O espírito do homem e o homem do espírito
Como disse Paulo de Tarso: “O homem só morre uma vez”. Já o espírito, esse morre e renasce quantas vezes forem necessárias. Dia de finados? Dos mortos? A vida segue além da vida. O homem da vez, só morre uma vez; da próxima vez, já será outro o homem. O espírito é único, os corpos são múltiplos. O homem do espírito, o espírito do homem. Como o ator que não morre com esse ou aquele personagem, ressurge noutro após cada espetáculo findar. O homem do espírito, morre com a morte, o espírito do homem, transcende imortal.