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Hoje é dia de quê?


Gilberto oitenta e uns Passos Gil

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Da Bahia, régua e compasso, expresso pra lá do ano 2000. Tempo rei; andar com fé eu vou, que a fé não costuma faiá. Salve Gil de tantos passos. Ajayô! 26 de junho de 2023, 81 anos do mestre Gilberto Gil. Da Bahia, régua e compasso, pegou o expresso para ser imortal para além da academia,, muito pra lá do ano 2000. Parabolicamará; tempo rei desse info-mar, vazante da info-maré; sereia entre esse carnaval e a fome total. Que um super-homem nos venha restituir a glória, pois o amor é como um grão, uma semente de ilusão… mas andar com fé eu vou, que a fé não costuma faiá; toda menina baiana, tem um jeito que Deus dá. Vou na patuscada de Gandhi, vou pro domingo no parque,; subo no palco, alma cheirando a talco; realce! Salve Gil de tantos passos, Aquele abraço! Ajayô!

Labirinto, você é a saída

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Perdido? Perdida? as paredes do labirinto, você quem ergueu. Não dá pra terceirizar saída; não está no templo, no consultório, ou na farmácia. Tudo é parte da ajuda, se você não se desajudar. Se incomode, se desacomode; rume para fora do seu lugar de estimação. Perdido? Perdida? Observe, as paredes desse seu labirinto, foi você quem ergueu. A saída não está aqui ou ali, lá nem acolá; não é geográfica ou arquitetônica, cartográfica, topográfica… Não está numa latitude, numa longitude específica, numa coordenada qualquer; está onde você estiver. E não adianta fugir, não dá para desendereçar de si mesmo; não adianta fumar miragens, cheirar quimeras, injetar viagens, alcoolizar ideias. Tolice, se iludir, se entorpecer; no jogo da vida, não tem dica nem truque, nada de password, não cabe trapaça; só resiliência, persistência, é a força do esforço, senão; game over. Não dá pra terceirizar a saída; ela não está no templo ou no consultório, nem na farmácia… Tudo, todos fazem parte da aju...

Cristão de vitrine

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Cristão sem Cristo, é fake, jamais news. Afinal, é por suas obras, que se conhece o de verdade. Infame manequim mal ajambrado, eis o que muitos são. Sou cristão. Não, não sinto a fome, a sede, a dor que é do outro, não sinto. Por outrem não tenho empatia, talvez simpatia, se seguir o meu credo. No conforto da minha cama quentinha, que me importa o frio que assola? É lá fora! Nada tenho que ver com jornais, papelões e marquises, nada com desgraçados e aflitos, conflitos que não são meus. Sou defensor da vida do feto, mas abomino, a existência de qualquer criminoso ou desafeto, a de quem de mim discorde, quem não me nutra incondicional afeto. Não tolero nem transijo; exijo obediente devoção. Inflexível, insensível, impositivo e impassível. Inquestionável, trago na ponta da língua a escritura sagrada, a verdade, bem customizada; fingida certeza de estar sempre certo. Ambicioso e desmedido, egocêntrico e egoísta, digo e me desdigo; enceno louvores, forjados fervores, vendidos favores,...

Festança junina

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Vem Santo Antônio e São Pedro, São João sem segredo, revelar do Salvador; arrasta pé a la vontê, no balancê do alavantu, até a noite anarriar. É a cultura do povo, brotar da alegria, é folia de novo, de repente a poesia. Da fogueira o fogo, misturar de profano e sagrado, fazer da fé o renovo, reverência ao santo amado. Vem Santo Antônio e São Pedro, vem São João sem segredo, revelar do Salvador; para a tristeza, degredo, convida um bando anunciador! Arrocha a sanfona, tilintar do triângulo a bumbar a zabumba; festança de pobre e bacana, irreverência que abunda. Prepara as iguarias da terra, toca o forró pé de serra, pro arrasta pé a la vontê, no balancê do alavantu, seguir até a noite anarriar. Se ainda não se inscreveu, inscreva-se em nosso canal Apon na arte do viver. , clique no sininho para escolher receber nossas notificações, ser avisado(a) dos vídeos novos. E não esqueça de dar seus likes. Conto com você! Obrigado.

É o bicho!

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Gente que parece bicho. Bicho que parece gente: inteligente, sensível. Gente irracional, irascível. Bicho que deixa saudade, gente que já vai tarde... Tem gente que parece bicho, bicho que parece gente. Tem gente com cara de gente, jeito e trejeito de gente; fala, aparenta, até passa por gente, mas é bicho solto!, agastadiço, irracional e irascível, raivoso, descontrolado e insensível, tinhoso. Vive a marcar território, formar bando, matilha; negar o contraditório. Tenta vencer no latido, arrebanhar no mugido, iludido, “homo” nada “sapiens”. Tem bicho que parece gente, sensível e inteligente, com repentes de humanidade: sereno e educado, sincero e controlado; contido, atido no que diz o ditado; “melhor um cachorro amigo, do que um amigo cachorro”. É o bicho! Se ainda não se inscreveu, inscreva-se em nosso canal Apon na arte do viver. , clique no sininho para escolher receber nossas notificações, ser avisado(a) dos vídeos novos. E não esqueça de dar seus likes. Conto com você! ...

