Remake. Chuvas que matam - A arte da vida. Apon HP


Obrigado por sua visita. Boa leitura!



Clique para exibir/ocultar os posts mais recentes e mais opções do Site.

sábado, 16 de maio de 2015

 

                    Remake. Chuvas que matam              

     

... assistem a encosta a rolar sem dó; sinistra mistura de gente e lixo. Drama da vida real; desgraça mais que anunciada, tragédia de vender jornal. Quem há de acudir...


Deslizamento de encosta.


Chuvas novamente,

descaso outra vez.

Quem apostou a vida,

Assiste o “azar” bater a sorte;

lama e entulho,

descuido parindo a morte.

Eleitas, reeleitas autoridades de agora,

exumando desculpas de outrora,

assistem a encosta a rolar sem dó;

sinistra mistura de gente e lixo.

Drama da vida real;

desgraça mais que anunciada,

tragédia de vender jornal.

Quem há de acudir:

A quem não dorme em lençóis de seda?

A quem mal consegue dormir?

Gente acostumada a só “ganhar” a perda?

“Abrigados” no desabrigo,

perdendo tudo do “nada” que tem,

precipitados no perigo,

“acidentes” do desdém.

Chuvas de todo ano,

promessas de todo engano;

periféricos, pobres pretos,

programados para morrer.



Foto do autor: Antonio Pereira (Apon).


Nosso conteúdo é de direito reservado. Sua reprodução pode ser permitida, desde que
seja dado crédito ao autor original: Antonio Pereira (Apon). E inclua o link para o site: WWW.aponarte.com.br
É expressamente proibido o uso comercial e qualquer alteração, sem nossa prévia autorização.
Plágio é crime previsto no artigo 184 do Código Penal.
- Lei n° 9.610-98 sobre os Direitos Autorais
.



Fale conosco.


Subscreva aos destaques RSS de:
Powered by FeedBurner

   
 
 

2 comentários:

  1. Pois então, Antonio... essas situações são repetições de todo uma gestão ao próprio umbigo, ao próprio bolso... Dos governantes, não espero nada, apenas mais impostos para que paguemos suas contas homéricas em supérfluos administrativos! Uma vergonha! Suas mansões estão muito bem vigiadas, abastecidas, sem nenhum perigo... O "povo" nada pode esperar do que migalhas quando caem dos banquetes...
    Abraço.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Reprises do descaso, do desinteresse e da incompetência. E o povo que se dane! Até o novo velho capítulo do próximo desastre das próximas chuvas.

      Um abração e uma boa semana.

      Excluir

Obrigado por sua visita. Aqui você pode deixar seu comentário. Esse espaço é feito para você. Volte sempre!

Antonio Pereira Apon.



Nosso conteúdo é de direito reservado. Sua reprodução pode ser permitida, desde que seja dado crédito ao autor original: Antonio Pereira Apon. E inclua o link para o site: WWW.aponarte.com.br
É expressamente proibido o uso comercial e qualquer alteração, sem nossa prévia autorização.
Plágio é crime previsto no artigo 184 do Código Penal.
- Lei n° 9.610-98 sobre os Direitos Autorais
.


Creative Commons License
This work is licensed under a Creative Commons Attribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Unported License.

Fale conosco.



Clique na imagem para ler um texto sorteado pelo sistema:
Textos para todos os dias. Curta a arte da vida!




Fique mais um pouquinho. Leia também...



Livros e vídeos:


Capa da segunda edição de : Essência.

>

Esse livro propõe uma incursão na alma humana, garimpando sentimentos e emoções, revelando-os em versos que retratam o homem moderno em sua incansável procura de si mesmo; seu contexto social, político e cultural em um mundo em transição.


Depois de 14 anos, atendendo a pedidos, estamos republicando Essência. Nessa segunda edição, incluímos o subtítulo: O livro do poema: A pedra. O distraído nela tropeçou... Numa referência ao nosso poema integrante dessa publicação, que, absurdamente, tem aparecido na internet com o nome de autores famosos: Fernando Pessoa, Renato Russo, Chaplin... Ou plagiadores. No endereço: (http://aponarte.com.br/apedra), o amigo leitor encontra todos os esclarecimentos, inclusive algumas das formas de como o plágio tem se apresentado.

Capa da segunda edição da : Coleção
                            Graziela.

>

Aqui, pais e professores encontram uma forma prazerosa e divertida, de abordar temas como: Cidadania, comportamento, respeito ao outro e à natureza... Em sete contos, compondo um jogo de arte e educação, onde lúdica e naturalmente aos pequeninos são apresentados conceitos de: Ecologia, solidariedade, diversidade, coletividade, tempo, responsabilidade, motivação, interatividade, participação...


Textos que parecem se renovar a cada dia, conservando impressionante atualidade e sintonia. Espero que gostem.

Capa de Um dedo de prosa e poesia. A arte da
                vida.

São 125 páginas com 89 títulos em verso e prosa de Literatura Nacional, num livro prefaciado pelo professor, escritor, poeta e trovador Orlando Carvalho. Crônicas, mensagens, poesias... amor, humor, reflexão, arte, cotidiano, atualidades, auto-ajuda, espiritualidade...