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Hoje é dia de quê?


Controle do tempo

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  Se eu pudesse controlar o tempo: Não deixaria infância fugir tão depressa, Nem A adolescência escapar, perseguindo a insensata ilusão de "crescer". Perpetuaria as fantasias. Adivinharia as dores, e antes mesmo que existissem. Converteria as lágrimas em sorrisos. Viveria em eterno estado de paixão, a poesia de uma imorredoura primavera.

Temperamento forte? Só Freud!

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Tem gente boa, mas de temperamento ruim. Gente que ama! Mas tem um gênio de desamar! Implica, complica... E mesmo quando incerta. Quer sempre estar certa! Complexa em seus complexos, faz de tudo uma disputa, uma necessidade de afirmação. A realidade pouco importa! Não suporta o que fira sua interpretação! De tolerância pouco elástica, faz tsunami em piscina plástica,

Ano novo. O que queremos colher?

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Tudo passa, todo “fim” convida a um recomeço: O fenecer da noite prenuncia a luminosidade de um novo dia, o passado abriu as portas do presente, que escancara as portas do futuro: Ao ano que vai, sucede um novíssimo ano, repleto de possibilidades... Uma folha inescrita, aberta ao bem ou ao mal, uma página inédita, para reescrevermos erros ou editarmos mudanças. Não existe mágica, nem intervenção divina. Deus nos entregou o destino da terra.

Dia de folga

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  Hoje o tempo não tem pressa! E o relógio que estressa? Põe pra desestressar. Hoje a rotina "botou atestado", o cotidiano entrou em recesso,   "ponto facultativo" para as preocupações...   Vem! Acorda os sonhos! Hoje a vida quer sonhar! Já é dia! Não intente mais tardar! A vida quer poesia, Quer magia pra rimar! Tem sol lá no horizonte, tem flores ali defronte, tem pássaros a cantar! Hoje é dia de primavera na alma, de escutar uma canção calma, e na paisagem descansar.

Viva. Pule fora desse círculo

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Condicionamo-nos às neuroses da vida moderna(?), nos habituamos a enxergar tempestade em garoa, tentar subverter o tempo. " A correria do dia a dia, as responsabilidades, os problemas e a rotina escravizam nosso cérebro, ele fica lá, andando em círculos, feito cachorro atrás do rabo ". Assim, vamos sobrevivendo, esquecidos de que viver de verdade, é pular fora desse círculo vicioso, que nos põe à serviço das coisas, quando o contrário deveria ser a norma. Com um pé preso no passado e tentando por o outro no futuro, tropeçamos no presente, acidentando a existência com preocupações inúteis e inutilizantes. Depois. Fartos dos hiatos de tantas paranoias e falsas necessidades, deitamos nossas angústias no divã do analista, no artifício do ansiolítico ou outra droga qualquer. Cativos da "normalidade" de tantas anomalias comportamentais, nos refugiamos na ilusão das justificativas injustificáveis e vãs. Tornamo-nos estressados e deprimidos em meio a toda essa coisificaç...

Mais uma vez! Governo da Bahia põe transplantados em risco

Conforme postagem da ATX-Ba. Novamente, a SESAB deixa faltarem medicamentos para os transplantados:   MAIS UMA VEZ COMEÇA A AGONIA DOS PACIENTES TRANSPLANTADOS DA BA HIA Está faltando a AZATIOPRINA , medicamento imunossupressor que evita a rejeição dos órgãos, para os pacientes transplantados na Bahia. Em contato hoje com algumas DIRES abaixo listadas obtivemos as seguintes informações:   6ª DIRES - Ilhéus - não tem AZATIOPRINA.   16ª DIRES - Jacobina – não tem AZATIOPRINA há um mês.   21ª DIRES - Irecê - não AZATIOPRINA há um mês.   31ª DIRES - Cruz das Almas - não tem AZATIOPRINA há um mês.   Aqui em Salvador no Hospital Manoel Vitorino a farmacêutica Rosemary informou "que desde quarta passada está fornecendo metade da dose da AZATIOPRINA prescrita pelo médico, pois, não chegou o pedido do mês. Estava aguardando hoje uma resposta." Os pacientes transplantados da Bahia não suportam mais lutar pela sua sobrevivência desta maneir...

O que é saudade?

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É um laço estreito que enlaça o peito, encarcerando-nos num tempo que passou. Poema triste, que insone, insiste em lembranças acordar.   É olhar para trás, contemplar nossas pegadas desertas, depois que os passos dela...

A Dama sorrateira

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Por onde ela passa: Sorrisos se apagam, abraços se recolhem, afetos esmaecem, solicitudes se calam, oportunidades desaparecem. Caminhos, antes largos, se estreitam. O chão firme, transmuta-se em charco movediço, tentando engolir nossos passos. Jardins outrora floridos, murcham sem uma aparente razão Ela vaga nas sombras, nos subterrâneos das relações. Insuspeita Medusa. Petrifica olhares incautos e num dissimulado beijo, inocula seu veneno, deixando um rastro de hiatos sob o vazio de suas pegadas.

