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Mostrando postagens de julho, 2016

Hoje é dia de quê?


“Terrorismo gastronômico”. “Bombas” de gengibre

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A Bahia, terra de todos os santos, orixás, guias e afins. Vez por outra, se notabiliza por fatos folclóricos, pitorescos, paranormais, surreais... E como dizia o governador Otávio mangabeira: “Pense num absurdo, na Bahia tem precedente”, ou ainda o poeta Gregório de Matos: “A Bahia é a Bahia”! Pois bem. Passado o susto e não havendo mortos ou feridos graves, Tem horas que a vida real, parece disputar com a ficção a arte de fazer rir nesse “país da piada pronta”. Um cidadão reprovado trocentas vezes no exame da Ordem dos Advogados do Brasil, inconformado e julgando-se injustiçado, perseguido, discriminado ou algo que o valha, resolveu se passar por “terrorista” (ou pelo menos, uma versão bem tupiniquim de um desses dementados). O sujeito exibiu um suposto colete com feixes de explosivos e mandou o povo correr para não morrer. Iria explodir-se com o prédio onde deveriam ser realizadas as provas da OAB naquele domingão soteropolitano. Foi bacharel pra tudo que é lado! Um sururu dos di...

Amor ou posse?

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Amor cativa. Posse, encarcera. Amor cuida. Posse, ciúma. Amor é laço. Posse, nó. Amor é nós. Posse, eu. Amor é melodia. Posse, dissonância. Amor, plenitude do ser. Posse, mesquinhez do ter. Amor alforria. Posse, escraviza. Amor propõe. Posse, impõe. Amor constrói. Posse, devasta. O amor é altruísta. Posse, egocêntrica e egoísta. Amor alegra. Posse, desgraça. Amor é alvorada. Posse, crepúsculo. O amor é virtude. Posse, vício. Amor eleva. Posse, rebaixa. Amor perfuma. Posse, espinha. Amor é diálogo. Posse, monólogo. Amor partilha. Posse, furta. O amor é como a fé. Posse, tal qual o fanatismo. Amor encanta. Posse, entorpece. O amor enleva. Posse, deprime. Amor pacifica. Posse, guerreia. Amor é poesia e prosa. Posse, infame prosopopeia. Amor é sóbrio. Posse, demente. Amor cura. Posse, fere. Amor acaricia. Posse, agride. Amor abraça. Posse, esgana. Amor é remédio. Posse, doença. Amor é o começo. Posse, o fim. Amor vivifica. Posse, mortifica... Precisa desenha...

Quem te ama...

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Quando o dinheiro falta, a necessidade farta, o sucesso finda, a fama passa... Quando a vicissitude bate à porta, o sobrenome já não abre portas e o nome as faz fechar... Quando os títulos não mais contam, o cargo perdeu a importância, o ter, a relevância...

Ladainha - II

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Como dantes, rindo para não chorar, seguimos rogando piedade a Deus pelo Brasil e os brasileiros, ante tantos absurdos. Senhor, Piedade! Valha-nos Deus! Pelo privilegiado foro, por quem foge do Moro; pela imunidade parlamentar, pela impunidade pra lamentar. Senhor, tende piedade de nós! Pelo preço do feijão, pela volta da inflação; pela bazófia da jararaca, pela autoridade que matraca. Senhor, tende piedade de nós! Pela corrupção endêmica, pela reforma polêmica; pela assistência parca, pela propina farta. Senhor, tende piedade de nós! Pelo tríplex sem dono, pelo sítio sem ônus; pela escorcha tributária, pela política arbitrária. Senhor, tende piedade de nós! Pelo limite na banda larga, pela carestia amarga; pelas desreguladas “agências reguladoras”, pelas populações sofredoras. Senhor, tende piedade de nós! Pelo fiasco da copa, pelo eleitor que os “negados” topa;