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Hoje é dia de quê?


Flor de aniversário, feliz ano novo

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Aniversário; florir, raiar de mais um ano; no horizonte da vida, reluz, renova-se a dádiva do tempo. Um calendário de oportunidades aflora, floresce, nos convida a viver; refletir as chuvas do inverno, repensar as folhas outonais, apreciar a primaveril floração, dar bom proveito ao calor do verão. Degustar cada dia e semana, saborear cada mês, sem negligenciar segundos e minutos, sem descuidar das horas. Curtir os bons momentos, seguir o que for bom, dar um dislike no mau de todo o mal, compartilhar, de si, o melhor. Não se fechar ao amor, ainda quando só, amar. Não se trancar em si, não se calar, nada de ensimesmar. Não se furtar de ir; alforriar o pranto, acalentar o canto, fazer a vida sorrir. Transmutar o reverso em inspirado verso, à revelia da dor; arrimar, a rimar com flor. Flor do destino, a que se destina o cuidar; por vezes espinhosa, é a flor mais formosa de cada aniversariar.

Clima de amor, à vera

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Qual a Terra que gira, revoluciona sem cessar, amor tem clima, estação, tem certeza, tem senão. Tem tempo que é feito chuva de verão; chega num dilúvio, vai num aluvião Tem ocasião que fica invernoso, cinzento, noutra, um outono modorrento. Tem momento de primavera, em que se sente à vera, a beleza que é amar.

Bom, bom dia

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Bonjour, Good Morning, Buenos días; Aloha kakahiaka, Dobraye ootra, Ohayo gozaimaz; Buongiorno, Subbakhair… Bom dia!!! A vida é flor e dor, é rima e sina, espinho e amor. Todo dia, é dia de fazer o dia bom, encontrar do viver o tom, o dom de ser feliz; mesmo quando tudo, parece por um triz.

Amor, tão perto e tão distante

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Te encontrando me perdi, tão perto e tão distante, alhures, algures de mim. Sonhos deliram, tropeçam pensamentos, brincam miragens, vaga o amor no espaço-tempo; sem espaço e sem tempo. Presente ausência, constante inconstância, distância. Você, aqui e acolá, em toda parte e nenhum lugar, concreta abstração do meu querer. O destino, o que nos destina? Gritam ditos e silêncios. O tecido, a linha, o bordado; sentimento, pensamento, palavras... Te encontrando me perdi, tão perto e tão distante,, amor. Se ainda não se inscreveu, inscreva-se em nosso canal, clique no sininho para escolher receber nossas notificações, ser avisado(a) dos vídeos novos. E não esqueça de dar seus likes. Conto com você! Obrigado.

Jaci, Guaraci. Cadê Rudá?

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No sono de Guaraci, Tupã criou Jaci, fez a noite enluarar. Ao acordar, o rei sol apaixonou, fechou os olhos para revê-la, sem tê-la, pediu à Deus, criar o amor. Assim, Rudá foi criado; na fugaz aurora, lépido arrebol, o amor, que desconhece a luz ou a escuridão, atiça o vislumbrar enamorado; a flor do sol, o girassol o leste mira, para a poesia desse encontro admirar.

O sopro

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Espaços vazios, esparsos, vazios. Tudo e nada repousa no silêncio, na quietude; a pedra dorme, a vida sonha, Montanhas se erguem, se arrojam os mares, acorda o sol, a cor dando à paisagem. Em meio á bruma do tempo, o destino dança silente melodia; esculpe, modela, coreografa… Ensaia existir.

Os dois lobos - Aprendendo com os Cherokee

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Nossa conversa no vídeo de hoje, versa sobre a lenda dos dois lobos, atribuída aos índios Cherokee, representando as forças que coabitam cada ser humano, a luta entre o bem e o mal para nos dominar. Quem vence essa batalha? Assistam e deixem seus comentários. Se ainda não se inscreveu, inscreva-se em nosso canal, clique no sininho para escolher receber nossas notificações, ser avisado(a) dos vídeos novos. E não esqueça de dar seus likes. Conto com você! Obrigado.

O clima e o caminho

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Dorme o sonho, acorda a realidade. Não há caminho, para quem não queira caminhar; não aprecia a primavera, quem delira uma aventura de verão; não percebe os matizes do outono, quem se encharca de inverno. O tempo é vento; sopro de vida, vida de um sopro; soprar do querer, do não querer fazer acontecer; quem espera e não alcança, descansa a esperar.

Djavanear, Caetanear

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Devanear, Djavanear; o oceano. O mar, a arte, amar-te.

Pé de amor, pede amor

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Nem sempre dá a flor do nosso desejo, o fruto do nosso querer; dá no ensejo que a vida der. Solidariedade, carinho, amizade, dá boa conversa, faz bem querer; amor de verdade, dá do que der; se rega, se cuida, se ajuda a crescer. Dá num florir diverso, reverso da hora, simplesmente; aflora, alheio à estação. Bom sentimento, só faz bem a quem cultiva, quem o queira cultivar.

Felicidade

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Nada nem ninguém pode nos fazer felizes, se eu, você não se quiser, não se fizer feliz. A felicidade pode estar por um triz... A alegria, até tenta, finge ser feliz, pinta um sorriso que não um diz; só riso. Versos, passos escritos na areia; mar mareia, rareiam.

