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Hoje é dia de quê?


O que eles tem contra inválidos e portadores de moléstia grave?

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“Pimenta nos olhos dos outros é refresco”, desastrado pacote de redução de gastos, ameaça reduzir a isenção de imposto de renda para achacar ainda mais pessoas já tão tributadas pelas vida, além dos tantos gastos não dedutíveis que assaltam tais cidadãos que comem o pão que a política amassou. A imagem mostra uma cena surreal em que três pessoas estão em uma plataforma estreita que parece estar suspensa no ar, com um abismo logo à frente. À esquerda, um jovem está sentado em uma cadeira de rodas, vendado. Ao lado dele, há um homem idoso deitado em uma maca, parecendo estar inconsciente ou dormindo. Atrás da maca, um homem mais velho, com barba branca, está em pé, segurando muletas. Nas laterais da imagem, há duas silhuetas escuras de homens, uma à esquerda e outra à direita, observando a cena. A iluminação é dramática, destacando as figuras centrais contra um fundo escuro. - Ilustração gerada por inteligência artificial Bing, descrição baseada no Be My Eyes. O eufemismo politi...

O que cativas

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No coração do ser e da rosa, o essencial é invisível. Amor, amizade e simplicidade descortinam o universo além do olhar. Eterna responsabilidade, cativar. A imagem é uma ilustração artística que retrata uma cena inspirada no livro "O Pequeno Príncipe". Nela, um menino loiro, que lembra o Pequeno Príncipe, está sentado em um pequeno planeta, abraçando uma raposa laranja com uma expressão de ternura e amizade. O menino está vestindo uma jaqueta verde, calça jeans e tênis marrons, e usa um cachecol vermelho. Ao lado deles, há uma rosa vermelha com folhas verdes. Ao fundo, vê-se a Terra, com nuvens e continentes visíveis, e um céu estrelado. No canto superior esquerdo, há um sol brilhante, e no canto superior direito, há várias naves espaciais voando. A cena transmite uma sensação de carinho e fantasia. - Ilustração gerada por inteligência artificial do Bing, descrição baseada no Be My Eyes. Rosa, a vida; entre a suave pétala, o agudo espinho. Carinho, uma lição pro vive...

Floresça

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Entre pedras, espinheiros... Você está onde precisa estar. Borboleta, como disse Clarice: “É flor que voa.” Onde Deus te plantar, simplesmente, floresça. A imagem mostra um cenário de solo seco e rachado, típico de uma área árida ou em seca. No centro, há um girassol solitário crescendo entre as rachaduras do solo. O girassol está em plena floração, com pétalas amarelas vibrantes e um centro marrom. Ao lado da flor, há uma borboleta grande e colorida, com asas em tons de verde, rosa, laranja e preto. Ao fundo, várias outras borboletas menores, de diferentes cores, estão voando. A sombra do girassol é projetada no solo, destacando-se contra as rachaduras. A composição transmite uma sensação de resiliência e beleza em meio a condições adversas. - Ilustração gerada por inteligência artificial Bing, descrição baseada no Be My Eyes. Onde Deus te plantar, floresça! Entre as pedras das dificuldades, em meio ao espinheiro da luta, no terreno árido das incompreensões, no alagadiço das ...

Cálice negro

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20 de novembro, dia da consciência negra. Consciência humana para trocar o cale-se racista pelo cálice da igualdade. A imagem mostra um tambor africano chamado djembe. Ele tem um corpo de madeira esculpido e uma pele de animal esticada na parte superior, que é a superfície onde se toca. O corpo do tambor é decorado com cordas coloridas em vermelho, amarelo e verde, que são usadas para tensionar a pele. Há também um detalhe esculpido na madeira, que parece ser o rosto de uma pessoa. O tambor está em um ambiente interno, possivelmente um estúdio ou loja de instrumentos musicais, com outros tambores visíveis ao fundo. - Imagem do Pixabay, descrição baseada no Be My Eyes. Bebendo o cálice da dor, ouvindo o cale-se de muito senhor. Arrancado da África, escravizado na negreira nau. Trágica, Nefasta diáspora, infame sina, que o racismo assina, intenta perpetuar. Mas o negro se rebela, revela o seu empoderar. Bebe no cálice da História, o licor da glória, o se libertar. Rompidas as co...

