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Mostrando postagens de dezembro, 2022

Hoje é dia de quê?


Pelé, o mundo, a bola

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Como o mundo, a bola gira, rola nos pés de um menino; que dribla a pobreza, goleia o destino, faz-se majestade. Iluminado Edson, inspirado no inventor, se reinventou nesse Pelé; que para além de um nome, adjetivou o futebol. Salve rei! Que fez da bola um mundo, e do mundo da bola, a alegria de um povo. Hoje o Brasil chora sorrindo; Pelé está indo, deixa o campo dessa vida, mas no gramado do infinito, reforça a seleção do existir. Como o mundo, a bola gira, rola nos pés de seu eterno rei. Se ainda não se inscreveu, inscreva-se em nosso canal Apon na arte do viver. , clique no sininho para escolher receber nossas notificações, ser avisado(a) dos vídeos novos. E não esqueça de dar seus likes. Conto com você! Obrigado.

Cadê o novo?

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1 de janeiro: O passaredo canta loas, alvorar de novas boas, para quem, de boa, acordar o bem do bem, um novo bom de um bom ano novo; discernir entre preço e valor, ter e ser, pra que? Por que? Mas... Cadê o novo que devia estar aqui? O tempo comeu! Cadê o tempo? Se perdeu... Mas não se apoquente, apesar da gente; redonda, a Terra se ocupa em girar, não se preocupa com esquerdistas nem direitistas, conservadores ou progressistas; o diz que diz, o faz que faz, do que de quem; faz a sua parte, sem credo ou ideologia, a sua arte é girar, esperança sem esperar, avança! Faz o novo acontecer em cada estação, e sem senão, traz um calendário novo em cada translação; rotacionando o dia a dia, convida à poesia de se saber viver.

Ano novo, paralelas ao infinito

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Somos todos paralelas, juntas caminhando para o infinito, tangenciando o bem e o mal, o feio ou o bonito; o traço, o risco, rabisco do que de cada qual. Na geometria da vida, a lida risca o desiderato, arrisca o tempo; adversas sinuosidades, diversas curvas, múltiplos ângulos: agudos, obtusos, desafiando a perpendicularidade da ascenção. Na geometria plana do eu, nos embaraçamos nas linhas tortas, incertas ilusões. Na geometria espacial do nós, o desembaraçar, perceber, que um mais um, pode ser bem mais que dois. O novo não é obra do acaso, nem é dádiva do calendário; é o traçar do espaço-tempo, projeto do nosso querer. O novo não é novidadeiro, é herdeiro, do nosso bom ou mal fazer. Somos os desenhistas, engenheiros, arquitetos, projetistas do destino.

Artista de verdade

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Tem gente que se diz artista; se acha, mas vive da arte a se desachar. Artista de verdade, além do talento, carrega a simplicidade. Médium da inspiração, transpira para fazer a arte acontecer; luta, labuta, lida pra dar vida e a arte sim, nessa se achar. Artista de verdade, para além da vaidade, doa à arte devoção; instrumento da criatividade, cria a atividade, criação. Artista de verdade, reverencia a “Deusa” arte, faz dela o seu ofício; ungido por seu aparte, busca a essência acima do artifício.

Casamento, os dois girassóis

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Casamento é laço sem ser nó, o abraço de dois abraços, enlaço num amplexo só. É o nós calando o sós, sóis; enamorados, aliançados, luzido amor, que desdiz a matemática, a inexata ciência, de que um mais um dá sempre dois. É a cumplicidade de se querer, a poesia do destino a despetalar o mal-me quer, com todo bem querer, de quem todo bem se quer. Duas almas, duas calmas, duas palmas a se encontrar.

Natal, com ou sem... - XIII Interação Fraterna de Natal

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Noel, com ou sem; Jesus, esse sempre tem. Com ou sem presente, urgente acreditar. Empático, enfático bem querer. Nos laços dos abraços, para além do artifício, o crer num grande ofício, a fé de que tudo vai dar pé. A solidariedade que irmana, a fraternidade que proclama; hosanas ao redentor! Nasceu Jesus menino, benino Salvador. Ornados de paz os corações, o amor sem ter senões; com sinceridade, sem condições; amados e desarmados, animados pelo bem. O Divino Mestre a perguntar: Posso passar o Natal com você?