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Mostrando postagens de março, 2010

Hoje é dia de quê?


Espiritismo em nós

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Espiritismo em nós Por: Antonio Pereira (Apon)   Que espíritas estamos nos tornando? Essa indagação me veio à mente, diante de uma inesperada e despropositada resposta de um dirigente espírita. Acredito que estamos perdendo a conexão entre a teoria e a prática. Programamos nosso cérebro para amontoar ensinamentos, condicionamos o coração para ignorar o que foge dos formalismos e estereótipos. Se o nosso grande modelo, é de fato o Cristo, precisamos não esquecer que sua exemplificação não foi retórica. Jesus corporificou aquilo que pregava, levando o amor e o respeito ao próximo, muito além de fugazes e efêmeras palavras. O "amai-vos e instruí-vos" trazido pelo espiritismo, não pode e não deve ser utilizado como um simples chavão para adornar preleções baldas de consistência. O que somos, revelamos em nossas ações. Nossas palavras, dão recado daquilo que queremos mostrar. Nossos atos (muitas vezes por descuido), denunciam o que desejamos esconder. Espiri...

Beberemos grana

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Bem que podia, ser da vida sinônimo. Sangue que corre, nas veias da terra e do homem. Riqueza sem preço, que o humano desapreço, segue a poluir. Futuro que se esvai, no insustentável “progresso”. Retrocesso na razão, condenando já o hoje, abortando o amanhã. Desce ralo abaixo em desperdício, dando fim ao que nem teve início, esgotando o por vir. Semeando sede, colheremos guerras. Num planeta quente, beberemos grana e já sem refresco, restaremos almas, sombras errantes sob o orbe infecto. Ou mudar agora, ou chorar já tarde. Descuidar a água, é ficar doente. Adoece a terra, adoece a gente e doente a vida, faz-nos indigentes. Antonio Pereira Apon. Siga-nos Dê uma espiadinha em nossas postagens mais recentes:

Uma espiadinha na realidade

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Vou começar falando do BiG Brother, apenas pegando um gancho para o "BBB" que de fato quero aqui abordar. Mais uma edição do "reality show" global, ressurgem as velhas e requentadas críticas, dessa vez, "temperadas" por uma certa dose de homofobia e preconceito. Como se a opção sexual de alguns "confinados", pudesse por si só, servir como balizador de qualidade. Se o programa chega a mais uma temporada, é por ter tido audiência, e tem audiência, justamente por explorar uma "patologia" do comportamento humano. O gosto por patrulhar a vida alheia. Pena que esse patrulhamento seja algo fútil, frívolo... Não focando nas coisas sérias e necessárias. Enquanto damos demasiada importância aos artifícios televisivos, a cidadania segue "emparedada", com gente sendo sumária e literalmente "eliminada" nos "paredões" dos (des)serviços públicos: saúde, segurança, educação...

Vã viagem

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Infeliz, quem precisa de álcool, para se sentir feliz. Triste alegria: Beber o tempo,