Uma poesia de amor

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O amor, poesia enamorada que inspira saudades, esperanças, afãs, vontades... Escritos da alma de quem ama, amou, amará. Feliz dia dos namorados! Na orla dos meus sonhos, ela passeia, vaga inspirando amar. Veste vermelho, qual rubra rosa, perfumosa a apaixonar. É a poesia que passa, cheia de graça, convida o enamorar; suspiram os versos, enlevam as rimas, pinta o clima, pro sentimento brotar. Pedras ao longe, ondas a beijar; na ribeira, a moça faceira, conjuga o verbo amar. Em uns, acorda saudades, noutros, desperta vontades; neles ou nelas, suscita esperanças; naqueles ou naquelas afãs esperta; aos pares ou apartados, juntos ou isolados; enamorados por aquela poesia de amor. Se ainda não se inscreveu, inscreva-se em nosso canal Apon na arte do viver. , clique no sininho para escolher receber nossas notificações, ser avisado(a) dos vídeos novos. E não esqueça de dar seus likes. Conto com você! Obrigado.

Nosso verbo, amar

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Um casal, um nascer do sol, um luar... Natureza a declamar o amor dos namorados, a buscada eternidade do sentir. Dia de dizer: Eu te amo. I love you! Meu bem, como eu queria, que coubesse numa poesia, a magia desse nosso amor. No versar da natureza: Dia de céu ensolarado, noite de firmamento enluarado, inspirados por você. Queria que as estrelas contassem, que as flores falassem, os pássaros cantassem de nós dois; desse amor enamorado, iluminado qual canção de Djavan. A pintura do seu rosto, a escultura do seu corpo, a arte do seu ser. Nosso amor ao infinito, bonito conjugar do verbo amar. Se ainda não se inscreveu, inscreva-se em nosso canal Apon na arte do viver. , clique no sininho para escolher receber nossas notificações, ser avisado(a) dos vídeos novos. E não esqueça de dar seus likes. Conto com você! Obrigado.

Janelas

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Para lá de elementos arquitetônicos, janelas: observam, segredam, velam; telas da rotina, molduras do tempo que se assiste passar, sem roteiro, ensaio... Gosto das janelas. São molduras, são telas. Debruçado nelas, o tempo assiste o tempo passar; o tempo cá de dentro, o tempo lá de fora; a rotina de cada qual e sua sina, o cotidiano são ou tão insano; as agendas a acontecerem. Os sonhos a passarem, relógios apressando, pessoas a correrem. Das janelas, assiste o filme da realidade, sem roteiro, edição, sem script, ensaio, pré-produção; material bruto da realdade; axioma, mudo grito da verdade. Relativa e tão absoluta, alteridade. Gosto tanto das janelas! Elas dizem e calam, transitam, segredam e revelam, velam. Se ainda não se inscreveu, inscreva-se em nosso canal Apon na arte do viver. , clique no sininho para escolher receber nossas notificações, ser avisado(a) dos vídeos novos. E não esqueça de dar seus likes. Conto com você! Obrigado.

A calma acalma

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“De Cujus” do futuro. Esqueçamos o ontem, não apressemos nem aprecemos o amanhã; vivamos o hoje. Como as crianças; nada é mais sério que precisa ser. Tudo passa, tal qual somos nós passageiros; herdeiros do passado, “De Cujus” do futuro. Só a calma acalma. nada é mais sério do que precisa ser. Aprendamos com as crianças; brincadeirar com a vida, fazer do tempo seu brinquedo, sorrir sem medo do porvir; sem pré ocupar as horas, mal-assombradas preocupações; Viver! Nada de perder o sono ante as intempéries; diante de tempestade ou bonança; perseverança! Tudo faz parte do viver. Passam as nuvens como as noites passam, o sopro dos acontecimentos, a todo tempo, muda o clima do existir. Esqueçamos o ontem, não apressemos nem aprecemos o amanhã; vivamos, valoremos o hoje. Só a calma acalma. Aprendamos com as crianças; nada é mais sério do que precisa ser. Se ainda não se inscreveu, inscreva-se em nosso canal Apon na arte do viver. , clique no sininho para escolher receber nossas notif...

