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Mostrando postagens de setembro, 2017

Hoje é dia de quê?


Acordei! ...

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Acordei. O silêncio gritava entre os sons naturais da manhã. A brisa brincava serena, despertando odores florais; cheiro de mar, pão assando, café coando... Aromas de vida despertando a química perfumosa do dia. Nem buzinas nem beeps, sirenes nem burburinho. Nada de rádio ou TV, internet, celular… Só o marulho das ondas vagantes, o farfalhar das folhas e o silêncio sem pressa a declamar sua poesia. Um resto de arco-íris, dava conta da breve chuva que passou. Um alvor impressionista, salpicava cores acordando a paisagem. Dois olhos morenos, despertavam sentimentos sonolentos, mal dormidos no tempo. Aqueles sorrisos de outrora, esquecidos no baú das lembranças perdidas. O mundo cabia na circunferência de um abraço e o universo no laço entre nós dois. A vida inspirada a cantar, tecia uma eterna primavera. Sonhos orvalhados de esperança, voavam desapreçados. E sem preço o coração rebrincava de contente… Mas… Acordei! Bom dia!

Amizade acalanto, contento de contentar

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No blog Filosofando na vida , a professora Lourdes nos convida a escrever uma frase, um verso… Sobre uma imagem que ela postará aos domingos. Acima, a imagem dessa semana. Abaixo, a minha segunda participação nessa “brincadeira” intitulada: Poetizando e encantando . Amizade é encontro, é laço, colorir do abraço pra gente se dar; Florir da alquimia, rosada poesia, magia do reencontrar.

A rima mira, arrima, arma amar

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Vida, poesia a brincar. Ávida vida a poetar. A rima mira, arrima, arma amar. Aflora a flora, cá dentro e lá fora, primavera a aflorar.

Mãos, coração. Poetizando e encantando

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... Amor, a flor do céu, o sol. Mãos que são, que estão, mãos que se dão; coração, cor da ação, oração. Pulsa o pulso... Antonio Pereira Apon. No blog Filosofando na vida , a professora Lourdes nos convida a escrever uma frase, um verso… Sobre uma imagem que ela postará aos domingos. Acima, a imagem dessa semana. Abaixo, a minha primeira participação nessa “brincadeira” intitulada: Poetizando e encantando . Mãos da vida, linda lida do viver. Mãos que aprazem, mãos que fazem o coração bater.

Cadê

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Onde anda o amor? ... aqui? ... ali? ... no se foi ou no porvir? no agora? ... no há de vir? Será que existe?! ou é mera fantasia? ... onde anda o tal do amor??? Tantas guerras, tantos guetos,

Míngua a língua, jaz sem jaez

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À míngua a língua jaz, derradeira flor do lácio, epitáfio sem jaez. Sem Pessoa nem Rosa, sem Drummond ou Camões; parca poesia e pouca prosa, abundância dos senões. Sem seus portugais, seus Brasilis… Nada há mais! O S devorado em seus plurais, o R inventado; tão demais… O gerúndio infinitivo, o relativo internetês. É a rima precária, a musiqueta ordinária, o modismo da vez. A gíria mal dita, maldizente “neoportuguês”. O popular popularesco, inculto tão burlesco; inverso do verso, reverso talvez. O desvalor celebrizado, desqualificar do saber; o ser, martirizado, glamorizar do parecer.