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Mostrando postagens de junho, 2023

Hoje é dia de quê?


Gilberto oitenta e uns Passos Gil

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Da Bahia, régua e compasso, expresso pra lá do ano 2000. Tempo rei; andar com fé eu vou, que a fé não costuma faiá. Salve Gil de tantos passos. Ajayô! 26 de junho de 2023, 81 anos do mestre Gilberto Gil. Da Bahia, régua e compasso, pegou o expresso para ser imortal para além da academia,, muito pra lá do ano 2000. Parabolicamará; tempo rei desse info-mar, vazante da info-maré; sereia entre esse carnaval e a fome total. Que um super-homem nos venha restituir a glória, pois o amor é como um grão, uma semente de ilusão… mas andar com fé eu vou, que a fé não costuma faiá; toda menina baiana, tem um jeito que Deus dá. Vou na patuscada de Gandhi, vou pro domingo no parque,; subo no palco, alma cheirando a talco; realce! Salve Gil de tantos passos, Aquele abraço! Ajayô!

Labirinto, você é a saída

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Perdido? Perdida? as paredes do labirinto, você quem ergueu. Não dá pra terceirizar saída; não está no templo, no consultório, ou na farmácia. Tudo é parte da ajuda, se você não se desajudar. Se incomode, se desacomode; rume para fora do seu lugar de estimação. Perdido? Perdida? Observe, as paredes desse seu labirinto, foi você quem ergueu. A saída não está aqui ou ali, lá nem acolá; não é geográfica ou arquitetônica, cartográfica, topográfica… Não está numa latitude, numa longitude específica, numa coordenada qualquer; está onde você estiver. E não adianta fugir, não dá para desendereçar de si mesmo; não adianta fumar miragens, cheirar quimeras, injetar viagens, alcoolizar ideias. Tolice, se iludir, se entorpecer; no jogo da vida, não tem dica nem truque, nada de password, não cabe trapaça; só resiliência, persistência, é a força do esforço, senão; game over. Não dá pra terceirizar a saída; ela não está no templo ou no consultório, nem na farmácia… Tudo, todos fazem parte da aju...

Cristão de vitrine

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Cristão sem Cristo, é fake, jamais news. Afinal, é por suas obras, que se conhece o de verdade. Infame manequim mal ajambrado, eis o que muitos são. Sou cristão. Não, não sinto a fome, a sede, a dor que é do outro, não sinto. Por outrem não tenho empatia, talvez simpatia, se seguir o meu credo. No conforto da minha cama quentinha, que me importa o frio que assola? É lá fora! Nada tenho que ver com jornais, papelões e marquises, nada com desgraçados e aflitos, conflitos que não são meus. Sou defensor da vida do feto, mas abomino, a existência de qualquer criminoso ou desafeto, a de quem de mim discorde, quem não me nutra incondicional afeto. Não tolero nem transijo; exijo obediente devoção. Inflexível, insensível, impositivo e impassível. Inquestionável, trago na ponta da língua a escritura sagrada, a verdade, bem customizada; fingida certeza de estar sempre certo. Ambicioso e desmedido, egocêntrico e egoísta, digo e me desdigo; enceno louvores, forjados fervores, vendidos favores,...

Festança junina

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Vem Santo Antônio e São Pedro, São João sem segredo, revelar do Salvador; arrasta pé a la vontê, no balancê do alavantu, até a noite anarriar. É a cultura do povo, brotar da alegria, é folia de novo, de repente a poesia. Da fogueira o fogo, misturar de profano e sagrado, fazer da fé o renovo, reverência ao santo amado. Vem Santo Antônio e São Pedro, vem São João sem segredo, revelar do Salvador; para a tristeza, degredo, convida um bando anunciador! Arrocha a sanfona, tilintar do triângulo a bumbar a zabumba; festança de pobre e bacana, irreverência que abunda. Prepara as iguarias da terra, toca o forró pé de serra, pro arrasta pé a la vontê, no balancê do alavantu, seguir até a noite anarriar. Se ainda não se inscreveu, inscreva-se em nosso canal Apon na arte do viver. , clique no sininho para escolher receber nossas notificações, ser avisado(a) dos vídeos novos. E não esqueça de dar seus likes. Conto com você! Obrigado.