Coisa de artista

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Escreve, reescreve, edita, publica, dirige, encena, acena pro mundo ver; na tela do existir, no palco do estar aqui, Airesa faz a arte acontecer. Quem traz a arte da vida, faz acontecer a arte do viver: pinta paisagens de esperança, rege com tino, esculpe a lida com perseverança, toca a melodia da fé; dança a dança do destino, coreografa o tempo, versa qual menino; escreve, reescreve, edita, publica, dirige, encena, acena pro mundo ver; na tela do existir, no palco do estar aqui, faz a sua arte acontecer. Essa é nossa homenagem para o amigo e grande artista, Ailton Aireza, que além de grande artista, é grande incentivador das artes e de outros artistas. Se ainda não se inscreveu, inscreva-se em nosso canal Apon na arte do viver. , clique no sininho para escolher receber nossas notificações, ser avisado(a) dos vídeos novos. E não esqueça de dar seus likes. Conto com você! Obrigado.

Sobrevivente

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Arisca, a sorte arrisca o azar, caminha a gente atrás da aurora, horizonte, sol a arder; almeja colher a flor bendita, desiderato do seu fazer. O homem; arisca, a sorte arrisca o azar, árido caminho, secura do agora, perito no rito, da hora de sobreviver. Caminha a gente atrás da aurora, ruma ao horizonte, grande sol a arder; vai-se, esvai-se, intenta viver. Tudo perde sem se perder, afronta, enfrenta, não se deixa vencer, convencer pela desdita. Almeja colher a flor bendita, bonita floração do tempo, no tempo se socorrer; acolher o florir do destino, destinada flor do tino, desiderato do seu fazer. Se ainda não se inscreveu, inscreva-se em nosso canal Apon na arte do viver. , clique no sininho para escolher receber nossas notificações, ser avisado(a) dos vídeos novos. E não esqueça de dar seus likes. Conto com você! Obrigado.

Cores das cores

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O céu é mesmo azul? Negro é "homem de cor"? Porque? O resto é incolor? Onde ficam as outras cores, toda a gente? Diversidade, pluralidade, percepção. Tem gente, que chama o negro de: “Homem de cor”. Etnicamente daltônicos, na caixa de lápis de cor, só enxergam um único tom de cor da pele. Nunca viram alguém roxo de raiva? Vermelho de vergonha? Verde de fome? Branco de medo? Amarelo de susto? Cinza de frio? … Então, porque o preto?é homem de cor? O resto é incolor? E quem afirma que o céu é azul?! Nunca percebeu o chumbo dos dias chuvosos? O negrume do céu noturno? A poesia de um alvorecer rosado? A pintura de um crepúsculo dourado? Multicoloridos arrebóis? As luzes da cidade refletidas no firmamento? São muitas cores para além das cores, muita essência para além da aparência; tudo e nada são mais do que parecem ser. Carecemos aprender, que como as cores, gente transborda das caixinhas, pinta e repinta na pluralidade, veste a diversidade da arte da vida. Se ainda não ...

Ponte, fonte da fé

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Sem perder o chão, é ponte, liame entre a Terra e o mais alto. Sem subverter a razão, descortina suas próprias razões. Fé em Deus, em si, na vida. Fé não pode ser fantasiosa nem alienante, fanática ou delirante; sem perder o chão, é ponte, liame entre a Terra e o mais alto. Não nutre a utopia de dar saltos, faz-se inspirada fonte. Ante o possível, estimula e fortalece; perante o impossível; resigna e consola. Resiliente e proativa, nos momentos cruciais, ela se afirma; humana e divina, se firma, afirmando a criatura. Sem subverter a razão, a fé verdadeira, descortina suas próprias razões. É ponte, é fonte; caminho que encaminha, motiva o caminhar; avante, adiante; fé em si e na lida, fé em Deus e na vida, fé na oportunidade de aqui estar. Se ainda não se inscreveu, inscreva-se em nosso canal Apon na arte do viver. , clique no sininho para escolher receber nossas notificações, ser avisado(a) dos vídeos novos. E não esqueça de dar seus likes. Conto com você! Obrigado.

Sorriso na tela

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Sorriso em cena se encena; riso de palhaço; sorriso que é só riso; real, falso, pra inglês ver. Qual o de Mona Lisa, o que Carlitos calou, riso flor. Vamos sorrir? Mas em cena se encena; quando se quer chorar, xingar, quando o querer é fingir. Pintado riso de palhaço, dele o sorriso graça, sem a graça de lhe fazer sorrir. Tem sorriso que é só riso; formal, protocolar, icônico, irônico, lacônico ou cínico; pragmático, enigmático como o que Da Vinci pintou, qual o que Carlitos calou. Tácito, plácido, ácido… Tem sorriso escancarado, franco como sol alvorado, que sorri, independente de quem vê. Tem sorriso tímido, acanhado, como sol que se vai a guardar, aguardar outro amanhecer. Tem sorriso que é flor, e como ela, sorri mesmo quando não sorri. Tem sorriso que é dessorriso; raivoso e dissimulado, perverso, reverso do real sentido de sorrir. Tem sorriso de artifício, de ofício, “pra inglês ver”. Tem sorrisos de verdade, que alheio à realidade, não desiste de sorrir. Tem sorriso distraí...

