Postagens

Hoje é dia de quê?


Feliz aniversário!

Imagem
Você que me acorda sorrisos, que no presente do seu abraço, aperta o laço de te bem querer. Que nessa data querida, jorrem muitas felicidades, outros tantos anos de vida, na poética fonte do seu viver. Você que cativa e inspira, faz primaverar a flor que for, djavanear lilás de toda cor; um girassol, o por do só, lindo como ele sol. Hoje faz aurora um novo ano, alvorado pra você; florir da rosa do bem, sem espinhos, pra te perfumar os dias, orvalhada alegria, poesia do seu estar aqui.

Lembre do seu voto, não esqueça jamais

Imagem
Lembre do seu voto: Se a miséria e a fome passearem por suas cercanias, se uma dessas armas distribuídas a mancheias, fizerem salpicar sangue em sua roupa bacana, em sua grana; se seu condomínio fechado ou seu carro blindado não te blindarem suficientemente, se o ódio gratuito te furtar um ente querido, se os ais das dores vizinhas passarem a te incomodar; se não puderes professar sua religião, se expressar livremente… Lembre do seu voto: Se a censura começar a decidir o que você deve assistir, ler, ouvir; se uma ideologia qualquer te for empurrada goela abaixo; se desaparecidos vierem a assombrar a rotina dos seus dias, se o medo for ainda mais constante, se uma saudade democrática te afligir; se a tirania oprimir; se acordares cúmplice de tantas desditas; lembre do seu voto.

Em resumo

Imagem
Eu poderia escrever tantas coisas… Falar da vida, dizer do tempo; esses entes, essas forças que equacionam o destino, o qual nos controla, ao qual intentamos controlar; hora nos destinamos, noutra somos destinados; uma grande história, que em parte já vem pronta, outra nos cabe aprontar. Mas, há uma terceira força, capaz de reescrever a vida, o tempo e o destino; os seus encontros e desencontros, achados e perdidos, idas e vindas… Essa força é o amor, que escreve, diz, fala, ou simplesmente cala.

Aparências enganam, desenganam

Imagem
Verdade que só parece, mente; amor que aparenta, desama; bondade que arma, desalma; brandura que vocifera, dissimula; crença que descredita, desacredita; sonho que delira, enlouquece; fé que fanatiza, blasfema; saber que ensoberba, emburrece; ser ou não ser, dilema; tempo sem proveito, desatina; erro que persiste, teima; quem não aprende a aprender, desensina; querer sem peia, embrutece; maldade sem remédio, conspira; ignorância acomodada, entorpece; medo sem freio, desenfreia; o que não apraz lembrar, esquece!

Professoral - 15 de outubro, dia do professor

Imagem
Para lá de sacerdócio, para além de mero ofício; sem artifício, educador. No viver, a metodologia; na vida, a didática; no ser, a pedagogia: Alquimista dos saberes, menestrel dos afazeres, o ensinar do aprender.

Orgulho nordestino - Pra quem não gosta da gente? Oxente! É só deixar o Nordeste independente

Imagem
Nordestino é um forte, afronta o azar, enfrenta a sorte; como no dito de Euclides, cunha o seu destino; nordestino não se curva, não verga, enxerga para além “da donde” se pode ver. “Cabra da peste”, não se veste da piada alheia, não se aperreia com uma prosa qualquer, não come “migué” de “dotô” ninguém. Faz da lida a sua vida, e não duvida do que é capaz; leva o viver em prosa e verso, sem medo do inverso, faz do seu querer o certo, o acerto do existir. Não gosta de conversa fiada, tem a língua afiada no seu dizer.

A poesia, o poema

Imagem
Na arte: Desenho, pintura; poesia das formas, traços, das cores; música, poesia do som, cinema, teatro; poesia dos falares e gestos, dança, poesia dos movimentos, artesanato, poema das mãos, poesia, poema; é a arte que não cabe em si; desenha e pinta, toca, canta, encena e dança; encanta. No humano: Amor, a poesia da alma, paz, poema da calma; fé, poesia de confiar, esperança, poema do acreditar; otimismo, poema do não desesperar, vitória, poesia de insistir, persistir e perseverar; vida, poema do existir, sorriso, poema da felicidade, lágrima, poesia de dor ou saudade, dignidade, poesia do caráter, ilusão, poesia da miragem, depressão, ausência de poesia,

Eu voto - Voto nulo, só anula a sua cidadania. Apenas os votos válidos, valem

Imagem
Eu voto: pela preservação da natureza, pela beleza da cortesia e equilíbrio das palavras e gestos. Eu voto: pelo ânimo de um povo que ama e se desarma, pelo respeito à sexualidade, gênero, etnia, família alheia, pela liberdade de expressão, expressa em favor do bem pela ciência que salva da ignorância, pela educação de inteligente elegância,, pela vacina contra todo mal.

Democrática primavera - Setembro, flores do bom e do bem; amadas, desarmadas

Imagem
Abaixo do equador: Vermelhos e amarelos florindo em paz, colorir do verde que esperança, do azul que traz bonança, brancos angelicais. Vicejam flores, florejam amores, curando ódios e dores; cores primaveris. Desensombrando, desassombrando; setembro achega, dissipa as nuvens invernais, exorciza maus humores infernais. Versejam os campos uma poesia amada, desarmada floração, que convida a gente pra florir a vida, dar a colhida, ao bem, o bom, à renovação.

