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Mostrando postagens de fevereiro, 2024

Hoje é dia de quê?


Despetalando a flor, amor

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Adivinhadeiro amor, despetalando a flor do destino: Bem me quer, mal me quer... Bem querer que chega pra nos adivinhar. Escrevendo, reescrevendo, tatuando no coração. O tempo despetalando a flor do destino, desatino: Bem me quer, mal me quer; bem me quer, mal me quer; bem me quer… O amor adormecido, sonha um amanhecer dourado, Djavaneado; entre o rosa e o lilás.

O dia, a hora; agora!

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Reseta o bom ânimo. Desentulha fora, desatulha dentro; desacumula o inútil, deixa o útil fluir. O ontem não tem jeito, o hoje é o jeito pro amanhã ajeitar. Aceita, aceita-se; ajeita-se! Não espera, não desespera; esperança, acorda a alegria, reescreve a poesia, a possível arte do viver. O que parece impossível? Deixa evolver. Tudo é breve, é passageiro; passa ligeiro se a gente não reter. Despetala a flor do tempo; sem mal querer, só o bem me quer, de tanto se bem querer. Reseta o bom ânimo. Desentulha por fora, desatulha por dentro; desatafulha sentimentos, destralha razões, desentralha emoções. Desacumula o que é inútil, deixa o útil fluir. Salva a calma, cura a alma, deixa sua luz luzir.

Quem é esse tal de Fevereiro?

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... 11º e último mês no calendário luni-solar romano até 46 a.C.. Por ser o último mês do ano, ficou apenas com 28 dias, exceto nos anos bissextos, quando lhe é acrescido um dia. Único mês com menos de 30 dias, isso por conta de injunções políticas... Antonio Pereira Apon. Peculiar por sua duração, o mês, mistura religião, política, paganismo, festa e mitologia para construir sua identidade singular: Segundo mês do ano, tanto pelo calendário gregoriano, como pelo antigo calendário juliano,

Macetando o apocalipse, arrebatamento baiano

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Em plena cidade do Salvador, a irreverência respeitosa de Ivete Sangalo, não podia ter dado melhor resposta: 'Apocalipse, Deus mandou macetar'. A interpretação ipsis litteris de passagens bíblicas, desconsiderando o momento histórico e cultural da época em que foram escritas, trazem a Tessalônica de Paulo de Tarso (5-67 d.C.), para cima de um trio elétrico em pleno carnaval da Bahia (2024), evocando o apocalipse do milenarismo esperado por certas correntes evangélicas. Lembremos que Paulo acreditava que a volta de Jesus aconteceria ainda naquela sua época e não esqueçamos que doenças, guerras entre outras tantas tribulações, não são nenhuma novidade, a sanha apocalíptica espreita a Terra não é de hoje. Precisamos sim de uma humanidade melhor; mais fraterna, solidária, menos preconceituosa e sectária, falso moralista e hipócrita. Carecemos de cristãos verdadeiros, sinceros, que sigam Jesus e não falsos Messias e profetas fake. O Cristo nunca nos deixou e quem procura decod...

Feliz ano novo! acabou o carnaval

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Diverso do que diz a lenda urbana, o ano novo da vida real, só engata lá pra depois do carnaval. O resto, é extraoficial. Um chão cinza coberto de confetes e serpentinas coloridas, com um grande desenho esbranquiçado de um relógio ao fundo (como se fosse feito com pó ou giz). Em primeiro plano há duas máscaras de festa no estilo carnaval/baile de máscaras, com detalhes brilhantes e penas escuras (uma tem um toque de pena vermelha). Entre elas e ao redor aparecem restos de festa: serpentinas, confetes, uma bexiga amarela murcha e pedaços de material rasgado, dando a sensação de que a comemoração acabou e ficou a bagunça. - Imagem do Gemini, descrição baseada no Be My Eyes. Essa postagem fez parte da inspiração para o seguinte vídeo: Em tese, o ano novo começa em 1º de janeiro. Mas, para alguns habitantes dos trópicos tupiniquins, uma antítese coloca o ano para iniciar após o carnaval. Descontados os dias anteriores e os dias da folia. O ano "nascente" com seus d...

