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Hoje é dia de quê?


O bem e o mal

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O bem é o bem; o mal, intenta ser qualquer coisa. O bem, estreita laços; o mal, espreita os abraços. O bem é de verdade; o mal, todo trabalhado na falsidade. O bem é como chuva que fecunda; o mal, estiagem, aridez profunda. O bem reluz; o mal, ensombra, assombra, obscurece; furta luz. O bem se revela; o mal, dissimula. O bem vacina, o mal adoece; um ensina, o outro entorpece. O bem é fluxo constante, o mau, refluxo nauseante. O bem segue, vai em frente; o mal, paralisa, atravanca e persegue. O bem pensa; o mal, sonega, renega, se nega o pensar. O bem, independe de rótulo religioso; o mal, finge a religiosidade de quem enseja seduzir. O bem paira acima das ideologias; o mal, carece de uma para dividir, polarizar, embrutecer. O bem ama; o mal, arma e desalma.

Gigante gentil, Tremendão

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Tremendão o gigante gentil; sentado à beira do caminho, com seu amigo de fé, irmão camarada; contemplava a cavalgada para além do horizonte. Afinal, é preciso saber viver, não ser mais um na multidão, cuidar de sua gatinha manhosa (a minha, é uma “oncinha”!). Mulher, minha superstar; será mentira ou será verdade, mesmo que seja eu com minha fama de mau. Detalhes! Com você no coração, um convite para nascer de novo; feche os olhos, imagine sementes do amanhã, se você soubesse…

É jogo, é vida

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O mundo gira, rola a bola, embola o jogo da vida; ganhar ou perder, faz parte da lida que é viver. Vestir a camisa do acreditar, esperançar e aprender; driblar o adverso, fugir da retranca, franca ofensiva, compor o verso do gol do bem.

Tempo; mais alma, mais calma, mais amor

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Florir a flor do tempo, para aflorar a flor do amor. O beija-flor, que a flor beija, almeja o néctar do viver; mais alma, menos arma, calma; muito mais amor. Sem ódios nem opróbrios, a borboleta faz-se flor que voa; para além do círculo estreito, do casulo o defeito, de se lhe fazer ensimesmar; romper as tramas, os dramas, crisálida a se libertar. Virtuoso ciclo da vida, nos convida a flor do tempo, pro tempo de desabrochar; beijar a flor da esperança, esperançar o tempo a borboletear. Tudo passa e o tempo passageiro, passa ligeiro, para a gente passarinho, entender, aprender; todos os males, passarão. Tempo que é flor borboleta, pássaro que “solfeja”, enseja; mais alma, menos arma, calma; muito mais amor. Se ainda não se inscreveu, inscreva-se em nosso canal Apon na arte do viver. , clique no sininho para escolher receber nossas notificações, ser avisado(a) dos vídeos novos. E não esqueça de dar seus likes. Conto com você! Obrigado.

Gal, o nome

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Uma homenagem, um poema com títulos de músicas interpretadas por Gal Costa, a grande voz que hoje se calou, calando o Brasil. *** Frio na espinha da Tropicália; triste, pensar um dia de domingo, sem chuva de prata, nem festa do interior. A morte, como vaca profana, sem álibi, nos furtou o sorriso do gato de Alice, levou num vapor barato a modinha para Gabriela, descoloriu a aquarela do Brasil. Um sonho meu, se foi numa estupidez para além do divino, maravilhoso. A pele do futuro, flor de maracujá, uma força estranha. Canta Brasil! Baby, seu nome é Gal. Se ainda não se inscreveu, inscreva-se em nosso canal Apon na arte do viver. , clique no sininho para escolher receber nossas notificações, ser avisado(a) dos vídeos novos. E não esqueça de dar seus likes. Conto com você! Obrigado.

Brasil, um sonho estranho

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Esquisito, mefisto; gente armada, desalmada, mal amada; municiada de ódios, delirando por um mito, sinistro rito. Falsos neocristãos, forjados na raiva e no preconceito, abusando do nome de Deus em vão. Nordestinos, gays, indígenas, mulheres, pobres, opositores, vacinados, artistas, cientistas, pensadores; todos, filhos da pauta negacionista, infame lista; fascista, neonazista, falso moralista... Mentiras mal paridas, adestrando a não pensar; autômatos teleguiados, lobotomizado gado, desonestamente toado, destoado da realidade. Iludidos, mal intencionados... A fome fazendo graça, desgraça a grassar. Batendo palma pra maluco, o Brasil em triste surto, susto, natureza a devastar.

Brasil de volta

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De volta, nossos símbolos, nossas cores, os bons valores de todos nós; Vestir o amarelo sem passar vergonha, o verde sem remeter à peçonha de desamar. Amor, posto à frente do “Ordem e progresso”, pra não ter regresso o odiar. Nossa bandeira, sem partido, compartindo um país, que se desarma e ama, conclama a se amar. Para além de credos e etnias classes, gêneros, sexualidade... para lá das ideologias; sem contingências, continências, poesia diversa de todo versar. Sem donos, sem quem se adone, só para fazer danar.

Feliz aniversário!

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Você que me acorda sorrisos, que no presente do seu abraço, aperta o laço de te bem querer. Que nessa data querida, jorrem muitas felicidades, outros tantos anos de vida, na poética fonte do seu viver. Você que cativa e inspira, faz primaverar a flor que for, djavanear lilás de toda cor; um girassol, o por do só, lindo como ele sol. Hoje faz aurora um novo ano, alvorado pra você; florir da rosa do bem, sem espinhos, pra te perfumar os dias, orvalhada alegria, poesia do seu estar aqui.