Amor sem razão

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Na história, literatura, cinema; ficção e realidade. O amor é a razão que não carece de razão; apenas, ama: Alexandre e Roxane, Capitu e Bentinho... O amor é a razão que não carece de razão; simplesmente, ama. É como o sol e os girassóis, cata-vento e o vento,, os dias e seus arrebóis. É o beija-flor que a flor beija, a poesia que verseja, enseja o inspirar do amor. Corações enamorados, aliançados Encontrados no desmentir dos desencontros. O instrumento e a melodia, o pincel e a tela, a paisagem e a fotografia; Tristão e Isolda, Shrek e Fiona, Marco Antônio e Cleópatra, Shah Jahan & Mumtaz Mahal, Páris e Helena, Romeu e Julieta, Emmanuel e Lívia, Sam e Molly, Victor Hugo e Juliette, Alexandre e Roxane Capitu e Bentinho, Apon e Bene... O amor é a única razão que não carece de razão; simplesmente, ama. Se ainda não se inscreveu, inscreva-se em nosso canal Apon na arte do viver. , clique no sininho para escolher receber nossas notificações, ser avisado(a) dos vídeos novos. E ...

Rita Rock Lee

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Com frases e títulos cantados por Rita Lee, nossa pequena homenagem a essa grande artista. Parafraseando Caetano; do rock a mais completa tradução. No escurinho do cinema, chupando dropes de anis; na tela, a minha vida; na trilha, o doce vampiro, a ovelha negra da família, o convite; baila comigo, como se baila na tribo. Fazendo amor e sexo por telepatia, e a erva venenosa? É pior do que cobra cascavel, seu veneno é cruel... Por isso não provoque, é cor de rosa choque, é do balacubaco. Nem luxo nem lixo, muita saúde num banho de espuma; desculpe o auê, menino bonito, mas nos jardins da Babilônia, agora só falta você. Chega mais! Sou esse tal de Roque Enrow. Como cantou Caetano em relação a São Paulo, hoje podemos ampliar ao Brasil: “Ainda não havia para mim Rita Lee ,a tua mais completa tradução. Alguma coisa acontece no meu coração...” Se ainda não se inscreveu, inscreva-se em nosso canal Apon na arte do viver. , clique no sininho para escolher receber nossas notificações, ...

Mãe, a enviada

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Muitos os "enviados": Profetas, artistas, filósofos, cientistas... Mas ela sintetiza, corporifica os dons de uma grande enviada da vida e do viver. Enviados: De Deus, do céu, do Cosmo; da providência, do infinito… Profetas, filósofos, cientistas; empreendedores, artistas... Mas ninguém, corporificou tão bem: A filosofia da vida, a arte do viver, a profecia do existir, a ciência do conviver, a edificação do prosseguir. Enviada do mais alto, põe fé na fé de ser humana, de ser flor e dar seu fruto, doar seu útero, dar de si pro brotar da criação. Cuidar do destino, acolher a menina, o menino; mãe, enviada de todos os enviados. Leia outros escritos sobre mães. Se ainda não se inscreveu, inscreva-se em nosso canal Apon na arte do viver. , clique no sininho para escolher receber nossas notificações, ser avisado(a) dos vídeos novos. E não esqueça de dar seus likes. Conto com você! Obrigado.

Somatizações

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Sou a dor que faço doer, a tempestade guardada, tormenta, tsunami que meu corpo não aguenta. Assim vou sobrevivendo. Não sei se quero me curar de mim, das sombras dos meus defeitos de estimação. Sou a dor que faço doer em mim, a soma, multiplicação e divisão de minhas subtrações. Sou a tempestade guardada, a aguardada tormenta, tsunami que meu corpo não consegue aguentar. Não, não quero o remédio amargo da realidade vou me remediando na fugaz ambiguidade: do meu ego doidivanas, meus vícios, minha psiquê leviana; minha prisão tão cheia de liberdade, cumplicidade. Assim vou sobrevivendo, mesmo sem conseguir viver. Já estou bem aclimatado, acostumado, acomodado. Sou meu livre-arbítrio, meus defeitos de estimação; as verdades que invento, as mentiras que sustento, minha embriaguez de ilusões; sou as sombras que gosto de chamar de minhas, essa penumbra que não me deixa órfão; onde me acoito e me acoitado... Não sei se quero me curar de mim, de minhas somatizações. Se ainda não se i...