente elegância,, pela vacina contra todo mal.

Democrática primavera - Setembro, flores do bom e do bem; amadas, desarmadas

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Abaixo do equador: Vermelhos e amarelos florindo em paz, colorir do verde que esperança, do azul que traz bonança, brancos angelicais. Vicejam flores, florejam amores, curando ódios e dores; cores primaveris. Desensombrando, desassombrando; setembro achega, dissipa as nuvens invernais, exorciza maus humores infernais. Versejam os campos uma poesia amada, desarmada floração, que convida a gente pra florir a vida, dar a colhida, ao bem, o bom, à renovação.

Deus salve a rainha!

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Elizabeth. Na vida, a real realeza, não está na riqueza, que fica por cá; pro lado de lá, voga o ser, não o ter ou estar. Vige o tesouro da alma, o ouro da calma que a consciência abonar.

Eita! Eta! Êta lelê!

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Êta lelê! Vai na arte da poesia e na poesia da arte, inspirando, conspirando com o bom de todo o bem. Êta lelê! No círculo virtuoso, na prosa e no verso, num reverso fabuloso; na rima que arrima, criativa obra prima, na arte da vida, no viver a recriar. Êta lelê! Que canta e dança, esperança; pulsa na canção, a cor dá a cada dia, faz bater o coração. Êta lelê! Pra quem chega e vai ficando, se achegando, nessa arte que transborda aqui.

Carla Cantares Visi - Uma homenagem

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Homenagem para a Carla Visi, aniversariante de 31 de agosto, poema com títulos de músicas cantadas por essa grande artista. Especialmente escrito para o Vai Na Arte de nossa amiga Eliana Aquino. Abre coração com cheiro de festa, amor não é brinquedo, nenhum aviãozinho; vai sacudir, vai abalar, viva intensamente a dança da sensual. Êta vida muito louca! Pura adrenalina. Alamalê, para além da canção, Andar com fé; aqui e agora, seguir nesse arrastão do amor. Batuque me leva! Bye, bye solidão. África mulher; charme, suingue e sedução. O coração bateu com crença e fé, é demais meu rei! Desejo e sedução; Canto Ao Pescador, claro, é amor cigano, é dia de festa, geleia Geral, que é tão bom. Fácil de entender: Está na cara, está na cura; eu te amo! Seu jeito faceiro, sem qualquer lero-lero. Quero ficar com você, curtir o canto da cidade, onde o eterno Deus Mu dança até o vira. Olha eu aí na Patuscada de Gandhi. Salvador, Salvador pega no balanço, todo mundo dança, não é um lugar comum; p...

Rosa linda, longeva vida

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Rosa linda, flor do tempo, longevo viver que se quer; perfume da vida, espinhos da lida, o florescer; o merecer aqui estar. Flor de gente, humano tempo a reflorir; a cor dar de eternidade, fragmento de infinito, o seu viver, dom mais bonito, arte do ser a aqui estar.