Gente girassol

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Como criança, que tudo move o seu brincar: O girassol, na infância, brinca de com o sol cirandar; gira a sós, aos sóis de cada dia. Quais os ponteiros do relógio, de leste a oeste a recrear. À noite, sonha; sem se dar conta, volta-se para o leste, num automatismo natural, no aguardar o amigo sol brincante. Mas, feito gente: Adolesce, aborrece e fica adulto, trava melancólico para o nascente; já não percebe, já não persegue o brincar do sol. Jaz; A flor que nem é flor, inflorescência, folhas, de pétalas mascaradas, em seu miolo, guarda suas flores ensolaradas. Há quem diga; que quando o céu nubla, quando a chuva cai; um girassol menino se vira para outro, para energias compartirem. Verdade ou não; uma poética, bela lição para quem deixou de ser girassol; Decresceu e desleixou, se perdeu, se esqueceu da vida a brincar; se digladia, se engalfinha, sobrevive a guerrear.

Essa mulher

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 Essa mulher que à sina assina, reedita o azar e a sorte, reescreve a História, afronta até mesmo a morte. Essa mulher que se faz aurora, mesmo quando se lhe tentam obscurecer; aflora, qual girassol que mira o sol da esperança, avança ao seu lu g ar. Escolhe suas escolhas, agenda a própria vida, decide o que fazer da sua lida. F orte, sem perder a delicadeza; firme, sem abdicar da sutileza; decisiva, sem abrir mão da leveza. Essa mulher de tantos predicados; para além da estética: engenheira, professora, advogada, médica; decidir, construir, presidir, se arvorar, para lá de onde quer chegar. S ujeito que não se sujeita, e n j eita quem lhe intenta tutelar. Não se cala ao grito, não aceita pancada, ama a quem lhe faz verdadeiramente amada; mais nada! Essa mulher…

Vida, mão dupla

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Não, não se basta o venha a nós, ir à vós é necessário. Nessa vida, que é via de mão dupla, é preciso ir e vir, trafegar de sentires, pensares e fazeres; bem dirigir nossos quereres, para não colidir com a ilusão, desilusão, bem sinalizada pelo destino. Viver é o meio, não o fim; o caminho, a lição; partilhar a estrada, compartilhar a senda; sem pressa nem letargia, sem ultrapassagens proibidas, sem a agonia de desastrar na curva sinuosa do acaso, arriscar na paisagem turva da neblina, desventurar na pista escorregadia da aventura; delirar na imprudência sedutora e inconsequente; acidentar a si e outra gente, lacrimejar do que era pra ser contente, convidar a morte pra brincar de azar ou sorte.

Mulher é mais... - 8 de março, dia internacional da mulher

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É mais que inspiração; que poesia, pintura, canção… É mulher! Sujeito que não se sujeita a objeto, objeta e vai a luta; o passo na lida, abraço na vida; mulher. É mais que peitos e vagina, bem mais que uma sina; mas que um gênero, um utensílio do lar, o reverso do que o machismo encima. Mais que parto, mais que porto; Gaia, Fênix, Héstia, Atena, Nétis… Mais que mito, rito de ser mulher. Chama que nos chama, arder da flama de um tempo novo; renovo, ressurgir, reflorir, reparir, reparar do mundo.

Um emoji? Palavras para te falar?

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Faltam palavras, falta um emoji; pra te falar de mim, pra me contar de ti. Todo dia, te mando o meu melhor bom dia, à noite, a poesia de bom sono e sonhos te desejar. É que o sentimento subverte o tempo e a razão, faz o seu próprio momento, para além das explicações, das palavras ou de qualquer emoji; acontece, no aprazar, no dialeto do coração. Não, não podemos resgatar o tempo perdido, exumar o passado, ressuscitar instantes idos, nem consertar os tantos desconsertos do caminho; mas, podemos desemudecer o não dito, alforriar os gestos contidos, reescrever o agora, fazer do futuro, aurora de nós dois.

Achego de inspiração

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Ando desinspirado, desesperado atrás da inspiração; essa mulher caprichosa, que fica cheia de prosa, quanto mais a gente a quer. Faz graça, desdenha e debocha; faz troça e nos deixa na mão. Mas, quando é dela o querer, aí não tem jeito! Fatal, a moça nos seduz e sujeita, faz nosso o seu querer. Travessa e tão traquina, a moçoila não descansa enquanto não consuma seu afã.

O armário

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Juntei num canto antigas mágoas, noutro, velhos rancores. Empilhei minhas manias e defeitos de estimação, não esqueci minhas coleções: birras, implicâncias, teimosias… Deixei o pó da rotina se acumular, as traças do cotidiano se instalarem, corroerem a vontade, aranhas tecerem tramas de desânimo e acomodação, coisas mal resolvidas se assomarem… Entulhei as gavetas de inutilidades, soterrando sonhos no fundo delas. Permiti que o mofo da mesmice se espalhasse. E não tardou, as baratas roerem minhas ilusões e desimportâncias, as tantas inutilidades que me recusei a descartar. O cúmulo: O rato da depressão espreitou minha fé e esperança. Aí, eu abri as portas do meu armário; joguei o lixo no lixo, dedetizei, limpei, arejei, perfumei; desembolorei geral! Desentulhei, desacumulei, destralhei; desatravanquei! Liberei o sonho pra sonhar, convidar, abrir espaço para tudo que seja bom chegar; se achegar o que e quem seja do bem, aconchegar o amor, arrumar a poesia ...