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Triste fábula sobre a Violência

Publicado em quarta-feira, 8 de agosto de 2018


Ilustração oficial do blog - Uma rosa vermelha na diagonal, sobre um fractal do por do sol, com o nome Apon em relevo, na parte inferior da imagem. #PraCegoVer

O Descaso teve um caso com a Omissão e desse “acaso” nasceu a Violência. Abandonada pelos pais, a “órfã” ficou aos cuidados da titia Impunidade que a encheu de mimos e relevou todas as suas “travessuras”. Crescida, a adolescente problema, terminou sob a tutela de uma parente distante, a Justiça. Essa, cheia de permissividades e senões, não dando conta de tanta rebeldia, optou por “lavar as mãos”. Sobre si, a jovem delinquente, aprimorou e deu vazão aos seus instintos criminosos...


Cansada de sofrer, a Cidadania, resolveu custear um tratamento de regeneração da facínora. Contratou a Política para cuidar do assunto. Mas a mandatária, que mantinha um “affair” com a Corrupção, embolsou o dinheiro e só fez de conta: Botou a Educação para fingir que educava, a Segurança encenar que assegurava, a Assistência disfarçar que assistia...


Assim, sem limites e com absoluto despudor, a moça ganhou poder e força. Todos a temiam, mas ninguém a enfrentava. Até que um dia, ela chacinou a todos. Sem ter mais a quem atormentar, entediada, a sociopata se matou.



Postado aqui em 28 de junho de 2016.


Antonio Pereira Apon.

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