Postagens

Mostrando postagens de outubro, 2013

Hoje é dia de quê?


A arte de reencarnar

Imagem
imagem. #PraCegoVer" border="0" data-original-height="375" data-original-width="500" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhFriMcV4bFhyphenhyphend4QQurYyu4Hfje4wxzhtrsjr6nLYjkUf3txahJlaj-6zhTVrDR2h2pxSxyr7Oe2akFS1xtIsft-5jwNAA7EeKUfqd3UF4BIdQNkvizGkCcDagfdjOZ2T3B1vHQf8vW88E/s0/apontela.jpg" title="Composição de Antonio Pereira Apon." /> A vida é feita de começo, meio e recomeço. Dos "reinos inferiores" aos altiplanos do infinito, as reencarnações transformam a essência do ser. Como em tudo na natureza: "nada se perde, nada se cria. Tudo se transforma". Pouco a pouco, o "homem velho" transmuta-se em "homem novo", o Tempo como um caprichoso artista, vai extraindo do denso monólito, a obra-prima da evolução. Dos rabiscos rupestres a mais avançada tecnologia, o traço das sucessivas encarnações, desenha a odisseia dos seres nas sendas do progresso, pigmentando

Um museu de envelhecidas novidades

Imagem
Tecnologicamente vivemos tempos onde o que ainda não é novo, já é velho e o “moderno” já nasce sentenciado à obsolescência. Um computador top de linha, vira “carroça num piscar de olhos, o videocassete com seu sistema autolimpante e suas tantas cabeças de leitura, virou sucata; o fax tornou-se uma peça um tanto retro, o CD já vai com o “pé na cova”, enquanto o DVD agoniza (o blu-ray que se cuide). A TV de tela plana e tubo de raios catódicos, ainda funcionava bem, quando a novíssima LCD já cedia espaço para o LED, que já é 3D, smart e vai virar ultra HD, OLED...

A vida precisa transitar. A morte não

Imagem
Mais que veículos e pedestres, em nossas ruas, avenidas e estradas, transitam vidas. Não números, objetos ou abstrações. Pessoas! Gente como eu e você

Tempo, temporão, temporal

Imagem
O tempo é a porta, a ponte, a janela, o porto, o barco, é o mar. É lugar algum e algum lugar. Contem, está contido; é o agora que já foi, o amanhã que logo vai

Palavra ou palavrão? Você é quem diz!

Imagem
O tênue limite entre a palavra e o palavrão, geralmente é determinado pelos usos, abusos e costumes que podem se modificar com o decorrer do tempo. Uma simples palavra pode tornar-se um pesado palavrão e vice-versa. É o caso do versátil substantivo feminino que vamos tratar aqui. Hoje exprimindo admiração, alegria, espanto, simpatia, entusiasmo, aversão, raiva, carinho, surpresa, chateação, impaciência... Em sua dilatada “gramaticidade”, pode aparecer como interjeição, adjetivo, advérbio, conjunção... Como podemos notar, não é aquela esponja de aço, mas tem “mil e uma utilidades”. Originalmente, o vocábulo designava uma tosca arma de madeira, um pedaço de pau com uma protuberância onde eram incrustados pedaços de metal, como pregos. Cacete, porrete, clava... diz-se também tratar-se de uma espécie de cetro eclesiástico, usado por autoridades da Igreja, entre os séculos XIII e XV. Dai, do latim, chegamos

Infelicidade programada

Imagem
... os ouvidos superlativam palavras, acordam a língua contundente e desatinada. Gênios indomados; de ego em riste... Vivem a ruminar o passado, indiciando “culpados” para suas culpas, exumando ressentimentos a pretexto de pretensas razões. Atidos, contidos; cativos dos próprios fantasmas, de um “autismo” mal arranjado