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Hoje é dia de quê?


A calma acalma

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“De Cujus” do futuro. Esqueçamos o ontem, não apressemos nem aprecemos o amanhã; vivamos o hoje. Como as crianças; nada é mais sério que precisa ser. Tudo passa, tal qual somos nós passageiros; herdeiros do passado, “De Cujus” do futuro. Só a calma acalma. nada é mais sério do que precisa ser. Aprendamos com as crianças; brincadeirar com a vida, fazer do tempo seu brinquedo, sorrir sem medo do porvir; sem pré ocupar as horas, mal-assombradas preocupações; Viver! Nada de perder o sono ante as intempéries; diante de tempestade ou bonança; perseverança! Tudo faz parte do viver. Passam as nuvens como as noites passam, o sopro dos acontecimentos, a todo tempo, muda o clima do existir. Esqueçamos o ontem, não apressemos nem aprecemos o amanhã; vivamos, valoremos o hoje. Só a calma acalma. Aprendamos com as crianças; nada é mais sério do que precisa ser. Se ainda não se inscreveu, inscreva-se em nosso canal Apon na arte do viver. , clique no sininho para escolher receber nossas notif...

Coisa de artista

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Escreve, reescreve, edita, publica, dirige, encena, acena pro mundo ver; na tela do existir, no palco do estar aqui, Airesa faz a arte acontecer. Quem traz a arte da vida, faz acontecer a arte do viver: pinta paisagens de esperança, rege com tino, esculpe a lida com perseverança, toca a melodia da fé; dança a dança do destino, coreografa o tempo, versa qual menino; escreve, reescreve, edita, publica, dirige, encena, acena pro mundo ver; na tela do existir, no palco do estar aqui, faz a sua arte acontecer. Essa é nossa homenagem para o amigo e grande artista, Ailton Aireza, que além de grande artista, é grande incentivador das artes e de outros artistas. Se ainda não se inscreveu, inscreva-se em nosso canal Apon na arte do viver. , clique no sininho para escolher receber nossas notificações, ser avisado(a) dos vídeos novos. E não esqueça de dar seus likes. Conto com você! Obrigado.

Sobrevivente

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Arisca, a sorte arrisca o azar, caminha a gente atrás da aurora, horizonte, sol a arder; almeja colher a flor bendita, desiderato do seu fazer. O homem; arisca, a sorte arrisca o azar, árido caminho, secura do agora, perito no rito, da hora de sobreviver. Caminha a gente atrás da aurora, ruma ao horizonte, grande sol a arder; vai-se, esvai-se, intenta viver. Tudo perde sem se perder, afronta, enfrenta, não se deixa vencer, convencer pela desdita. Almeja colher a flor bendita, bonita floração do tempo, no tempo se socorrer; acolher o florir do destino, destinada flor do tino, desiderato do seu fazer. Se ainda não se inscreveu, inscreva-se em nosso canal Apon na arte do viver. , clique no sininho para escolher receber nossas notificações, ser avisado(a) dos vídeos novos. E não esqueça de dar seus likes. Conto com você! Obrigado.

Cores das cores

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O céu é mesmo azul? Negro é "homem de cor"? Porque? O resto é incolor? Onde ficam as outras cores, toda a gente? Diversidade, pluralidade, percepção. Tem gente, que chama o negro de: “Homem de cor”. Etnicamente daltônicos, na caixa de lápis de cor, só enxergam um único tom de cor da pele. Nunca viram alguém roxo de raiva? Vermelho de vergonha? Verde de fome? Branco de medo? Amarelo de susto? Cinza de frio? … Então, porque o preto?é homem de cor? O resto é incolor? E quem afirma que o céu é azul?! Nunca percebeu o chumbo dos dias chuvosos? O negrume do céu noturno? A poesia de um alvorecer rosado? A pintura de um crepúsculo dourado? Multicoloridos arrebóis? As luzes da cidade refletidas no firmamento? São muitas cores para além das cores, muita essência para além da aparência; tudo e nada são mais do que parecem ser. Carecemos aprender, que como as cores, gente transborda das caixinhas, pinta e repinta na pluralidade, veste a diversidade da arte da vida. Se ainda não ...

Ponte, fonte da fé

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Sem perder o chão, é ponte, liame entre a Terra e o mais alto. Sem subverter a razão, descortina suas próprias razões. Fé em Deus, em si, na vida. Fé não pode ser fantasiosa nem alienante, fanática ou delirante; sem perder o chão, é ponte, liame entre a Terra e o mais alto. Não nutre a utopia de dar saltos, faz-se inspirada fonte. Ante o possível, estimula e fortalece; perante o impossível; resigna e consola. Resiliente e proativa, nos momentos cruciais, ela se afirma; humana e divina, se firma, afirmando a criatura. Sem subverter a razão, a fé verdadeira, descortina suas próprias razões. É ponte, é fonte; caminho que encaminha, motiva o caminhar; avante, adiante; fé em si e na lida, fé em Deus e na vida, fé na oportunidade de aqui estar. Se ainda não se inscreveu, inscreva-se em nosso canal Apon na arte do viver. , clique no sininho para escolher receber nossas notificações, ser avisado(a) dos vídeos novos. E não esqueça de dar seus likes. Conto com você! Obrigado.

