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Mostrando postagens de fevereiro, 2015

Hoje é dia de quê?


O tempo e o humano espírito

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Corre o tempo a desaguar no infinito: Gotículas os segundos, gotas os minutos, em pingos vão-se os dias. Fogem as semanas, correm os meses. Seguem os anos sem detença: Não tardam velhos nem novos, esvaem-se os calendários e suas estações, eclipsam os relógios.

O gueto da “cultura” e a cultura do gueto

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No gueto todos são pretos, pretos de todas as cores. No gueto, Espinhos há mais que flores. Convivem, Sobrevivem: Sorrisos e dores, bem e mal, bom e ruim, belezas e horrores; o digno e o vil, sacro e mundano, o trabalhador e o malandro, o lar e o covil. Onde o que falta farta! Perversa, Reversa fartura. Falta quase tudo, farta quase nada;

Cinzas de carnaval

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Seja samba, axé, frevo... Artificial enlevo, cênica alegria... Bota o bloco na rua e a realidade nua, vai-se fingindo esquecer. Fútil reino de ilusões, mambembe corte de bufões, espetáculo do parecer.

Religião, religiosos e a realidade

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Dizia Karl Marx: “A religião é o ópio do povo”. Numa paráfrase irreverente, diz o Dr. Gregory House, personagem do ator Hugh Laurie na série House: “Religião não é o ópio da massa, é o placebo dela.”. Mas o problema não está na religião em si, A problemática é uma horda de supostos religiosos que confundem fé com fanatismo e não conseguem distinguir religião de alienação. Daí: Os alucinados terroristas que distorcendo o islã, atentam contra princípios fundamentais que caracterizam a condição humana de ser racional; os “zumbis” caricatos, com suas performances histriônicas, autômatas, logorreicas... Depondo contra a seriedade do ensino judaico-cristão; uns outros tantos que folclorizam, envilecem, prostituem, desvirtuam a religiosidade. Uma outra “pérola” do Dr. Hous nos faz pensar: “As pessoas escolhem os caminhos que as dão as maiores recompensas com o menor esforço.”. Muitos andam deliberadamente e convenientemente esquecidos de uma importante recomendação de Jesus: “Faze a tua p...

Ele, sempre Ele

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Quando me senti fraco e vacilante diante das dificuldades, ele me mostrou como rio contornava e saltava os obstáculos, e como, quando faltava um caminho, as águas abriam caminhos novos. Ele me mostrou que eu podia mais que o rio.