Coisa de criança
Na dicotomia entre "coisa de adulto" e "coisa de criança", vamos trancando, maltratando nossa criança interior. Para não nos sentirmos infantilizados, assumimos a postura infantil de abrir mão da ludicidade, da simplicidade, espontaneidade e outras tantas coisinhas que trazem felicidade, bem-estar, leveza, suavidade para o viver. Depois: entristecidos, deprimidos, ensimesmados... Negamos o menino, a menina que tenta sobreviver dentro de cada um de nós. Apercebidos que felicidade é bem, "coisa de criança"; da nossa criança que quer brincar, viver.