Sorriso na tela

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Sorriso em cena se encena; riso de palhaço; sorriso que é só riso; real, falso, pra inglês ver. Qual o de Mona Lisa, o que Carlitos calou, riso flor. Vamos sorrir? Mas em cena se encena; quando se quer chorar, xingar, quando o querer é fingir. Pintado riso de palhaço, dele o sorriso graça, sem a graça de lhe fazer sorrir. Tem sorriso que é só riso; formal, protocolar, icônico, irônico, lacônico ou cínico; pragmático, enigmático como o que Da Vinci pintou, qual o que Carlitos calou. Tácito, plácido, ácido… Tem sorriso escancarado, franco como sol alvorado, que sorri, independente de quem vê. Tem sorriso tímido, acanhado, como sol que se vai a guardar, aguardar outro amanhecer. Tem sorriso que é flor, e como ela, sorri mesmo quando não sorri. Tem sorriso que é dessorriso; raivoso e dissimulado, perverso, reverso do real sentido de sorrir. Tem sorriso de artifício, de ofício, “pra inglês ver”. Tem sorrisos de verdade, que alheio à realidade, não desiste de sorrir. Tem sorriso distraí...

Amor sem razão

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Na história, literatura, cinema; ficção e realidade. O amor é a razão que não carece de razão; apenas, ama: Alexandre e Roxane, Capitu e Bentinho... O amor é a razão que não carece de razão; simplesmente, ama. É como o sol e os girassóis, cata-vento e o vento,, os dias e seus arrebóis. É o beija-flor que a flor beija, a poesia que verseja, enseja o inspirar do amor. Corações enamorados, aliançados Encontrados no desmentir dos desencontros. O instrumento e a melodia, o pincel e a tela, a paisagem e a fotografia; Tristão e Isolda, Shrek e Fiona, Marco Antônio e Cleópatra, Shah Jahan & Mumtaz Mahal, Páris e Helena, Romeu e Julieta, Emmanuel e Lívia, Sam e Molly, Victor Hugo e Juliette, Alexandre e Roxane Capitu e Bentinho, Apon e Bene... O amor é a única razão que não carece de razão; simplesmente, ama. Se ainda não se inscreveu, inscreva-se em nosso canal Apon na arte do viver. , clique no sininho para escolher receber nossas notificações, ser avisado(a) dos vídeos novos. E ...

Rita Rock Lee

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Com frases e títulos cantados por Rita Lee, nossa pequena homenagem a essa grande artista. Parafraseando Caetano; do rock a mais completa tradução. No escurinho do cinema, chupando dropes de anis; na tela, a minha vida; na trilha, o doce vampiro, a ovelha negra da família, o convite; baila comigo, como se baila na tribo. Fazendo amor e sexo por telepatia, e a erva venenosa? É pior do que cobra cascavel, seu veneno é cruel... Por isso não provoque, é cor de rosa choque, é do balacubaco. Nem luxo nem lixo, muita saúde num banho de espuma; desculpe o auê, menino bonito, mas nos jardins da Babilônia, agora só falta você. Chega mais! Sou esse tal de Roque Enrow. Como cantou Caetano em relação a São Paulo, hoje podemos ampliar ao Brasil: “Ainda não havia para mim Rita Lee ,a tua mais completa tradução. Alguma coisa acontece no meu coração...” Se ainda não se inscreveu, inscreva-se em nosso canal Apon na arte do viver. , clique no sininho para escolher receber nossas notificações, ...

Mãe, a enviada

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Muitos os "enviados": Profetas, artistas, filósofos, cientistas... Mas ela sintetiza, corporifica os dons de uma grande enviada da vida e do viver. Enviados: De Deus, do céu, do Cosmo; da providência, do infinito… Profetas, filósofos, cientistas; empreendedores, artistas... Mas ninguém, corporificou tão bem: A filosofia da vida, a arte do viver, a profecia do existir, a ciência do conviver, a edificação do prosseguir. Enviada do mais alto, põe fé na fé de ser humana, de ser flor e dar seu fruto, doar seu útero, dar de si pro brotar da criação. Cuidar do destino, acolher a menina, o menino; mãe, enviada de todos os enviados. Leia outros escritos sobre mães. Se ainda não se inscreveu, inscreva-se em nosso canal Apon na arte do viver. , clique no sininho para escolher receber nossas notificações, ser avisado(a) dos vídeos novos. E não esqueça de dar seus likes. Conto com você! Obrigado.

