Mentira. A grande "verdade" - A arte da vida. Apon HP


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quinta-feira, 16 de outubro de 2014

 

                    Mentira. A grande "verdade"              

     

... publicidade de Governos e a propaganda política, parecem tiradas do seriado americano MacGyver (Profissão perigo), exibida entre a década de 1980 e 1990. Tapeação pura, tipo fora da irrealidade não há salvação...

Antonio Pereira Apon.


Protesto no Congresso Nacional.

Se vivo, Goebels, chefe da propaganda nazista, sentiria grande orgulho por ter conseguido tantos "Discípulos" na política e na gestão pública em todo o mundo. Mas no Brasil com especial relevância: "Uma mentira repetida muitas vezes passa a ser verdade".


Aqui na "Pinoquilândia" tupiniquim, o sujeito mente com a mesma naturalidade com que respira. É graduado em dissimulação, pós-graduado em inverdades, Mestre em lorotas, Doutor em mitomania e termina pós-doutorado em "conversa mole para boi dormir".


Se metade do que político fala fosse verdade, já estaríamos exportando petróleo para o Oriente Médio, o Cidadão ficaria curado de qualquer doença só em entrar em um hospital do SUS, viraria doutor só em olhar para fachada de Escola Pública, comeria caviar, todos teriam casa de novela Global, assalariado andaria de Ferrari, aposentado do INSS viveria em cruzeiros pela Europa, teríamos trem bala para New York.

Forneceríamos eletrônicos para o Japão e bugigangas para a China, andaríamos por ruas e estradas ricamente atapetadas, o Real substituiria o Dólar, o Banco Central do Brasil ditaria as regras da economia internacional, teríamos segurança pública, mobilidade urbana, blábláblá, blábláblá... ...

A publicidade de Governos e a propaganda política, parecem tiradas do seriado americano MacGyver (Profissão perigo), exibida entre a década de 1980 e 1990. Tapeação pura, tipo fora da irrealidade não há salvação (ou não se ganha eleição).


Outro que experimentaria especial regozijo com seus "seguidores" cá dos trópicos, seria Nicolau Maquiavel – (1469-1527), aquele do "Os fins justificam os meios". Com essa dupla inspiração do balacubaco como única e real ideologia, só podia dar em politicagem, farisaísmo político. E o povo? Como diriam dois personagens do genial Chico Anísio: Célia Caridosa de Melo "o povo é só um detalhe", Justo Veríssimo "quero mais é que pobre se exploda". Como "a vida imita a arte" e a recíproca é verdadeira. Justo Veríssimo é "encarnado e esculpido" o perfil de grande parte de nossos (in)fiéis representantes.



(Postado aqui em 05 de maio de 2011).





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