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Hoje é dia de quê?


Quando passarem, quando passarmos

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Quando passarem esses maus e seus males, quando os bons e seu bem também passarem, não restarem mocinhos nem bandidos; quando passarem os loucos, quando os sãos não tardarem em passar. Quando as folhinhas desfolharem, as agendas obsolescerem, os calendários caducarem… Quando a artilharia calar, a perfumaria das flores os campos esperançar; quando passar a chuva ácida a lucidez plácida imperar. Quando passar essa vida e mais outra e outra... Como tantas outras vidas passaram. Quando tudo isso passar, o que restará de nós? Das guerras e dos ódios? Dos opróbrios ideológicos? Da falsa moralidade? Da religiosidade mandrake? Espero que tenha havido bem suficiente, eficiente bom pra nos colher melhores; nos acudir dos dissabores, acolher, recolorir; reflorir em meio as dores, reluzir em florido porvir. Quando passarem, quando passarmos, quando voltarmos num novo passar. Se ainda não se inscreveu, inscreva-se em nosso canal Apon na arte do viver. , clique no sininho para escolher recebe...

Se eu ganhasse na loteria

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Se ganhasse na loteria, a muita gente ajudaria, a começar por mim mesmo, é claro, jamais me esqueceria. Se ganhasse na loteria, eu fundaria uma humanitária ONG e só para rimar, iria jogar pingue-pongue. Se ganhasse na loteria, bem sei que a felicidade o dinheiro não traria, mas bem rapidinho, buscar mandaria. Se ganhasse na loteria, em Roma eu casaria; com o Papa Celebrando, Andréa Bocelli cantando, muita pompa, circunstância e honraria. Há, se eu ganhasse na loteria… Mas não ganhei, até o próximo sorteio, onde sonharei sem receio, apostador sem histeria; eu, ganhador da loteria. Se ainda não se inscreveu, inscreva-se em nosso canal Apon na arte do viver. , clique no sininho para escolher receber nossas notificações, ser avisado(a) dos vídeos novos. E não esqueça de dar seus likes. Conto com você! Obrigado.

Desesquecer, coisa da saudade

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Saudade é um restar do que não resta, arresta a calma, sequestra a alma; finge uma dor sem razão de doer. Saudade é o transbordar de um vazio, sentimento vadio, arredio sofrer. Uma ausência presente, um querer indigente, malquerente “desesquecer”. Se ainda não se inscreveu, inscreva-se em nosso canal Apon na arte do viver. , clique no sininho para escolher receber nossas notificações, ser avisado(a) dos vídeos novos. E não esqueça de dar seus likes. Conto com você! Obrigado.

As pedras

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O ódio e o desamor, a tristeza e o rancor; o não perdão, o culto a dor, o desfavor do pessimismo, o egoísmo e todo ismo malsão; Empedram, depredam, pesam um pesar sem razão; trancam o peito, endurecem a alma, petrificam o coração. Entre as pétreas inutilidades, à utilidade que se lhe dê; como naquele poema de Apon: distraído, tropeçar; se bruto, ferir; em prendedor, construir; infantil, brincar, cansado, descansar; poético, “Drummonizar; criativo, esculpir; humanizado, fazer a diferença em cada pedra. Escolher, acolher o melhor, transformar, transmultar; descarregar o peso, o contrapeso que não é para carregar; aliviar a alma e o coração, alforriar a beleza, a leveza do viver. Desempedrar. Se ainda não se inscreveu, inscreva-se em nosso canal Apon na arte do viver. , clique no sininho para escolher receber nossas notificações, ser avisado(a) dos vídeos novos. E não esqueça de dar seus likes. Conto com você! Obrigado.

Pelé, o mundo, a bola

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Como o mundo, a bola gira, rola nos pés de um menino; que dribla a pobreza, goleia o destino, faz-se majestade. Iluminado Edson, inspirado no inventor, se reinventou nesse Pelé; que para além de um nome, adjetivou o futebol. Salve rei! Que fez da bola um mundo, e do mundo da bola, a alegria de um povo. Hoje o Brasil chora sorrindo; Pelé está indo, deixa o campo dessa vida, mas no gramado do infinito, reforça a seleção do existir. Como o mundo, a bola gira, rola nos pés de seu eterno rei. Se ainda não se inscreveu, inscreva-se em nosso canal Apon na arte do viver. , clique no sininho para escolher receber nossas notificações, ser avisado(a) dos vídeos novos. E não esqueça de dar seus likes. Conto com você! Obrigado.

