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Mostrando postagens de julho, 2021

Hoje é dia de quê?


Poético clima

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Bem querer de um clima bom; com perfume de primavera, inspiração de verão, sabor de outono e frescor de inverno. O clima no clima certo, não incerto, poético! Reverso: do planeta tornado estufa, do "desprogresso", seus fartos flatos; mal aquecida estupidez. A grana e sua sanha, mesquinha, tacanha; desmatando, devastando, chacinando o porvir. Fumam automóveis, chaminés, freons, aerossóis, a ambição de hodiernos coronéis. Clima extremo,

Boa noite! Felizes sonhos, dias bons

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A paisagem adormecida, vem aos sonhos dar guarida; convida a vida pra sonhar. Na poesia dessa hora, o corpo dorme, a alma aflora, se projeta, se desdobra; ganha asas pra voar. No sonhar tudo é possível, até o impossível realizar; viajar no espaço-tempo, versar o consolo, o alento, onírico caminhar. Vagar do pensamento, sentimento, lua, estrelas, firmamento; quereres a querer-se realizar.

Sou mais você

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Sou mais você: Que não julga as pessoas pelas aparências, pelos títulos, pelo ouvir dizer, nem pela "força da grana, que ergue e destrói coisas belas". Que não se faz cego aos defeitos dos amigos, nem menospreza as virtudes dos eventuais inimigos. Que tem a perfeita noção de que gente e rosas, possuem "espinhos". Mas que nem por isso, deixam de ser gente e rosas.

Poema para o amigo - Feliz dia do amigo!

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Amigo, é o incondicional afeto, que não falta, quando tudo mais já faltou. É alguém além do tempo, da distância... Independe da genética, ignora a estética, não vê classe social. Não importa raça ou credo,

Bom dia! Feliz dia bom

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Como o sol que dá bom dia, nos desejo um dia bom; alvorar do bem, da esperança, um arrebol de muito amor. Que nesse dia inédito, demos ao nosso melhor um crédito, esperançar humanizador.

Imaturidade

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Muitas pessoas. Feito criança que perdeu seu brinquedo; contrariadas, contrariam a realidade. Fazem birra, batem o pé contra a verdade. Vitimizando-se,

Moenda da vida

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Moinho da vida, a mó do tempo, moendo a lida; moenda viva, nosso viver. Moendo a sina que a gente assina.

No tempo que o tempo der

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Plantar, colher, acolher a flor do tempo, no tempo que o tempo der. O destino semeia, sopra qual o vento. Quem semeia alegria, colhe o sorriso da poesia; quem espalha o adverso, recolhe o verso da dor e agonia.

Telas

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Bem usadas, soluções. Mal usadas, desconexões. Telas seduzem, cativam; aprisionam, escravizam. São virtualidades conexas, desconexas realidades. Na luz azul da tela colorida, o descolorir da vida, descolorida apercepção. Facilidades que entorpecem, adoecem complicantes. São concretas ilusões, inconcretas irrealidades, artificialidades cambaleantes; o toque frio na tela frígida, fingida, abusiva pseudomodernidade. Distantes mais próximos, que os próximos tão distantes; atidos, alienados, contidos em suas telas. Pra fora, a banda larga, pra dentro, a senda estreita, desarvorar da tela, tanta loucura a espreitar. Gente que sabe de tudo, sem saber de nada, solidão conectada; tela que une, desune, reúne a solitária inumanidade. Mas telas só são telas, o bem ou o mal, é o que fazemos delas, telas que dizem, ou desdizem de nós.

Dois de julho. #FiqueEmCasa

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Não, o vovô não está ficando broco, por querer ver o caboclo passar; louco anda o mundo, esse vírus imundo, que veio à parada parar. Não tem fanfarra nem farra, nem filarmônica a tocar; nada de dança ou retreta, só essa treta de se isolar. Não tem desfile nem protesto, até o feriado, foi antecipado; nos foi furtada a alegria de comemorar. Independência da Bahia, real brasileira alforria; mas não tem celebração, não, não se pode aglomerar. Rua vazia, rotina vadia, contaminação à espreita, pandemia a espreitar Lá se foi o São joão sem folguedo, o dois de julho vai sem festejo e o carnaval, ameaça a folia “desfoliar”. Eita peste da moléstia, esse bicho que não presta, infesta a Viralizar.