Ilumina

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Tem gente que independente do tempo lá fora, seja noite ou dia seja, compartilha o seu melhor; deixa sua luz brilhar. Simplesmente, ilumina. A imagem mostra uma ilustração artística de um sol e uma lua. O sol está à esquerda, com um rosto sorridente e radiante, cercado por raios de luz que se assemelham a cabelos ondulados. A lua está à direita, também com um rosto sorridente, e está parcialmente sobreposta ao sol. O fundo da lua é um céu noturno estrelado, com várias estrelas brilhando ao redor. A imagem transmite uma sensação de harmonia entre o dia e a noite. - Ilustração gerada por inteligência artificial do Bing, descrição baseada no Be My Eyes. Tem gente que: de dia é sol, de noite é lua; acima das nuvens, em meio a escuridão; simplesmente, ilumina Passa a tempestade, deixa cada noite passar. Breve ou delongada, leve ou pesada; tem gente que recadeja uma certeza: passará!

Eu+Você=Nós, fazendo acontecer

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Na inexata ciência das relações, 1+1 é sempre mais do que a matemática costuma dizer. Humanidade não é quantificar, é qualificada cooperação de sol que alvora pro dia acontecer. A imagem mostra um grupo de formigas animadas e sorridentes trabalhando na construção de uma casa de tijolos. As formigas estão em várias posições ao redor da casa, algumas em escadas, outras no telhado, e algumas no chão, todas ocupadas com diferentes tarefas de construção. Elas estão usando ferramentas como pincéis, pás e carrinhos de mão. A casa parece estar em fase de construção, com andaimes de madeira ao redor. No canto superior direito, há um sol sorridente e brilhante, adicionando um toque alegre à cena. A imagem tem um estilo de ilustração infantil, com cores vivas e expressões amigáveis nas formigas. - Ilustração gerada por inteligência artificial Microsoft design, descrição baseada no Be My Eyes. Na aritmética 1+1=2, na matemática das humanas relações, como já disse o cancioneiro; bem certei...

Hoje é dia de que? Quer saber?

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Não sei se aniversaria algum famoso, Se algum morreu, Se a História conta algo cabuloso... Hoje é dia de descomplicar! Parar de reclamar, deixar de implicar. Dia de fazer diferente, Fazer a diferença, Não ficar indiferente. Parar de enrolar, de deixar pra depois,

Amor, inspiração lilás

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Parabéns para esse amor lilás a djavanear entre girassóis, acordando o dia para a cor dar; inspirar a vida, a arte do viver. Felicidades, amada. A imagem mostra uma mulher de cabelos longos e escuros, vestindo um vestido longo e esvoaçante de cor lilás. Ela está em um campo de girassóis, com o sol surgindo no horizonte, criando um efeito de luz alaranjada e dourada no céu e sobre as flores. A mulher está de costas, com a cabeça inclinada para trás, como se estivesse apreciando o nascer do sol. A cena transmite uma sensação de liberdade e tranquilidade. - Ilustração gerada por inteligência artificial Bing, descrição baseada no Be My Eyes. A djavanear lilás, dança entre os girassóis, brinca a brisa matutina, mulher e tão menina, feminina inspiração. Bela, ela que ressignifica o significado, o mais amorável amar. Assim filosofiquei; fiquei amorizado, poetificado, poetizei.

Nova flor

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Enquanto o mal espreita; treta, treina sinistrar… Quero a flor de um tempo novo, renovo de esperançar; sem ódios, apenas amar. Paz, amor & natureza. "Senhor, fazei-me instrumento de vossa paz..." A imagem mostra uma menina negra sentada no chão, segurando um globo terrestre colorido que destaca o continente africano. Na frente do globo, há um girassol com o símbolo yin-yang no centro. O fundo da imagem é em tons de cinza e retrata uma cena de pobreza e poluição: várias pessoas parecem estar em situação de vulnerabilidade, com algumas sentadas ou deitadas no chão, enquanto outras estão em pé. Há também uma fábrica ao fundo soltando fumaça escura no céu. A cena contrasta com a imagem colorida e vibrante da menina e do globo que ela segura. - ilustração gerada por inteligência artificial Bing, descrição baseada no Be My Eyes. Quero a flor de um tempo novo, renovo de esperançar; sem ódios, apenas amar. Guerra por todo lado, extremar do clima, mundo polarizado. Mortic...