Cadê o novo?

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1 de janeiro: O passaredo canta loas, alvorar de novas boas, para quem, de boa, acordar o bem do bem, um novo bom de um bom ano novo; discernir entre preço e valor, ter e ser, pra que? Por que? Mas... Cadê o novo que devia estar aqui? O tempo comeu! Cadê o tempo? Se perdeu... Mas não se apoquente, apesar da gente; redonda, a Terra se ocupa em girar, não se preocupa com esquerdistas nem direitistas, conservadores ou progressistas; o diz que diz, o faz que faz, do que de quem; faz a sua parte, sem credo ou ideologia, a sua arte é girar, esperança sem esperar, avança! Faz o novo acontecer em cada estação, e sem senão, traz um calendário novo em cada translação; rotacionando o dia a dia, convida à poesia de se saber viver.

Ano novo, paralelas ao infinito

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Somos todos paralelas, juntas caminhando para o infinito, tangenciando o bem e o mal, o feio ou o bonito; o traço, o risco, rabisco do que de cada qual. Na geometria da vida, a lida risca o desiderato, arrisca o tempo; adversas sinuosidades, diversas curvas, múltiplos ângulos: agudos, obtusos, desafiando a perpendicularidade da ascenção. Na geometria plana do eu, nos embaraçamos nas linhas tortas, incertas ilusões. Na geometria espacial do nós, o desembaraçar, perceber, que um mais um, pode ser bem mais que dois. O novo não é obra do acaso, nem é dádiva do calendário; é o traçar do espaço-tempo, projeto do nosso querer. O novo não é novidadeiro, é herdeiro, do nosso bom ou mal fazer. Somos os desenhistas, engenheiros, arquitetos, projetistas do destino.

Artista de verdade

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Tem gente que se diz artista; se acha, mas vive da arte a se desachar. Artista de verdade, além do talento, carrega a simplicidade. Médium da inspiração, transpira para fazer a arte acontecer; luta, labuta, lida pra dar vida e a arte sim, nessa se achar. Artista de verdade, para além da vaidade, doa à arte devoção; instrumento da criatividade, cria a atividade, criação. Artista de verdade, reverencia a “Deusa” arte, faz dela o seu ofício; ungido por seu aparte, busca a essência acima do artifício.

Casamento, os dois girassóis

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Casamento é laço sem ser nó, o abraço de dois abraços, enlaço num amplexo só. É o nós calando o sós, sóis; enamorados, aliançados, luzido amor, que desdiz a matemática, a inexata ciência, de que um mais um dá sempre dois. É a cumplicidade de se querer, a poesia do destino a despetalar o mal-me quer, com todo bem querer, de quem todo bem se quer. Duas almas, duas calmas, duas palmas a se encontrar.

Natal, com ou sem... - XIII Interação Fraterna de Natal

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Noel, com ou sem; Jesus, esse sempre tem. Com ou sem presente, urgente acreditar. Empático, enfático bem querer. Nos laços dos abraços, para além do artifício, o crer num grande ofício, a fé de que tudo vai dar pé. A solidariedade que irmana, a fraternidade que proclama; hosanas ao redentor! Nasceu Jesus menino, benino Salvador. Ornados de paz os corações, o amor sem ter senões; com sinceridade, sem condições; amados e desarmados, animados pelo bem. O Divino Mestre a perguntar: Posso passar o Natal com você?

O bem e o mal

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O bem é o bem; o mal, intenta ser qualquer coisa. O bem, estreita laços; o mal, espreita os abraços. O bem é de verdade; o mal, todo trabalhado na falsidade. O bem é como chuva que fecunda; o mal, estiagem, aridez profunda. O bem reluz; o mal, ensombra, assombra, obscurece; furta luz. O bem se revela; o mal, dissimula. O bem vacina, o mal adoece; um ensina, o outro entorpece. O bem é fluxo constante, o mau, refluxo nauseante. O bem segue, vai em frente; o mal, paralisa, atravanca e persegue. O bem pensa; o mal, sonega, renega, se nega o pensar. O bem, independe de rótulo religioso; o mal, finge a religiosidade de quem enseja seduzir. O bem paira acima das ideologias; o mal, carece de uma para dividir, polarizar, embrutecer. O bem ama; o mal, arma e desalma.

