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Mostrando postagens de setembro, 2021

Hoje é dia de quê?


Coisa de criança

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Na dicotomia entre "coisa de adulto" e "coisa de criança", vamos trancando, maltratando nossa criança interior. Para não nos sentirmos infantilizados, assumimos a postura infantil de abrir mão da ludicidade, da simplicidade, espontaneidade e outras tantas coisinhas que trazem felicidade, bem-estar, leveza, suavidade para o viver. Depois: entristecidos, deprimidos, ensimesmados... Negamos o menino, a menina que tenta sobreviver dentro de cada um de nós. Apercebidos que felicidade é bem, "coisa de criança"; da nossa criança que quer brincar, viver.

Uma boa noite

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Natureza adormecida, convida à madorna a cidade; contrariada, a rotina se recolhe, acolhe o cotidiano o desapressar. O corpo pede cama, a alma pede calma; o espírito se projeta, desdobra-se o inconsciente, despe o consciente, veste o onírico. Sonha, viaja, busca; persegue o eu lírico do seu melhor;

Conhecidos desconhecidos

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Nos conhecemos, nos desconhecemos há tanto tempo. Refugiados no silêncio: Nossos sentimentos não disseram nada, nossos pensamentos não falaram tudo. Mudos; não fomos além, ficamos aquém de nós dois. Absortos, vagamos entre pegadas sopradas pelo tempo, vento devorador de primaveras; das flores não plantadas nem colhidas, dos sonhos não sonhados nem vividos; distraídos, assistimos o destino passar... Nos conhecemos há tanto tempo. Mas, há tanto tempo nos desconhecemos.

Um ano do Apon Na Arte do Viver, Um Youtuber cego aprendendo a enxergar, fazendo vídeos, blogando, cortando cabelo... Na arte da superação

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Primavera no hemisfério sul, outono no norte; seguimos no giro desse rotundo mundo de Deus, o de verdade, que fique claro. Um ano do canal, buscando na deficiência, a eficiência da superação. Um cego que aprendeu a enxergar, produzindo e agora já gravando os próprios vídeos, dando vez e voz para sua prosa e poesia: pensares, versares e sentires, noticiando as tantas possibilidades que transcendem às eventuais limitações do corpo, alçando ao sem limites de capacidades do espírito; da alma que não se deixa encarcerar no círculo estreito das circunstâncias; avança, desafia, inventa, se reinventa para ressignificar a vida, dar o seu toque na arte do viver.

Primavera, primaverar ao sul do equador

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22 ou 23 de setembro, primavera no hemisfério Sul e outono no Norte. Para contrariar a turma da Terra plana, as estações revelam um planeta redondinho, equinócio que faz dias e noites terem o mesmo número de horas e faz florescer abaixo do equador uma primavera impressionista, primeiro verão que nos inspira a fazer florir o nosso melhor; mudar, transformar, reflorescer no bem. Vamos primaverar a vida, a grande arte do viver!

Armando; armado, morreu

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Desalmado, armando só andava armado. Desamando, o desamado vivia armando confusão. Um dia, assaltado…

Relógio e tempo

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O relógio achava que era o tempo, se achava; atrasava, adiantava, cronometrava, ditava, aprazava… O tempo, que não é relógio; brincava, relativizava; cirandava na tontura dos ponteiros, corria picula na vertigem dos dígitos mal ligeiros Analógico? Digital? Atômico? O tempo é quântico! O quanto não pode quantificar qualquer relógio. O relógio é corpo, máquina, maquinal… O tempo é ânima, alma, essencial...

Oração do 7 de setembro

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Que a bandeira volte a ser de todos nós, um só povo, uma só voz; irmanados, imanados, desarmados, amados amantes da paz. Que a daninha erva da tirania, jamais prospere, a brutalidade não viceje, a vilania não se empodere; seja encarcerada, morta, derrotada.