As tantas caras de um professor

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Professor tem que ser de um tudo e algo mais, sem perder a própria identidade de educador; persistir, insistir, resistir, teimar . Feliz 15 de outubro. A imagem mostra um professor no centro, equilibrando-se em uma corda bamba. Ao redor dele, há várias figuras representando diferentes papéis. À esquerda, está uma figura identificada como "priest" (padre), seguida por um "media clown" (palhaço da mídia). À direita do professor, há um "artist" (artista) e um "specialist" (especialista). No canto inferior direito, há um "clown" (palhaço). O texto na parte superior da imagem diz "A teacher a b=rom everything", sugerindo que um professor precisa ser um pouco de tudo. - Ilustração gerada por inteligência artificial do Bing descrição baseada no Be My Eyes. São tantas as caras desse cara, além da própria cara de professor. Tem que ter cara de doutor, psiquiatra, terapeuta, sem falseta; precisa ser padre e advogado, delegado e...

Essas mãos! ...

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A arte das mãos, as mãos da arte; criando, recriando, recreando a arte da vida, do viver, do fazer acontecer. A imagem mostra um rosto sorridente feito de várias peças coloridas, formando um mosaico. O rosto tem olhos grandes e redondos, um sorriso largo e bochechas rosadas. As peças são de diferentes formas e cores, incluindo azul, verde, amarelo, vermelho e rosa. Ao redor do rosto, há duas mãos humanas que parecem estar segurando ou emoldurando o rosto. As mãos também têm pequenos detalhes coloridos sobre elas. A imagem é vibrante e criativa, combinando elementos de arte e saúde. - Ilustração gerada por IA Microsoft, descrição baseada no Be My Eyes. Mãos que pintam e repintam, que brincam; animadas mãos que se dão, que se vão a animar. Mãos que escrevem e reescrevem, semeiam e colhem, acolhem em seu ânimo de inspirar. Mãos que alegram e divertem, que se vestem para festejar. Mãos que criam e recriam, se diferenciam no recrear.

Triste fábula sobre a Violência

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O Descaso teve um caso com a Omissão e desse “acaso” nasceu a Violência. Abandonada pelos pais, a “órfã” ficou aos cuidados da titia Impunidade que a encheu de mimos e relevou todas as suas “travessuras”. Crescida, a adolescente problema, terminou sob a tutela de uma parente distante, a Justiça. Essa, cheia de permissividades e senões, não dando conta de tanta rebeldia, optou por “lavar as mãos”. Sobre si, a jovem delinquente, aprimorou e deu vazão aos seus instintos criminosos... Cansada de sofrer,

A porta, o jardim e o lixo

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É... Tem gente que adota como lema de vida, provérbios como: “O que os olhos não veem o coração não sente”, “pimenta nos olhos dos outros é refresco”, “quem pariu Mateus que embalance” ou “cada um por si e Deus por todos”. Aquele cidadão construiu sua casa num aprazível condomínio, mandou providenciar um belo jardim , e uma cerquinha branca (como aquelas de filme americano), para guarnecer seu pequeno pedaço de paraíso. Colocou uma generosa porta de vidro, revestida por uma película espelhada. O que lhe permitia contemplar a bucólica paisagem de pintura impressionista, sem expor o interior da sua morada.

Dê proveito às suas “peças”. Doe órgãos

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Lembra-se daquele velho computador? Um dia ele foi top de linha! Mas, com o tempo foi perdendo desempenho, o HD já não comportava o tamanho e a quantidade de arquivos... Um upgrade se fez necessário, já não adiantavam as limpezas de disco, as desfragmentações... Mais algum tempo e a máquina foi novamente ficando meio down. Travava, reiniciava sozinha, não rodava isso, não executava aquilo, andava que nem carroça puxada por tartaruga manca. Até que num irremediável dia, parou de vez. Deu uma de "Arlindo Orlando". "fugiu! Desapareceu! Escafedeu-se!". Sua querida máquina não mais atendia às suas precisões. Foi para o lixo? Não! Nem tudo estava perdido! As memórias foram para uma creche, o drive de CD-ROM roda numa escola pública, a placa de vídeo foi parar numa associação comunitária, o processador alegra crianças carentes atendidas por uma ONG... Restaram as lembranças do velho "companheiro" de internet. Com ele você fez tantas coisas: amigos virtuais e ...

