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Mostrando postagens de novembro, 2022

Hoje é dia de quê?


O bem e o mal

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O bem é o bem; o mal, intenta ser qualquer coisa. O bem, estreita laços; o mal, espreita os abraços. O bem é de verdade; o mal, todo trabalhado na falsidade. O bem é como chuva que fecunda; o mal, estiagem, aridez profunda. O bem reluz; o mal, ensombra, assombra, obscurece; furta luz. O bem se revela; o mal, dissimula. O bem vacina, o mal adoece; um ensina, o outro entorpece. O bem é fluxo constante, o mau, refluxo nauseante. O bem segue, vai em frente; o mal, paralisa, atravanca e persegue. O bem pensa; o mal, sonega, renega, se nega o pensar. O bem, independe de rótulo religioso; o mal, finge a religiosidade de quem enseja seduzir. O bem paira acima das ideologias; o mal, carece de uma para dividir, polarizar, embrutecer. O bem ama; o mal, arma e desalma.

Gigante gentil, Tremendão

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Tremendão o gigante gentil; sentado à beira do caminho, com seu amigo de fé, irmão camarada; contemplava a cavalgada para além do horizonte. Afinal, é preciso saber viver, não ser mais um na multidão, cuidar de sua gatinha manhosa (a minha, é uma “oncinha”!). Mulher, minha superstar; será mentira ou será verdade, mesmo que seja eu com minha fama de mau. Detalhes! Com você no coração, um convite para nascer de novo; feche os olhos, imagine sementes do amanhã, se você soubesse…

É jogo, é vida

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O mundo gira, rola a bola, embola o jogo da vida; ganhar ou perder, faz parte da lida que é viver. Vestir a camisa do acreditar, esperançar e aprender; driblar o adverso, fugir da retranca, franca ofensiva, compor o verso do gol do bem.

Tempo; mais alma, mais calma, mais amor

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Florir a flor do tempo, para aflorar a flor do amor. O beija-flor, que a flor beija, almeja o néctar do viver; mais alma, menos arma, calma; muito mais amor. Sem ódios nem opróbrios, a borboleta faz-se flor que voa; para além do círculo estreito, do casulo o defeito, de se lhe fazer ensimesmar; romper as tramas, os dramas, crisálida a se libertar. Virtuoso ciclo da vida, nos convida a flor do tempo, pro tempo de desabrochar; beijar a flor da esperança, esperançar o tempo a borboletear. Tudo passa e o tempo passageiro, passa ligeiro, para a gente passarinho, entender, aprender; todos os males, passarão. Tempo que é flor borboleta, pássaro que “solfeja”, enseja; mais alma, menos arma, calma; muito mais amor. Se ainda não se inscreveu, inscreva-se em nosso canal Apon na arte do viver. , clique no sininho para escolher receber nossas notificações, ser avisado(a) dos vídeos novos. E não esqueça de dar seus likes. Conto com você! Obrigado.

Gal, o nome

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Uma homenagem, um poema com títulos de músicas interpretadas por Gal Costa, a grande voz que hoje se calou, calando o Brasil. *** Frio na espinha da Tropicália; triste, pensar um dia de domingo, sem chuva de prata, nem festa do interior. A morte, como vaca profana, sem álibi, nos furtou o sorriso do gato de Alice, levou num vapor barato a modinha para Gabriela, descoloriu a aquarela do Brasil. Um sonho meu, se foi numa estupidez para além do divino, maravilhoso. A pele do futuro, flor de maracujá, uma força estranha. Canta Brasil! Baby, seu nome é Gal. Se ainda não se inscreveu, inscreva-se em nosso canal Apon na arte do viver. , clique no sininho para escolher receber nossas notificações, ser avisado(a) dos vídeos novos. E não esqueça de dar seus likes. Conto com você! Obrigado.

Brasil, um sonho estranho

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Esquisito, mefisto; gente armada, desalmada, mal amada; municiada de ódios, delirando por um mito, sinistro rito. Falsos neocristãos, forjados na raiva e no preconceito, abusando do nome de Deus em vão. Nordestinos, gays, indígenas, mulheres, pobres, opositores, vacinados, artistas, cientistas, pensadores; todos, filhos da pauta negacionista, infame lista; fascista, neonazista, falso moralista... Mentiras mal paridas, adestrando a não pensar; autômatos teleguiados, lobotomizado gado, desonestamente toado, destoado da realidade. Iludidos, mal intencionados... A fome fazendo graça, desgraça a grassar. Batendo palma pra maluco, o Brasil em triste surto, susto, natureza a devastar.

Brasil de volta

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De volta, nossos símbolos, nossas cores, os bons valores de todos nós; Vestir o amarelo sem passar vergonha, o verde sem remeter à peçonha de desamar. Amor, posto à frente do “Ordem e progresso”, pra não ter regresso o odiar. Nossa bandeira, sem partido, compartindo um país, que se desarma e ama, conclama a se amar. Para além de credos e etnias classes, gêneros, sexualidade... para lá das ideologias; sem contingências, continências, poesia diversa de todo versar. Sem donos, sem quem se adone, só para fazer danar.