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Mostrando postagens de dezembro, 2023

Hoje é dia de quê?


Borboletas, morcegos e o tempo

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Nós novos ou, de novo, o novidadeiro obsolescer. Borboletas e morcegos, luz e sombra; o tempo das escolhas e as escolhas do tempo. Viver a brevidade da vida ou enraizar na mesmidade sombria, encavernados na ilusão. O novo, o velho; mera questão de tempo, velhaco tempo, a debochar de nossa obsolescência novidadeira. O que fazer? Como mudar? Ser morcego ou borboleta? Borboletas; leves, breves flores com raízes nos ares. Morcegos, pesado enraizar na escuridão. Tem quem viva a brevidade para lá do casulo, arriscando a amplidão; há quem encaverne na mesmidade, morcegando ilusão.

Violência não é brincadeira. Dê paz nesse natal

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O cidadão dormia naquela madrugada natalina, quando foi acordado por estranhos barulhos vindos da sala. Levantou-se, desceu lentamente os degraus e no pé da escada sentiu chão molhado sob seus pés. Passou a mão no líquido para saber do que se tratava e arregalou os olhos de pavor quando o cheiro de sangue lhe adentrou nas narinas. Apressadamente acendeu a luz e deparou-se com o Papai Noel estendido no chão. Sobre a barriga do Bom Velhinho. Chuck (o brinquedo assassino), fantasiado de ninja, saltitava com uma pistola de videogame numa das mãos e o sabre de luz (Star Wars/Guerra nas estrelas) na outra...

Ele segue. Feliz natal!

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Jesus, o Cristo de Deus, segue caminhando com quem o guarda no natal do coração; sem mitos ou ritos, farsas ou disfarces; ele, o Divino Mestre, segue encaminhando. Ele nasceu pobre, viveu e assim morreu. Era o maior dos mestres; sem cátedra, ele ensinava caminhando; peripatético, sua sala de aula, o infinito. Era rei, contudo, vivia entre plebeus; seu reino não era desse mundo.

Mentirosa gente, mente

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Preparando-se para o pior, mas sempre acreditando no melhor; sem ansiedade corrosiva, insatisfação depressiva; nos fazendo verdadeiramente novos para no ano novo inovar, fazer diferente. A mente, a gente; mente, desmente na fuga, de si e do outro, de tudo e de todos. Quando quer, pode até o que não pode. Quando não quer, sabota seu mais trivial poder. Portanto; nada de se deixar enganar, nem se desenganar; preparando-se para o pior, mas sempre acreditando no melhor; assim, venha o que vier, estaremos prontos. Sem a ansiedade corrosiva, sem a insatisfação depressiva, na ativa proação. A mente, a gente; mente.

Flor de sorriso, sorriso de flor

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Na galeria da memória, num recanto da infância guardo a imagem de umas florezinhas, parecidas com pequeninas margaridas, com o sugestivo e peculiar nome de: Sorriso. Pois é... Sorriso! Foi lembrando do sorriso flor, que resolvi escrever sobre a “flor” do sorriso propriamente dito.

“Pai nosso” ecumênico, inter-religioso, humano

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Pai nosso que está em tudo e todos, manifesto no infinito universo de sua criação. Glorificados sejam todos os vossos nomes e suas expressões em todos os idiomas, dialetos, culturas e religiões. Venha a nós o vosso reino de paz, fraternidade, tolerância e inesgotável amor ao próximo, ao distante, o semelhante e diferente. Seja feita a vossa vontade bendita em cada canto, recanto do infinito. O alimento nosso de cada dia, sacie o nosso corpo e nosso espírito multiplicando e dividindo o pão da solidariedade, irmanando-nos acima de crenças, ideologias e qualquer condicionamento desumano. Perdoa-nos na mesma proporção do nosso incondicional esforço e vontade sincera de perdoar. Não nos deixeis sucumbir à sedução do orgulho, da vaidade, do egoísmo ou qualquer outro desvario. Mas livrai-nos dos males de nossa ignorância e atrasada materialidade. Que assim seja! Postado aqui em 29 de agosto de 2015.

Natal; luzes, Gente Anjo

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Para além dos presépios, árvores, adornos... Que o artifício das luzes natalinas, inspire Anjos Gente, o luzir interior, alvorando; ainda que com Noel, não esqueçamos o protagonismo do Menino Jesus em cada coração, na intimidade do ser: Amor, fraternidade, empatia, solidariedade, paz... Natalinas luzes: Luzem, brilham e rebrilham, encantam, piscam e repiscam, replicam-se nos adornos, nas árvores, no entorno. Acendem, ascendem nos natalinos presépios,, nas noelinas presepadas. Brilhos lá de fora, lume que arvora, sem as almas alvorar.