Lembre do seu voto, não esqueça jamais

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Lembre do seu voto: Se a miséria e a fome passearem por suas cercanias, se uma dessas armas distribuídas a mancheias, fizerem salpicar sangue em sua roupa bacana, em sua grana; se seu condomínio fechado ou seu carro blindado não te blindarem suficientemente, se o ódio gratuito te furtar um ente querido, se os ais das dores vizinhas passarem a te incomodar; se não puderes professar sua religião, se expressar livremente… Lembre do seu voto: Se a censura começar a decidir o que você deve assistir, ler, ouvir; se uma ideologia qualquer te for empurrada goela abaixo; se desaparecidos vierem a assombrar a rotina dos seus dias, se o medo for ainda mais constante, se uma saudade democrática te afligir; se a tirania oprimir; se acordares cúmplice de tantas desditas; lembre do seu voto.

Em resumo

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Eu poderia escrever tantas coisas… Falar da vida, dizer do tempo; esses entes, essas forças que equacionam o destino, o qual nos controla, ao qual intentamos controlar; hora nos destinamos, noutra somos destinados; uma grande história, que em parte já vem pronta, outra nos cabe aprontar. Mas, há uma terceira força, capaz de reescrever a vida, o tempo e o destino; os seus encontros e desencontros, achados e perdidos, idas e vindas… Essa força é o amor, que escreve, diz, fala, ou simplesmente cala.

Aparências enganam, desenganam

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Verdade que só parece, mente; amor que aparenta, desama; bondade que arma, desalma; brandura que vocifera, dissimula; crença que descredita, desacredita; sonho que delira, enlouquece; fé que fanatiza, blasfema; saber que ensoberba, emburrece; ser ou não ser, dilema; tempo sem proveito, desatina; erro que persiste, teima; quem não aprende a aprender, desensina; querer sem peia, embrutece; maldade sem remédio, conspira; ignorância acomodada, entorpece; medo sem freio, desenfreia; o que não apraz lembrar, esquece!

Professoral - 15 de outubro, dia do professor

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Para lá de sacerdócio, para além de mero ofício; sem artifício, educador. No viver, a metodologia; na vida, a didática; no ser, a pedagogia: Alquimista dos saberes, menestrel dos afazeres, o ensinar do aprender.

Orgulho nordestino - Pra quem não gosta da gente? Oxente! É só deixar o Nordeste independente

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Nordestino é um forte, afronta o azar, enfrenta a sorte; como no dito de Euclides, cunha o seu destino; nordestino não se curva, não verga, enxerga para além “da donde” se pode ver. “Cabra da peste”, não se veste da piada alheia, não se aperreia com uma prosa qualquer, não come “migué” de “dotô” ninguém. Faz da lida a sua vida, e não duvida do que é capaz; leva o viver em prosa e verso, sem medo do inverso, faz do seu querer o certo, o acerto do existir. Não gosta de conversa fiada, tem a língua afiada no seu dizer.

A poesia, o poema

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Na arte: Desenho, pintura; poesia das formas, traços, das cores; música, poesia do som, cinema, teatro; poesia dos falares e gestos, dança, poesia dos movimentos, artesanato, poema das mãos, poesia, poema; é a arte que não cabe em si; desenha e pinta, toca, canta, encena e dança; encanta. No humano: Amor, a poesia da alma, paz, poema da calma; fé, poesia de confiar, esperança, poema do acreditar; otimismo, poema do não desesperar, vitória, poesia de insistir, persistir e perseverar; vida, poema do existir, sorriso, poema da felicidade, lágrima, poesia de dor ou saudade, dignidade, poesia do caráter, ilusão, poesia da miragem, depressão, ausência de poesia,

Eu voto - Voto nulo, só anula a sua cidadania. Apenas os votos válidos, valem

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Eu voto: pela preservação da natureza, pela beleza da cortesia e equilíbrio das palavras e gestos. Eu voto: pelo ânimo de um povo que ama e se desarma, pelo respeito à sexualidade, gênero, etnia, família alheia, pela liberdade de expressão, expressa em favor do bem pela ciência que salva da ignorância, pela educação de inteligente elegância,, pela vacina contra todo mal.

Democrática primavera - Setembro, flores do bom e do bem; amadas, desarmadas

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Abaixo do equador: Vermelhos e amarelos florindo em paz, colorir do verde que esperança, do azul que traz bonança, brancos angelicais. Vicejam flores, florejam amores, curando ódios e dores; cores primaveris. Desensombrando, desassombrando; setembro achega, dissipa as nuvens invernais, exorciza maus humores infernais. Versejam os campos uma poesia amada, desarmada floração, que convida a gente pra florir a vida, dar a colhida, ao bem, o bom, à renovação.

Deus salve a rainha!

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Elizabeth. Na vida, a real realeza, não está na riqueza, que fica por cá; pro lado de lá, voga o ser, não o ter ou estar. Vige o tesouro da alma, o ouro da calma que a consciência abonar.

Eita! Eta! Êta lelê!

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Êta lelê! Vai na arte da poesia e na poesia da arte, inspirando, conspirando com o bom de todo o bem. Êta lelê! No círculo virtuoso, na prosa e no verso, num reverso fabuloso; na rima que arrima, criativa obra prima, na arte da vida, no viver a recriar. Êta lelê! Que canta e dança, esperança; pulsa na canção, a cor dá a cada dia, faz bater o coração. Êta lelê! Pra quem chega e vai ficando, se achegando, nessa arte que transborda aqui.