Postagens

Mostrando postagens de abril, 2014

Hoje é dia de quê?


Ainda ontem...

Imagem
Ainda ontem eu nascia, dava os primeiros passos e só queria tomar mingau de farinha láctea, andava num velocípede vermelho com a cara do Mickey na frente e fazia o maior escândalo, quando chamavam dona Nequinha para me aplicar injeção. Meu primeiro carrinho de polícia, coitado. Estreou descendo as escadas do prédio... Ainda ontem eu aos seis anos, não entendia tanta alegria por um “tal de tri” numa tal Copa, estudava na Escolinha São Jerônimo. Adorava pegar o trem pra Paripe para passar o fim de semana na casa de minha tia. Eu achava o máximo sair com meu pai; comer misto quente num bar ali na Rua da Ajuda ou no “Cacique” (ao lado do Cine Guarany), nesse tempo, eu pensava que os carros sob o viaduto da Sé, eram miniaturas de brinquedo e sonhava em ser cientista, astronauta, piloto...

Equilíbrio. Nem tanto, nem tão pouco

Imagem
Perdida entre os adultos que ainda não são e as crianças que já deixaram de ser, nossa juventude se desencontra nas incertezas de uma sociedade dúbia, inconstante e novidadeira. Costumes teleguiados por modismos colocam a civilização a mercê da ditadura dos interesses da grande mídia, das mil e uma teorias e invencionices que inspiram pais e educadores esquecidos, de que entre a teoria e a prática, está a vida real, onde não há receita pronta, panaceia miraculosa, alquimia ou manual de instruções.

População bandida

Imagem
Não sem razão, diversos políticos são criticados e execrados por sua “folha corrida”: Estelionato, corrupção, roubo, falsidade ideológica, lavagem de dinheiro... Enfim, todo tipo de maracutaia, imaginável e inimaginável. Mas, como gente assim é eleita e reeleita? Como conhecidos e afamados pilantras, conseguem “perpetuar-se” no poder, construindo longa carreira na politicagem?! Será que brotam do chão? Caem do céu, Descem de disco voador? Nada disso! São “paridos” das urnas, crias dos votos de muitos dos seus críticos. Durante cerca de 48 horas de greve da Polícia Militar da Bahia, multiplicaram-se os saques e depredações na capital e no interior. A população, reunida em verdadeiras hordas, aguardava os ladrões propriamente ditos, arrombarem as casas comerciais, para invadir e “fazer a limpa”. Idosos, mulheres, crianças, famílias agindo como quadrilhas de reles salteadores, materializando deploravelmente um velho ditado: “a ocasião faz o ladrão”. Gente hipócrita e sem caráter, que ...

Brasil que mata e morre

Imagem
Aqui não tem pena de morte! Mas tem morte sem pena. Termina na bala, acaba na vala... Sina de quem nada tem e “nada é”! Gente “invisível”, míseros dígitos abatidos feito gado.