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Mostrando postagens de maio, 2015

Hoje é dia de quê?


Direitos humanos? De quem?

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Cadê os direitos humanos? Do cardiologista esfaqueado por jovens, que parecem ter perdido o coração? Do músico alvejado na cabeça, por quem escolheu não tocar a vida dignamente? Da professora assassinada por quem desdenhou a educação? Do estudante de veterinária, morto por um “bicho solto”? Da médica sequestrada e morta por um indultado sem remédio? Do coreógrafo, que perdeu a vida para a “dança” da violência? Dos moradores de rua queimados por mentes inflamadas de preconceito demente? Da doméstica espancada... Do Padre executado... Do turista... Da adolescente... Cadê??? Cadê os direitos humanos? Do policial assassinado, justamente por ser um policial? Dos magistrados e promotores, sentenciados por buscarem o cumprimento da lei? Dos pais, mães e órfãos chagados pelo crime? Dos “encontrados” pelas tais “balas perdidas”? Dos tantos sobressaltados, trancafiados em suas residências, acuados pelo medo? Das crianças e adolescentes, privados de uma juventude normal pelos “de menor”, patr...

Estamos nos acostumando... Até que...

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Pouco a pouco, como em gotinhas homeopáticas de condicionamento social, vamos nos acostumando, habituando e sem nem nos darmos conta, começamos a aceitar o inaceitável, admitir o inadmissível, justificar o injustificável, enxergar normalidade no que é absolutamente anormal... E quando nos apercebemos da realidade, estamos participando, compactuando com verdadeiras aberrações. Assim aconteceu com os alemães e o nazismo, os católicos e a inquisição, os mulçumanos e o terrorismo, torcedores de futebol e os confrontos nos estádios... Estamos nos acostumando com o morticínio diário de nossas cidades, onde corpos se amontoam nas estatísticas, vitimados por balas perdidas ou não, por todo tipo de violência. Já não estranhamos, já não ficamos perplexos. “Vacinados” por essa sinistra rotina, nos posicionamos como meros espectadores. Até que o sangue respingue em nossa acomodação.

Remake. Chuvas que matam

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Chuvas novamente, descaso outra vez. Quem apostou a vida, Assiste o “azar” bater a sorte; lama e entulho, descuido parindo a morte. Eleitas, reeleitas autoridades de agora, exumando desculpas de outrora,

Aprendiz de mim

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Eu. Filho dos ontens, irmão do hoje, aspirante a pai do meu amanhã. Entre o pouco que sei E o muito que me falta saber; muitas vidas terei eu que viver! Aprendiz de mim, de tudo e de todos; profeta de profecias já feitas, incertas certezas, metamorfoses imutáveis.