Gigante gentil, Tremendão

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Tremendão o gigante gentil; sentado à beira do caminho, com seu amigo de fé, irmão camarada; contemplava a cavalgada para além do horizonte. Afinal, é preciso saber viver, não ser mais um na multidão, cuidar de sua gatinha manhosa (a minha, é uma “oncinha”!). Mulher, minha superstar; será mentira ou será verdade, mesmo que seja eu com minha fama de mau. Detalhes! Com você no coração, um convite para nascer de novo; feche os olhos, imagine sementes do amanhã, se você soubesse…

É jogo, é vida

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O mundo gira, rola a bola, embola o jogo da vida; ganhar ou perder, faz parte da lida que é viver. Vestir a camisa do acreditar, esperançar e aprender; driblar o adverso, fugir da retranca, franca ofensiva, compor o verso do gol do bem.

Tempo; mais alma, mais calma, mais amor

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Florir a flor do tempo, para aflorar a flor do amor. O beija-flor, que a flor beija, almeja o néctar do viver; mais alma, menos arma, calma; muito mais amor. Sem ódios nem opróbrios, a borboleta faz-se flor que voa; para além do círculo estreito, do casulo o defeito, de se lhe fazer ensimesmar; romper as tramas, os dramas, crisálida a se libertar. Virtuoso ciclo da vida, nos convida a flor do tempo, pro tempo de desabrochar; beijar a flor da esperança, esperançar o tempo a borboletear. Tudo passa e o tempo passageiro, passa ligeiro, para a gente passarinho, entender, aprender; todos os males, passarão. Tempo que é flor borboleta, pássaro que “solfeja”, enseja; mais alma, menos arma, calma; muito mais amor. Se ainda não se inscreveu, inscreva-se em nosso canal Apon na arte do viver. , clique no sininho para escolher receber nossas notificações, ser avisado(a) dos vídeos novos. E não esqueça de dar seus likes. Conto com você! Obrigado.

Gal, o nome

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Uma homenagem, um poema com títulos de músicas interpretadas por Gal Costa, a grande voz que hoje se calou, calando o Brasil. *** Frio na espinha da Tropicália; triste, pensar um dia de domingo, sem chuva de prata, nem festa do interior. A morte, como vaca profana, sem álibi, nos furtou o sorriso do gato de Alice, levou num vapor barato a modinha para Gabriela, descoloriu a aquarela do Brasil. Um sonho meu, se foi numa estupidez para além do divino, maravilhoso. A pele do futuro, flor de maracujá, uma força estranha. Canta Brasil! Baby, seu nome é Gal. Se ainda não se inscreveu, inscreva-se em nosso canal Apon na arte do viver. , clique no sininho para escolher receber nossas notificações, ser avisado(a) dos vídeos novos. E não esqueça de dar seus likes. Conto com você! Obrigado.

Brasil, um sonho estranho

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Esquisito, mefisto; gente armada, desalmada, mal amada; municiada de ódios, delirando por um mito, sinistro rito. Falsos neocristãos, forjados na raiva e no preconceito, abusando do nome de Deus em vão. Nordestinos, gays, indígenas, mulheres, pobres, opositores, vacinados, artistas, cientistas, pensadores; todos, filhos da pauta negacionista, infame lista; fascista, neonazista, falso moralista... Mentiras mal paridas, adestrando a não pensar; autômatos teleguiados, lobotomizado gado, desonestamente toado, destoado da realidade. Iludidos, mal intencionados... A fome fazendo graça, desgraça a grassar. Batendo palma pra maluco, o Brasil em triste surto, susto, natureza a devastar.

Brasil de volta

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De volta, nossos símbolos, nossas cores, os bons valores de todos nós; Vestir o amarelo sem passar vergonha, o verde sem remeter à peçonha de desamar. Amor, posto à frente do “Ordem e progresso”, pra não ter regresso o odiar. Nossa bandeira, sem partido, compartindo um país, que se desarma e ama, conclama a se amar. Para além de credos e etnias classes, gêneros, sexualidade... para lá das ideologias; sem contingências, continências, poesia diversa de todo versar. Sem donos, sem quem se adone, só para fazer danar.

Feliz aniversário!

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Você que me acorda sorrisos, que no presente do seu abraço, aperta o laço de te bem querer. Que nessa data querida, jorrem muitas felicidades, outros tantos anos de vida, na poética fonte do seu viver. Você que cativa e inspira, faz primaverar a flor que for, djavanear lilás de toda cor; um girassol, o por do só, lindo como ele sol. Hoje faz aurora um novo ano, alvorado pra você; florir da rosa do bem, sem espinhos, pra te perfumar os dias, orvalhada alegria, poesia do seu estar aqui.