Amor e paixão

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Paixão e amor ardem e queimam; a paixão como fogo volátil de sensações jaz na frigidez da rotina, na aridez do cotidiano. O amor é viva chama; renova-se, recria-se em si como um jornal diário, como o sol que não esquece de nenhum amanhecer.

Queria ser poeta

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Escrever a vida em versos, reversos talvez! Nem alegre nem triste. Versar tudo que existe, E aquilo que inexiste? Num verso poder criar. Artífice das palavras inescritas, das emoções benditas, que fazem o coração sonhar. Alquimista de uma nova educação, uma recerebração. um redescobrir o pensar. Um anti-alienante, Anarquista quiçá! Queria ser poeta!

Não preciso de ninguém

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Já imaginou uma novela ou filme apenas com o protagonista? Sem atores coadjuvantes, figurantes, técnicos, figurinistas, cenógrafos... E o nosso corpo? Cada célula realiza o seu trabalho, os labores interligam-se e complementam-se, para que todo o organismo funcione. Sem a união de incontáveis gotas, não teríamos o mar, mesmo a pequenina gota, inexistiria sem a congregação de moléculas, e as moléculas são o resultado de uma aliança de átomos.

Steve Jobs. Alguns cliques fazendo a diferença

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  Existe pessoas que como tantas outras, fazem coisas, mais com um fazer diferente: Visionário, revolucionário, inovador, insólito, resignificado...   Em todos os campos do fazer humano, muita gente faz muita coisa: Nas artes, na medicina, religião, engenharia, arquitetura, filosofia, educação... Mas, só alguns fazem um fazer especial. Além do comum, acima da média, adiante do seu tempo...

Plantar e colher

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Tem gente tonta, de discernimento torto, que reclama da vida por não conseguir colher aquilo que não plantou: Cobra floradas belas e perfumosas enquanto cultiva os espinheiros da arrogância e da prepotência. Anseia por amor, mas aduba ressentimentos e rancores.

Você pode. Uma questão de escolha (ou não)

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Você pode ser preconceituoso, orgulhoso e intransigente. Ou, aceitar que o universo não gravita em torno do seu umbigo e que existe (a despeito do seu ego), uma multiplicidade infinita de pensares, sentires e fazeres. Você pode assumir uma postura fanática e contemplativa, aguardando que milagres caiam do céu. Ou, converter-se num instrumento dos reais prodígios da fé verdadeira e ativa. Você pode se drogar, encher a cara de birita, entupir-se de cigarro, cheirar, tornar-se um peso para sua família e a sociedade. Ou, ter personalidade, encarar tudo e todos sem muletas químicas, sem os artifícios da ilusão. Você pode ser invejoso e ressentido. Ou, parar de perder tempo patrulhando a vida alheia, e construir seus próprios sucessos e vitórias.

Preenchendo vazios

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Repleto de vazios, deserto na alma. Requentados sonhos perdidos, ruminar lembranças esquecidas... Vão intento, querer acordar antigas primaveras, quando o inverno já devora os restos outonais.

Não deu tempo

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Fausto era uma dessas pessoas para quem o dinheiro é tudo, do tipo "fora da grana não há salvação". Ele não cansava de dizer: "o dinheiro é minha religião, minha profissão, minha ideologia. Ganhar dinheiro é meu esporte, minha diversão e meu maior prazer. Com dinheiro eu compro tudo e todos". Era um verdadeiro Tio Patinhas da vida real (só faltava a caixa forte e os Irmãos Metralha). Engenheiro bem sucedido. Montou uma construtora e virou um desses empreiteiros que servem e se servem do submundo da politicagem. Trabalhava até 18 horas por dia e quando não estava trabalhando, cuidava dos investimentos, de como ganhar mais e mais dinheiro.

Pessimismo. Uma pedra no meio do caminho

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Percebendo o grande pessimismo de um dos seus discípulos. Um Mestre aproveitou para passar-lhe um ensinamento. Pediu que o rapaz fizesse todas as suas tarefas daquele dia, carregando uma pedra de cerca de 15 quilos. Assim foi feito. O moço passou todo o tempo carregando a pedra de lá para cá, sem poder largá-la para nada. Como podemos imaginar. Tudo ficou mais difícil, demorado e cansativo de ser feito.

“Apenas” mais um. Crônica de uma tragédia

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Um estampido. Um sobressalto. Passos apressados distanciam-se fugitivos. Um burburinho se avoluma. Uma multidão se acerca entre conjecturas piedosas e elucubrações levianas, curiosidade fútil e câmeras macabras, risos, lamentos... Um corpo esvai-se. O sangue desenha no asfalto a tragédia de uma vida, estupidamente furtada. Latrocínio. Morte para levar cinco reais e um celular. Celular tão fácil de vender, nada difícil habilitar. Vende-se a qualquer um por qualquer preço, qualquer receptador compra em qualquer esquina, um chip de qualquer operadora e o ativa sem qualquer dificuldade.