Deus salve a rainha!

Imagem
Elizabeth. Na vida, a real realeza, não está na riqueza, que fica por cá; pro lado de lá, voga o ser, não o ter ou estar. Vige o tesouro da alma, o ouro da calma que a consciência abonar.

Eita! Eta! Êta lelê!

Imagem
Êta lelê! Vai na arte da poesia e na poesia da arte, inspirando, conspirando com o bom de todo o bem. Êta lelê! No círculo virtuoso, na prosa e no verso, num reverso fabuloso; na rima que arrima, criativa obra prima, na arte da vida, no viver a recriar. Êta lelê! Que canta e dança, esperança; pulsa na canção, a cor dá a cada dia, faz bater o coração. Êta lelê! Pra quem chega e vai ficando, se achegando, nessa arte que transborda aqui.

Carla Cantares Visi - Uma homenagem

Imagem
Homenagem para a Carla Visi, aniversariante de 31 de agosto, poema com títulos de músicas cantadas por essa grande artista. Especialmente escrito para o Vai Na Arte de nossa amiga Eliana Aquino. Abre coração com cheiro de festa, amor não é brinquedo, nenhum aviãozinho; vai sacudir, vai abalar, viva intensamente a dança da sensual. Êta vida muito louca! Pura adrenalina. Alamalê, para além da canção, Andar com fé; aqui e agora, seguir nesse arrastão do amor. Batuque me leva! Bye, bye solidão. África mulher; charme, suingue e sedução. O coração bateu com crença e fé, é demais meu rei! Desejo e sedução; Canto Ao Pescador, claro, é amor cigano, é dia de festa, geleia Geral, que é tão bom. Fácil de entender: Está na cara, está na cura; eu te amo! Seu jeito faceiro, sem qualquer lero-lero. Quero ficar com você, curtir o canto da cidade, onde o eterno Deus Mu dança até o vira. Olha eu aí na Patuscada de Gandhi. Salvador, Salvador pega no balanço, todo mundo dança, não é um lugar comum; p...

Rosa linda, longeva vida

Imagem
Rosa linda, flor do tempo, longevo viver que se quer; perfume da vida, espinhos da lida, o florescer; o merecer aqui estar. Flor de gente, humano tempo a reflorir; a cor dar de eternidade, fragmento de infinito, o seu viver, dom mais bonito, arte do ser a aqui estar.

Caracteres do amor

Imagem
O amor não polariza com nada nem ninguém, simplesmente, ama. Não tem religião nem ideologia, não se arma nem desama, não se presta a verborragia. Não se acha, por isso, não costuma se perder; eleva, constrói, releva. Não mente, não falseia; não impõe, propõe, semeia!

Está bem escrito

Imagem
Para além das estrelas, está escrito nas linhas tortas onde Deus escreve certo, na palma da mão do tempo, onde o destino escreve: que o amor humanize, e breve. Está impresso nas pétalas do malmequer, na sorte do humano bem querer; grafado, gravado nas fibras do coração, marcado na alma, projetado na imensidão.

Raulzito, nos títulos do maluco beleza - Uma homenagem á Raul Seixas

Imagem
Com títulos de suas canções, versamos a metamorfose ambulante, que foi, é e sempre será o roqueiro que nasceu a dez mil anos atrás, para ser a mosca que pousou em sua sopa. Eu nasci a dez mil anos atrás, não me deixo levar por ouro de tolo; sendo uma metamorfose ambulante, não me canso de repetir: Tente outra vez! Meu amigo Pedro, não aceito ser um carimbador maluco, dessa sociedade alternativa; um cowboy fora da lei, a misturar capim guiné com a maçã e no canto da minha morte, lamentar o dia em que a Terra parou. Viver é se fazer prelúdio, uma lua bonita, o trem das 7, encontrar o ponto sem medo da chuva. Ofertam ao povo um banquete de lixo, verdadeiro diamante de mendigo, eta vida! Quando acabar o maluco sou eu, eu também vou reclamar; mosca na sopa, rock das aranhas… por quem os sinos dobram, Al Capone? Aluga-se a lei, as profecias; como vovó já dizia: quando você crescer… Abre-te Sésamo! Conversa pra boi dormir. Sou o que sou; a geração da luz, o segredo da luz; aquela coisa,, ...

Cura poética - Arte, para sarar o pensar, o sentir; a vida

Imagem
O lado de dentro, o lado de fora; a folha, a escolha, a porta que aparta o ser e o estar; sair ou entrar, partir, chegar, sim ou não, um talvez que se desencontre; sem porto, sem parto, nalgum “deslugar”. Deixar passar o que já passou, o que, quem não ficou; se ir, passar adiante, despir o pretérito guante, deixar o agora, o futuro passar. desestressar, desestagnar, desacomodar! Desensombrar, desassombrar, curar!

Estado democrático de direito, sempre! Fora da democracia, não há salvação.

Imagem
Sem cristão de araque, sem democrata mandrake, sem cédulas que se fraude, sem mentiras de verdade, sem desonesta falsidade. Sem deboche e cinismo, sem inventar eufemismo; respeito ao resultado das urnas. Sem flertar com o fascismo, obediente à constituição, sem treta, mutreta, ou casuísmo, reverenciando cada instituição. Nada de enrustido moralismo; nem armas nem ódios, negacionismo, armação, opróbrios; sem populismo, sem enganação.