Voto nulo não anula eleição. "Voto parcial" não é nulo. Não dê crédito a spam! Delete!

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Tem spam que é feito cometa. De tempos em tempos aparece, volta a circular. Tem um que diz que existem córneas sobrando e sendo jogadas fora por falta de pacientes no Hospital de olhos de Sorocaba. Outro aconselha isso, aquele divulga aquilo... Parece que spammer é devoto convicto de Goebbels. Como o Ministro da propaganda nazista, tentam tornar verdade a mentira, repetindo-a insistentemente. Sem falar na publicidade indesejada, nas mensagens que disseminam vírus e outras pragas, correntes e demais golpes. Vamos aqui nos ater àquele que costuma reaparecer (sobretudo) em períodos pré-eleitorais. Desinformando que a partir de determinado percentual, os votos nulos anulam uma eleição e tornam inelegíveis os candidatos. Tendo que surgirem outros postulantes em novo pleito eleitoral. A verdade é que o voto nulo não anula nada! Não é voto de protesto. É o voto desinteligente da omissão, que pode ajudar a eleger personas não gratas. Por exemplo: Se numa cidade há apenas um candidato ...

Branquinha

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Tem bicho que parece mais gente que certa gente; escolhem, acolhem quem lhes vem acolher. Assim foi Branca, deixando saudades e doces lembranças. A imagem mostra um cachorro de pelagem clara, deitado em uma superfície azul, que parece ser uma cama ou um colchão. O cachorro está com a cabeça próxima a um livro aberto, como se estivesse "lendo". Ao fundo, há uma parede de cor azul clara. No canto superior esquerdo da imagem, está escrito "Adorável Branca" em letras cursivas brancas. Ao lado direito, há um móvel de madeira com um objeto em cima, que parece ser uma caixa ou um livro fechado. - Descrição baseada no Be My Eyes. Tem bicho que a gente escolhe, tem bicho que escolhe a gente; uns a gente acolhe, outros nos vem acolher. Ela chegou sem querer querendo, escolhendo quem lhe ia acolher. Acolhida, terminou acolhendo seus tutores; protagonizando capítulos inesquecíveis, coadjuvando a novela da vida, inspirando a poética do viver.

Deixa passar

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Cerrado no mausoléu da acomodação, passa a vida passando pano, assistindo o tempo que passa. O passado? Esse, o museu das memórias, não deixa passar. A imagem mostra um beco estreito e escuro, com paredes de pedra e um teto arqueado. No final do beco, há uma abertura que leva a uma rua mais iluminada. A luz do dia entra pela abertura, destacando uma lâmpada de rua pendurada no centro. O chão do beco parece estar molhado, refletindo a luz. Ao fundo, é possível ver algumas construções e uma pessoa caminhando na rua. A cena tem um tom sépia, dando uma aparência antiga à imagem. - Imagem do Pixabay, descrição baseada no Be My Eyes. Quem não deixa o passado passar, atrasa, retarda; tranca o presente, atravanca o futuro; não avança e até precisa recuar; não entendendo a queda, não aprende a levantar; se aclimata, se acomoda, se demora o desacomodar;

Malba Tahan. A construção de um fake news, uma verdade alternativa. Para o bem ou para o mal

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“Malba Tahan (crente de Allah e de seu santo profeta Maomé) é um “famoso escritor árabe”, que nasceu na Península Arábica, em uma aldeia conhecida como Muzalit, próxima do centro islâmico dos muçulmanos, a cidade de Meca, em 6 de maio de 1885. Ainda muito jovem, ele foi convidado pelo emir Abd el-Azziz ben Ibrahim a ocupar o posto de queimaçã, ou seja, prefeito, de El-Medina, município da Arábia. Exerceu seu cargo, ou melhor, suas funções administrativas com inteligência e habilidade. Conseguiu também poupar incidentes entre peregrinos e autoridades locais e buscou dar amparo aos estrangeiros que visitavam os lugares sagrados do Islã. Malba Seguiu seus estudos por Cairo (Egito) e Istambul (Turquia) até receber uma vultosa herança de seu pai e resolver viajar pelo mundo, passando pela China, Japão, Rússia e Índia, onde teria observado e aprendido os costumes e lendas desses povos. Teria estado, por um tempo, vivendo no Brasil. Morreu em batalha em 1921 na Arábia Central, lutando pe...