A pedra. Uma prosa da poesia - A arte da vida. Apon HP



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segunda-feira, 25 de novembro de 2013

 

                    A pedra. Uma prosa da poesia              

     

... o distraído a tropeçar, a insanidade do bruto a depredar a vida, a matéria do empreendedor alicerçando objetivos; é o apoio para o descansar do lidador, presta-se a ludicidade infantil, a poética de Drummond, ao destemor de um Davi ante a adversidade, o artista fazendo florescer dela a prima arte, é o uso de cada homem em todos os casos, dando um significado...


Antonio Pereira Apon.


Pedras.


Comumente, o mal ou o bem não está numa coisa por si só, o destino que lhe dá a mão humana, é que faz toda a diferença; como o remédio que pode matar ou o veneno que consegue curar. A pedra, um dos primeiros objetos trabalhados e utilizados pelo homem, experimenta essa dual versatilidade: Construindo ou destruindo, protegendo ou ferindo...O meu poema: A pedra. (Que aparece na internet em formas de plágios) faz uma síntese da relação humana com sua plural singularidade: é o distraído que vive a tropeçar, a insanidade do bruto a depredar a vida, a matéria do empreendedor alicerçando seus objetivos; é o apoio para o descansar do lidador, presta-se a ludicidade das crianças, a poética de Drummond, ao destemor de um pequeno Davi ante a adversidade gigantesca; o artista fazendo florescer dela a prima arte, é o uso de cada homem em todos os casos, dando um significado peculiar a sua pedra:


O distraído, nela tropeçou,

o bruto a usou como projétil,

o empreendedor, usando-a construiu,

o campônio, cansado da lida,

dela fez assento.

Para os meninos foi brinquedo,

Drummond a poetizou,

Davi matou Golias...

Por fim;

o artista concebeu a mais bela escultura.

Em todos os casos,

a diferença não era a pedra.

Mas o homem.


Assim, a inimizade segue erguendo muros, enquanto a amizade constrói pontes. O hábil joalheiro, descobre na bruteza rústica do mineral, a preciosidade da joia. Já o desinteligente beligerante...


A natureza inspirou a sabedoria popular a desmentir a rigidez “absoluta” da pedra num ditado de aparente superficialidade: “Agua mole em pedra dura, tanto bate até que fura”. Não é a pedra que faz o homem, é o homem que “faz” a pedra, faz da pedra, dá-lhe uso, destino... E você? O que faz com a sua pedra?


Ferindo a lei 9.610 (Direitos autorais). Esse meu poema: A pedra. Circulava como de autor desconhecido ou com o nome de plagiadores. Agora aparece como de Chaplin, Renato Russo, Fernando Pessoa, sem citar a autoria...<br />O real autor é Antonio Pereira (Apon). Todos os esclarecimentos em: http://www.aponarte.com.br/2007/08/pedra.html


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8 comentários:

  1. Lindo poetar, a pedra realmente tem inúmeras formas de ser utilizada, depende de quem a usar, eu amo a pedra bruta, diamante que com o lapidar fica em brilhos que pode ofuscar, mas essa pedra é só para apreciar, ver a beleza que há na natureza a reinar!
    Lindo seu poetar amigo Antonio!

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    Respostas
    1. Lapidar a pedra ou lapidar com a pedra. Cada um faz a diferença.

      Obrigado. Um abração.

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  2. No dia em que o HUMANO for VALORIZADO e, se VALORIZAR, teremos as mais belas esculturas emocionais circulando entre nós! Lindo e filosófico poema! Obrigada pela leitura do mesmo!
    Abraço.

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    Respostas
    1. Bonito isso: "esculturas emocionais". Um dia a humanidade aprende.

      Obrigado. Um abração.

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  3. Olá meu caro,

    o seu poema é um marco das suas palavras. É a sua pedra! É a sua forma de fazer uso da pedra transformá-la em poema. Belíssimo!

    O plágio? Uma pedra no caminho? Não, uma cabeça de pedra no meio do caminho...
    O mundo é mesmo cheio de pedras!!!

    Grande abrao meu caro, sempre um prazer te ler

    Leila Rodrigues

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    Respostas
    1. Uns são caminho, outros pedra; o plágio, descaminho. Nós, de tudo e todos fazemos poesia.
      Obrigado. Um abração.

      Excluir
  4. Olá Antonio,
    A pedra e suas possibilidades!
    Plágio? Imbecilidade! Incompetência...
    Seja muito feliz!
    Beijos!

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Depois de 14 anos, atendendo a pedidos, estamos republicando Essência. Nessa segunda edição, incluímos o subtítulo: O livro do poema: A pedra. O distraído nela tropeçou... Numa referência ao nosso poema integrante dessa publicação, que, absurdamente, tem aparecido na internet com o nome de autores famosos: Fernando Pessoa, Renato Russo, Chaplin... Ou plagiadores. No endereço: (http://aponarte.com.br/apedra), o amigo leitor encontra todos os esclarecimentos, inclusive algumas das formas de como o plágio tem se apresentado.

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