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Mostrando postagens de fevereiro, 2013

Hoje é dia de quê?


A vida a olho nu

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Há quem queira ver a vida, como quem olha por um caleidoscópio e seus coloridos, outros desejam congelar o olhar naquela foto, naquele cromo semitransparente dentro do seu velho monóculo. Existem os que buscam a vista de microscópios, lupas, telescópios, binóculos... Ainda temos as almas míopes, hipermetropes e seus óculos, os óculos excessivamente escuros, os antiquados monitores monocromáticos... Mas o viver e entender verdadeiramente o estar aqui, é uma paisagem a olho nu.

Onde está a esperança

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No futuro que hoje construímos (ou ajudamos a desconstruir), encontraremos a esperança realizada. Ou não. No real cuidar da infância, na justa justiça, no educar a ignorância. No lucro sem usura, na política sem dolo, no estímulo à cultura. No respeito à diversidade, no voto consciente, na arte de qualidade. na lei feita para “pegar”, na fé que não cega,

O "Autor desconhecido"

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Célebre eufemismo, usurpador anonimato, ideológica falsidade. Onipresente ausência da verdade, deslealdade com o real autor: Ignorado, desrespeitado, esquecido, destratado... Autor desconhecido??? Alterego do desconhecimento, de quem não sabe ou não procurou saber! Citar o afamado desconhecido, Pode revelar culposa ou dolosa ignorância; dar crédito a uma incógnita, a um X fora de questão, anomalia, inequação. É GENI sem Chico, uma pedra sem Drummond, outra pedra sem Apon .

Cadê a folia que estava aqui? A realidade comeu!

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Finda em cinzas a ilusão, a realidade despe a fantasia. Dissipa-se a miragem, desperta a paisagem do dia-a-dia. Quarta, quaresma, desilusão. O cotidiano, pisoteia as máscaras no chão, varre confete, alegoria, serpentina...

A pressa se foi

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Pressa. Distorção do tempo, que nos joga na ciranda louca da vida. Apreçar, apressar que nos furta de nós, dos outros, do que tem real valor. O tempo passou depressa, a pressa, com ele se foi. Da agenda lotada, do calendário corrido, da ambição desmedida... Restaram os sorrisos não sorridos, os abraços não dados, as palavras engasgadas, as amizades não cuidadas... Ficaram as férias sempre adiadas, a carência de ócio, o inadiável negócio, o substituto para o “insubstituível”...