Hoje é dia de...

Feminicídio, delírio de mal chocado machão - Não É Amor. É machismo que mata, verdade Que Tentam calar

Esta poesia/música é um manifesto em forma de arte. Uma voz que se levanta contra a violência doméstica, o machismo estrutural e o feminicídio. A violência contra a mulher não é apenas um crime; é uma falha profunda da nossa humanidade. Não se cale. Denuncie. Disque 180.


Contra a violência doméstica. #PraCegoVer #ParaTodosVerem
Ilustração com iluminação cinematográfica e atmosfera dramática em tons escuros e avermelhados. Em primeiro plano, ao centro-direita, uma mulher adulta, cabelos castanhos longos, usa fones de ouvido profissionais e canta diante de um microfone de estúdio com filtro pop. Uma lágrima escorre pelo rosto, evidenciando emoção intensa. Ela veste blusa preta, e a luz lateral destaca a textura da pele e a expressão concentrada e sofrida. Ao fundo, à esquerda, em segundo plano desfocado, aparece a silhueta de um homem com o braço levantado diante de uma mulher encolhida e protegendo a cabeça, sugerindo cena de agressão doméstica. À direita, também em plano secundário, há o rosto de outra mulher com marcas de violência — hematomas e sangue — olhando diretamente para a câmera com expressão séria e resistente. O fundo é escuro, com textura esfumaçada e iluminação quente, criando clima de tensão e denúncia. Em destaque, o texto: “FEMINICÍDIO” em letras grandes brancas. “Delírio de mal chocado machão” em vermelho, estilo manuscrito. Na parte inferior: “NÃO SE CALE. DENUNCIE. DISQUE 180.” em branco sobre faixa escura. A composição transmite denúncia, dor, resistência e conscientização contra a violência doméstica e o feminicídio. - Imagem e descrição do ChatGPT.


”Amor” que bate é desamor,
maltrata, mata;
destrata o machista impostor,
o mal achista que se acha senhor.
Frágil masculinidade,
bestialidade de possessor.
Ele que se julga dono dela,
se revela,
dono da mais alta baixeza;
precisa se convencer da própria macheza,
provar e comprovar,
se convencer o macho conservador;
cantar de galo,
ególatra machucado,
asqueroso abusador.
Abusa impondo a dor,
ferindo e machucando,
matando a amorosa flor;
flor menina,
fé menina,
feminina flor.
Seja como flor:
Quem ama não mata,
não maltrata nem destrata.
Mulher não é objeto,
não é coisa pra abjeto inseto chauvinista,
porca emoção sexista, androcentrista.
Feminicídio, o delírio da desrazão.
“Respeita as mina!”
Mal educado deseducado,
mal chocado machão.

Comentários

  1. Caro amigo Antonio,
    O seu poema toca num assunto extremamente doloroso, uma ferida aberta na sociedade que parece não ter um fim. O femincídio é algo terrível, assustador, revoltante e medidas precisam ser tomadas para que esse tipo de crime não aconteça mais. Vivemos num mundo ainda muito machista, a cada dia mais violento onde os homens e sempre eles se acham os donos do mundo e das mulheres também. Parabéns pelo seu poema que é um grito de liberdade para as mulheres e os seus relacionamentos tóxicos.
    Um abraço!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. O machismo é uma aberração a ser combatida com rigor, não dá para tolerar mais a violência contra a mulher, o feminicídio é uma abominação!

      Um abraço. Tudo de bom.
      APON NA ARTE DA VIDA 💗 Textos para sentir e pensar & Nossos Vídeos no Youtube. Caso deseje fazer uma contribuição Clique aqui.

      Excluir

Postar um comentário

😊 A leitura termina, mas a reflexão continua aqui nos comentários. ✨ Que tal transformar sua visita em uma conversa? Deixe seu comentário, sua interpretação ou apenas um 'oi'. 💬🌹 Adoro saber como a arte da vida ecoa em você! ✍️📖 Obrigado por acompanhar o blog e o canal! 🎥 A sua percepção é o que completa a minha inspiração 🖋️.

Se você gostou e quer compartilhar em suas redes, sinta-se em casa! Só não esqueça de levar junto o nome do autor. A arte vive do respeito à criação. ✨🖋️