Somatizações

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Sou a dor que faço doer, a tempestade guardada, tormenta, tsunami que meu corpo não aguenta. Assim vou sobrevivendo. Não sei se quero me curar de mim, das sombras dos meus defeitos de estimação. Sou a dor que faço doer em mim, a soma, multiplicação e divisão de minhas subtrações. Sou a tempestade guardada, a aguardada tormenta, tsunami que meu corpo não consegue aguentar. Não, não quero o remédio amargo da realidade vou me remediando na fugaz ambiguidade: do meu ego doidivanas, meus vícios, minha psiquê leviana; minha prisão tão cheia de liberdade, cumplicidade. Assim vou sobrevivendo, mesmo sem conseguir viver. Já estou bem aclimatado, acostumado, acomodado. Sou meu livre-arbítrio, meus defeitos de estimação; as verdades que invento, as mentiras que sustento, minha embriaguez de ilusões; sou as sombras que gosto de chamar de minhas, essa penumbra que não me deixa órfão; onde me acoito e me acoitado... Não sei se quero me curar de mim, de minhas somatizações. Se ainda não se i...

Quântico, quanto amar de mãe

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Terra, água, fogo e ar. Quinta essência, amor de mãe, com mão de artista, concebe a arte da vida; quintessência plural e singular que abraça, acolhe. Terra, água, fogo e ar, quatro elementos, quintessência a se buscar. Seria o amor? Não um amor qualquer, talvez o materno amar, que com mão de artista, concebe a arte da vida, o artesanato do viver. Incondicional; como for, brotar onde possível flor: na secura e no regato, na favela, no asfalto; no sorriso e no pranto, no calar e no canto, inspirado inspirar. flori; como alvor de bom dia, do viver a poesia, alegria de amar. Amar de mãe, que abraça e acolhe, plural, não escolhe; singular, simplesmente se dá. Quinta essência, Quintessência? Quântico, quanto amar. Leia outros escritos sobre mães.

Poesia da vida, reflexão de aniversário

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Nessa meditação anual, a nossa escrita da vida, nosso bem, nosso mal; reclamações e voos rabiscando versos desse aniversariar nas linhas do tempo, do viver. Aniversário, mais que mais um dia, é o dia do dia, de ser fim e ser começo; fim do ano que se foi, começo do que ensaia vir; linha que separa dois parágrafos, desse espaço-tempo, dessa poesia que chamamos vida. Versar que floresce e frutifica, no aniversariar de cada ano, na escolha entre ficar mais velho, ou mais vivido; reclamar do peso da idade, ou vestir as asas da experiência; sentar à margem do caminho, assistir o viver passar, ou se embrenhar pelo túnel do tempo; revisitando as boas memórias, reeditando os versos possíveis, os mais felizes que já pudemos compor. Aniversariar é não dar bola pra métrica, adotar a estética do bom viver, com rima ou sem rima, aprender a aprender. Somos poetas de nossa própria poesia, menestréis da vida, arautos dessa grande arte do viver. Como é, como for, como vier a ser. Feliz aniversário...

Agora, dádiva de Kairós

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Entre o que já não é e o que pode vir a ser, existe o tempo real, o presente onde se pode fazer acontecer, ou não. Não espera nem se repete, passa. O agora, espaço-tempo desse momento, instante único; ainda não jaz passado nem almeja ser futuro, acontece! Singular presente do tempo presente, dádiva de Kairós. Dimensão da realidade, oportuna oportunidade, do que é, do que se pode fazer acontecer, estar do ser e ter, limiar de pretérito e porvir; aqui. O agora, espaço-tempo desse momento, instante único... Se ainda não se inscreveu, inscreva-se em nosso canal Apon na arte do viver. , clique no sininho para escolher receber nossas notificações, ser avisado(a) dos vídeos novos. E não esqueça de dar seus likes. Conto com você! Obrigado.

Feminicídio, despintura de um sonho de mulher

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Colorido feminino, descolorido pelo machismo, morte travestida de bom moço, depois; o grito, a desfeita, o empurrão, o tapa, o fim. Antes, diga não! Ela pintou seus sonhos de menina, entregou-lhe o coração; idealizar da alma feminina, puro enlevo de afeição. Insuspeita, a morte, até então, travestida de bom moço; não tardou em desnudar a máscara. Mas: No primeiro grito, a moça não acreditou; a desfeita, perdoou; no empurrão, calou; na primeira surra, chorou; na segunda, se culpou; na outra se perdeu, na seguinte, morreu. Um ego ébrio de machismo, na demência de sua misógina estupidez, lhe furtou a vida; não sem antes lhe roubar a dignidade, ferir os sonhos, subjugar sua humanidade, subtrair-lhe o próprio amor. Humilhada, maltratada, agredida, torturada e morta. Não acreditou, perdoou, calou; chorou, se culpou, se perdeu; morreu. Um feminicida despintou seu sonho de mulher. Quem deu a ele o direito de vida e morte? O título de posse? Essa tóxica desumanidade? Bestialidade da frági...

