A caverna do eu
Cultivar sombras de estimação é ensombrar-se, assombrando a vida; enclausurado ego numa velha "caverna de Platão", averso à luz, imerso na escuridão. Como na caverna de Platão , ensimesmados, acorrentados às nossas sombras de estimação; enclausurados, aclimatados à escuridão. A luz nos desafora, tudo lá de fora, se afigura subversão. Obstinada ignorância, enfurnada vil caterva, fora da treva, não percebe salvação; a sombra não enxerga a paz, nada além de míope perturbação. Ensombrados nos assombramos, deliramos em nossas miragens; perturbados, perturbamos, desachados, desachamos; enferma apercepção. Tudo está errado! Certas, nossas incertezas vãs, impor o erro como acerto; desconcerto de quem se desconsertou. Aclimatados à escuridão. A luz nos desafora. Se ainda não se inscreveu, inscreva-se em nosso canal Apon na arte do viver. , clique no sininho para escolher receber nossas notificações, ser avisado(a) dos vídeos novos. E não esqueça de dar seus likes. Conto com...