É o bicho!

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Gente que parece bicho. Bicho que parece gente: inteligente, sensível. Gente irracional, irascível. Bicho que deixa saudade, gente que já vai tarde... Tem gente que parece bicho, bicho que parece gente. Tem gente com cara de gente, jeito e trejeito de gente; fala, aparenta, até passa por gente, mas é bicho solto!, agastadiço, irracional e irascível, raivoso, descontrolado e insensível, tinhoso. Vive a marcar território, formar bando, matilha; negar o contraditório. Tenta vencer no latido, arrebanhar no mugido, iludido, “homo” nada “sapiens”. Tem bicho que parece gente, sensível e inteligente, com repentes de humanidade: sereno e educado, sincero e controlado; contido, atido no que diz o ditado; “melhor um cachorro amigo, do que um amigo cachorro”. É o bicho! Se ainda não se inscreveu, inscreva-se em nosso canal Apon na arte do viver. , clique no sininho para escolher receber nossas notificações, ser avisado(a) dos vídeos novos. E não esqueça de dar seus likes. Conto com você! ...

Uma poesia de amor

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O amor, poesia enamorada que inspira saudades, esperanças, afãs, vontades... Escritos da alma de quem ama, amou, amará. Feliz dia dos namorados! Na orla dos meus sonhos, ela passeia, vaga inspirando amar. Veste vermelho, qual rubra rosa, perfumosa a apaixonar. É a poesia que passa, cheia de graça, convida o enamorar; suspiram os versos, enlevam as rimas, pinta o clima, pro sentimento brotar. Pedras ao longe, ondas a beijar; na ribeira, a moça faceira, conjuga o verbo amar. Em uns, acorda saudades, noutros, desperta vontades; neles ou nelas, suscita esperanças; naqueles ou naquelas afãs esperta; aos pares ou apartados, juntos ou isolados; enamorados por aquela poesia de amor. Se ainda não se inscreveu, inscreva-se em nosso canal Apon na arte do viver. , clique no sininho para escolher receber nossas notificações, ser avisado(a) dos vídeos novos. E não esqueça de dar seus likes. Conto com você! Obrigado.

Nosso verbo, amar

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Um casal, um nascer do sol, um luar... Natureza a declamar o amor dos namorados, a buscada eternidade do sentir. Dia de dizer: Eu te amo. I love you! Meu bem, como eu queria, que coubesse numa poesia, a magia desse nosso amor. No versar da natureza: Dia de céu ensolarado, noite de firmamento enluarado, inspirados por você. Queria que as estrelas contassem, que as flores falassem, os pássaros cantassem de nós dois; desse amor enamorado, iluminado qual canção de Djavan. A pintura do seu rosto, a escultura do seu corpo, a arte do seu ser. Nosso amor ao infinito, bonito conjugar do verbo amar. Se ainda não se inscreveu, inscreva-se em nosso canal Apon na arte do viver. , clique no sininho para escolher receber nossas notificações, ser avisado(a) dos vídeos novos. E não esqueça de dar seus likes. Conto com você! Obrigado.

Janelas

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Para lá de elementos arquitetônicos, janelas: observam, segredam, velam; telas da rotina, molduras do tempo que se assiste passar, sem roteiro, ensaio... Gosto das janelas. São molduras, são telas. Debruçado nelas, o tempo assiste o tempo passar; o tempo cá de dentro, o tempo lá de fora; a rotina de cada qual e sua sina, o cotidiano são ou tão insano; as agendas a acontecerem. Os sonhos a passarem, relógios apressando, pessoas a correrem. Das janelas, assiste o filme da realidade, sem roteiro, edição, sem script, ensaio, pré-produção; material bruto da realdade; axioma, mudo grito da verdade. Relativa e tão absoluta, alteridade. Gosto tanto das janelas! Elas dizem e calam, transitam, segredam e revelam, velam. Se ainda não se inscreveu, inscreva-se em nosso canal Apon na arte do viver. , clique no sininho para escolher receber nossas notificações, ser avisado(a) dos vídeos novos. E não esqueça de dar seus likes. Conto com você! Obrigado.