Eu, a inteligência artificial e o futuro

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IA terá futuro nos versares? Veja esse embate entre poeta e máquina, criatividade e machine learning. Acompanhe o duelo na arena tecno poética. E aí? Pedi para a inteligência artificial escrever um poema sobre o futuro do planeta e da humanidade. Ela escreveu: “O futuro da humanidade é incerto, Mas nosso planeta pede cuidado certo. Preservar sua beleza e biodiversidade, É essencial para garantir nossa felicidade. Juntos podemos construir um amanhã melhor, Com responsabilidade e amor.” Então, acrescentei: tecnologia, política, ciência, dinheiro, guerras, religião… E a IA escreveu: “O futuro do planeta e da humanidade
É incerto, mas podemos prever
Que a tecnologia seguirá avançando
E a política continuará a ter poder A ciência trará novas descobertas
E o dinheiro seguirá governando
Mas as guerras e conflitos serão alertas
 Que a humanidade precisa mudar seu modo de pensar A religião seguirá presente
Mas é preciso respeitar a diversidade
E agir com amor e empatia sempre
Para ...

Artística inteligência artificial

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Transformando texto em imagem, a IA fazendo arte, ilustrou a poética do casal enamorado, dançando entre girassóis numa tarde de chuva. Bem ou mal? No que dará? Entre tanto artifício, já teve início, a era da inteligência artificial. Para testar o benefício, entre girassóis pedi o casal, dançando em tarde de chuva; a IA gerou uma imagem legal. Dizem que a coisa faz até poesia, já vai dando agonia, saber que ela pode servir ao mal. Como tudo que o homem cria, boa ou má serventia, é escolha de cada qual. Preciso é ficar esperto, não tomar o errado por certo, não cair no fake da “verdade artificial”. As ilustrações desse post foram criadas através da Inteligência artificial do Canva . Solicitei que criasse a partir do seguinte texto: Casal de namorados dançando entre girassóis em uma tarde de chuva. Se ainda não se inscreveu, inscreva-se em nosso canal Apon na arte do viver. , clique no sininho para escolher receber nossas notificações, ser avisado(a) dos vídeos novos. E não...

A casa

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Casa que sabe de nós, que não sabemos dela nem de nós mesmos; caóticos fragmentos quânticos, digitais, analógicos, revelados, segredados, temporais. A casa nos abriga, alberga o tempo do nosso lidar; nossas idas e vindas, nosso calar e falar. A casa dá recado de nós, dos nossos nós, atar e desatar de nossos senões. Guarda confidências, incorruptível testemunha, recadeja evidências; nossas virtudes e nossos vícios, o que queremos fácil, o que fazemos difícil. A casa nos retrata; em preto e branco ou colorido, na lágrima ou no sorriso, na pose bem estudada, na surpresa de não poder posar. A casa sabe tudo de nós; nós que não sabemos da casa; nem mesmo de nós; gravados nas paredes, impressos nos objetos, contidos sem nos conter; fragmentos quânticos, digitais, analógicos, caóticos; hodiernos remakes, de antigas histórias. A casa nos abriga, alberga o tempo do nosso passar. Se ainda não se inscreveu, inscreva-se em nosso canal Apon na arte do viver. , clique no sininho para es...

Quarentena na cozinha #FiqueEmCasa

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... A questão é filtrarem as notícias, depurarem as informações; separando o fato do fake. Afinal, há mais coisas entre a cloroquina e a cura, do que sonha vossa vã palpitaria. Só a ciência, a razão para processar tudo direitinho... Antonio Pereira Apon. Vivemos dias surreais, onde ficção e realidade facilmente se confundem, numa espécie de “realismo fantástico”, tirado de um folhetim, fábula da vida irreal. Uma noite dessas, o fogão acendeu o converseiro na cozinha: - Não estou aguentando mais, esse povo em casa o dia todo, estão acabando comigo. Quase não paro de trabalhar. Eita gente que come! - Xiiiiiiiiiiiiiiiiii!!! Nem me fale. É tanta pressão que nem eu estou suportando. - Chiou onomatopeica a panela de pressão. - Não adianta esquentar, eles precisam esfriar a cabeça, dar um gelo na ansiedade, refrescar as ideias… - refrigerou a geladeira. - Ainda tem doido, mandando esse povo ir pra rua pra morrer. Se não tiverem juízo, derem ouvido e ficarem batendo...