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Mostrando postagens de janeiro, 2015

Hoje é dia de quê?


A pena sem pena

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“Tribunais” das ruas. Morte sem pena; apena a “meritíssima” impunidade. Na promotoria, a barbárie! No júri? A omissão. Advogam, a inconsequência e o descaso. Ninguém está imune! A violência impune; mata qualquer um, abate como um qualquer. Delay permissivo da lei

As duas faces da mesma porta

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Uma é chegada, a outra, partida. Duas faces distintas, a mesma porta. Guardam o pretenso começo e o suposto fim, a nossa incompreensão da realidade da vida; a apercepção que o tempo experimentado, é apenas passagem, rito de aprendizado... Nascer e morrer, reencarnar e desencarnar; usual check-in de nossas tantas viagens, nossas idas e vindas entre o finito e o infinito, material e espiritual. Tudo passa. Inclusive nós mesmos! Passageiros de um instante que apelidamos de presente.

Por Deus. Pela liberdade... Eu sou Charlie!

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A arte precisa ser livre, livre a imprensa, livre expressão. Não aos fanáticos ruminando terror. Não aos intolerantes que vomitam horror. Não a essa demência! Prima da loucura, filha da ignorância... Gente que mata e morre sem razão; abantesmas tacanhos, anencéfalos zumbis; intentam o céu, chafurdam no fel; ensombram, assombram, abusam do nome de Deus em vão.