Acontece no carnaval

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A Fantasia e a Ilusão, chamaram a Alegria para brincar o carnaval. Não tardou, a euforia foi logo atraz do trio. Porém, a Maldade, que espreitava a Festa requebrar até o chão, chamou o Vício e a Confusão para entrarem no bloco. Depressa chegou a Bebedeira e a Zoeira se achegou.

Não quero essa paz

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Tem paz sem paz, daninha e malsã, danosa. Ilusória, ociosa, por vezes carnavalesca, Distópica, utópica, sabe-se lá! Comprada, vendida, desencontrada... A paz ociosa dos omissos. A do silêncio dos bons, que calam ante os faniquitos do mal. Paz de quem pega carona no acaso, viaja assistindo o tempo passar; desatinada paz, de quem terceiriza o destino. Nada da paz armada, de quem desama até desalmar; de quem bate continência, por conveniência, indolência, ou mero adestrar. A fingida paz de quem diz amém, sem saber a que, ignorando a quem. Paz egoísta dos indiferentes; negligente, de quem não está nem aí, pra nada nem pra ninguém. Paz com cara de paisagem, sem compromisso, enguiço de paz. A dos desacordos internacionais, dos conchavos políticos, das ideologias venais. A paz farsante, mentirosa, cheia de prosa, cínico desdém. Corrupta paz, vendida criminosa, odiosa e malsã. A paz de artifício, entorpecida e iludida, fugitiva, toda trabalhada na irrealidade. Carnavalesca e fantasiosa, p...

Ideias e ideais envelhecidos, não semeiam tempos novos. - Apon. #PensamentoDoDia

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#PensamentoDoDia: Ideias e ideais envelhecidos, não semeiam tempos novos. Antonio Pereira Apon . Deseje um #BomDia! Com uma reflexão, uma frase motivacional. Curta, compartilhe no WhatsApp, Facebook, Twitter... Bom dia! 😊 Você também pode gostar de ler: Datas por mês: Janeiro Fevereiro Março Abril Maio Junho Julho Agosto Setembro Outubro Novembro Dezembro No Youtube, assista, inscreva-se no Apon na arte do viver. . Nossos vídeos, você também encontra em nosso canal no Dailymotion . ...

Flor do campo, celebração

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A vida é uma celebração, a célebre ação do viver, comemore; com, memore a dádiva do estar aqui fazendo acontecer: Nascer, inaugurar, transformar, inovar, florir... Observa a flor do campo, ela, que nasce sem se plantar; é a vida em celebração, a célebre ação de aqui estar; comemorar, com, memorar. O aniversário, o nascimento; a inauguração, o casamento; o sucesso, um bom momento… festejar! Festinha, festa, festança; happy hour, café, um chá; florido, para bem inspirar. Manda chamar Amarílis e Verbena, a Íris, Açucena não pode faltar. Convida o Jacinto, a Rosa e o Lírio; a Hortência, Dália, Deise; que o Narciso não tarde em chegar. Yasmim, Jasmim e amaranto; Melissa e Angélica trazendo Gardênia, a violeta cheia de encanto. Que chegue Rosiel e Rosibene, Rosilene, Rosineide, Rosélia com Rosália pra bem rimar. Margarida cheia de vida, Rosalinda, Acácia a se achegar.

Odoyá, Iemanjá! Rainha do mar daqui

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... Iemanjá é um orixá feminino, divindade africana, do Candomblé e da Umbanda. Padroeira dos pescadores, é senhora do destino dos que entram no mar. Reverenciada por muitos na passagem do ano novo e em outras tantas datas, conforme costumes diversos, é no dia 2 de fevereiro que acontece sua grande festa, em Salvador na Bahia, na praia do Rio Vermelho... Antonio Pereira Apon. O Poseidon dos gregos, Netuno dos romanos e o Aegir dos nórdicos que nos desculpem. Mas, o empoderamento feminino, invadiu até mesmo o “divinal”. Assim, ao imaginar-se entidades dominantes das águas, são elas, as “minas”, que assomam à nossa mente: Iemanjá, Iara, Afrodite, Sereias... Que povoam o imaginário popular. Segundo Carl Gustav Jung e seus arquétipos psicanalíticos, todos somos susceptíveis à padrões que se vão repetindo, ficando armazenados no inconsciente coletivo, passados de geração em geração. Conforme o instinto, sentimentos e comportamentos de cada qual, tais padrões eclodem. Daí, podemos i...