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Mostrando postagens de fevereiro, 2019

Hoje é dia de quê?


“Não é não”! “Sou mulher, quero respeito”, “respeita às mina”!

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“Não é não”! Entendeu? Ou precisa desenhar? Mulher não é objeto para o machismo abjeto, não é enfeite para um deleite qualquer; não é coisa, para se passar a dementada “mão boba”, pra se dizer o que se quiser. Homem de verdade “respeita às mina”, não precisa se travestir de “macho”; chega com delicadeza, encanta pela sutileza, conquista por saber dizer… Mas você não sabe? Ou não quer saber?! A musiqueta ruim já fritou seu discernimento??? Os tempos mudaram! Ninguém te avisou??? Lamento!!! Por bem ou por mal, você vai ter que aprender.

Acorda para caminhar

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No blog Filosofando na vida , a professora Lourdes nos convida a escrever uma frase, verso, poesia, pensamento, mensagem… Sobre uma imagem postada a cada fim de semana. Acima, a imagem sugerida. Abaixo, a minha 71ª participação nessa “brincadeira” intitulada: Poetizando e encantando . Acorda a arte esquecida, a espiritualidade adormecida sob os entulhos do tempo; caminha para além dos tropeços, desperta os passos entorpecidos pelas dores… Drummond poetizou a pedra que tinha no caminho, Apon versou o que fazer com ela ; aprenda com as pedras e a poesia!

Chuva ...alheia ao poeta e a rosa, a poesia e a prosa...

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... sem sonho, nem realidade, projeto ou destino, lágrimas, risos, sem riqueza nem pobreza, doce nem fel. Apenas chuva... No blog Filosofando na vida , a professora Lourdes nos convida a escrever uma frase, verso, poesia, pensamento, mensagem… Sobre uma imagem postada a cada fim de semana. Acima, a imagem sugerida. Abaixo, a minha 70ª participação nessa “brincadeira” intitulada: Poetizando e encantando . Cai a chuva, Indiferente a tudo e nada: vida, morte, azar ou sorte, palácio, choupana, amor e ódio, silêncio, burburinho, violência, carinho, tempo que passa ou deixa de passar. Apenas cai a chuva: alheia ao poeta e a rosa, a poesia e a prosa;

Quem nasceu primeiro? O homem ou a mulher?

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Essa coisa de que Deus criou primeiro o homem e deste fez a mulher, é pura balela, invencionice do patriarcado “nonsense”, machista e caduco. Deus caprichou fazendo a mulher, com as sobras, mandou um estagiário improvisar o homem. Daí essa coisa tosca, mal-ajambrada, com um penduricalho esquisito, afrontando a estética.

Segue a vida, segue o caminhar

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No blog Filosofando na vida , a professora Lourdes nos convida a escrever uma frase, verso, poesia, pensamento, mensagem… Sobre uma imagem postada a cada fim de semana. Acima, a imagem sugerida. Abaixo, a minha 69ª participação nessa “brincadeira” intitulada: Poetizando e encantando . Sob a neve dos invernos, sobre as folhas dos outonos, além das primaveras que já foram, entre as árvores que irão. Segue a vida; sua sombrinha é o destino, desprotegida proteção,

Titanomaquia. O bafafá dos deuses

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Segundo a mitologia grega, houve uma guerra entre os titãs, liderados por Cronos, contra os deuses do Olimpo, comandados por Zeus , que durou dez anos e definiu o controle universal. A Titanomaquia, da qual, Zeus se fez vencedor, Resgatando seus irmãos e se coligando a outras forças, De acordo com o poema épico, Teogonia, do poeta Hesíodo, cujo título significa: "O nascimento dos deuses" e que conta a origem desses e da ascensão de Zeus ao trono do Olimpo. No mito, Zeus desafia seu pai, Cronos, para assumir o controle do universo. Tarefa nada fácil, derrotar o rei dos titãs, seres tão poderosos quanto os deuses, ainda que, mortais como os humanos. O quiproquó tem início, quando Urano resolve casar com Gaia, a Terra, gerando os titãs e, temeroso de que um desses seus filhos tentasse roubar seu trono, ele, assim que um filho nascia, o introduzia de volta no útero da mãe. Revoltada, Gaia colocou os filhos contra o pai. Certa vez, enquanto Urano copulava, Cronos escapou e com u...

Hoje é dia de que mesmo?

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Tem dia de tudo e para tudo comemorar, dia do pai, da mãe, do avô, da avó, da criança, da pizza, do sorvete, do disco, do homem, da mulher, do orgulho ateu, de Nossa Senhora disso, de Santo aquilo... Assim, vamos datando, rotulando, etiquetando, classificando os dias e acondicionando o tempo na caixinha das efemérides, feriados e afins. Eis o tempo cronológico, o artifício da linearidade temporal, a “timeline” que customizamos para a rotina da vida; o cotidiano programado para ser. Agendado para acontecer, regrado, pasteurizado, pré-fabricado, condicionado...