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Mostrando postagens de agosto, 2024

Hoje é dia de quê?


A primeira orquídea

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A vida é via de mão dupla, incoercível força de ação e reação costuma reger o destino costurando desideratos. O mal não costuma perdurar impune; não esqueça... Cclose de orquídeas de cor rosa vibrante. As pétalas são grandes e arredondadas, com um tom de rosa mais escuro no centro, onde se encontram os detalhes do labelo, que é a parte central da flor. O fundo é de um tom verde claro, o que destaca ainda mais as cores das orquídeas. As flores estão em diferentes estágios de abertura, com algumas totalmente abertas e outras ainda em botão. - Se você conhece o autor desta imagem, por favor nos informe para que possamos atribuir-lhe os devidos créditos. Obrigado. Uma lenda do oriente nos dá conta de uma bela moça que, caprichosa e fútil, desdenhava dos seus pretendentes, usando e abusando de quem lhe dedicava afeto, se divertindo com o sofrimento dos infelizes apaixonados. Loucura e suicídio marcaram o destino de corações desavisados que cruzaram o caminho da moça, até que uma p...

Artífice. Não poeta

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O amor, a vida é a colcha de retalhos do ser e ter, bem ou mal; o nosso bem costurado ou mal alinhavado fazer, somos os artífices do versar da vida. Nessa pintura, Hopper retrata uma jovem numa máquina de costura de frente para uma janela num dia de sol. O ponto de vista exterior, coloca a cena interior em perspectiva. Não sou poeta. Artesão de versos, talvez; alinhavando palavras, cosendo frases, cerzindo pensamentos, costurando sentimentos, bordando a vida. Chuleando o tempo, pro destino não desfiar, não descasar do caseado; drapear da rima, remendar da sorte, negar prega a praga do azar.

Espiritualidade, espiritual idade - Acróstico

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Imanentes espinhos, transcendentes flores, ubíqua fé que é guia; aniversariar, florir. Novo tempo para se rebrilhar, idade de reinventar-se, reflorir-se. Flor de cor azul vibrante, conhecida como "Glória-da-manhã" ou "Ipomoea". Ela tem forma de funil com pétalas que se abrem amplamente. No centro, há uma transição de cor que vai do azul para um tom amarelado claro, quase branco, criando um efeito de brilho. Ao redor da flor, há folhas verdes e algumas folhas amareladas, sugerindo que a planta está em um ambiente natural. O fundo é desfocado, destacando a flor em primeiro plano. - Se você conhece o autor desta imagem, por favor nos informe para que possamos atribuir-lhe os devidos créditos. Obrigado. E spíritos solidários, s olidária fraternidade; p resencial virtualidade i rmanados nessa andança; r rascunhados ou bem escritos, i nscritos na esperança; t rato sem contrato, u níssona confiança; a moráveis flores do tempo, l idar em prosa e verso, i maginar qu...

Manifesto folclórico pela natureza - 22 de agosto, dia do folclore

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Cultura, arte, natureza. Vida pulsando, manifestações do povo, na lida do viver. Preservar no hoje as sementes do amanhã. Folclore é sustentabilidade. O Curupira deu o pira, quando viu o garimpeiro, tão somente por dinheiro, a natureza devastar. Logo veio a Caipora, pra no caçador, no desmatador dar o fora. Uma verdade que se firma; necessário equilibrar o clima, para a vida se afirmar. Não tardou o Saci, Pererê tomando tererê, numa só perna deu rasteira, improvisando a capoeira, fez o maior rebuliço, pra acabar com tudo isso, botou gente pra correr. Pra derradeira sentença, botando fogo pela venta, chega a Mula Sem Cabeça, bota fora e não lamenta. Pra quem gosta de queimada, o Boitatá serpenteia, faz do fogo deles a cilada, toca fogo em quem fogueia. Lembrando do povo o adágio, sem cair no plágio: "Uma maçã podre o cesto apodrece". Zabumba bumba, bumba meu boi, acorda o bem que o mal já foi. Dançando cururu, com caruru fazendo a rima, sustentabilidade se encima; na trov...

Na arte da vida você é o artista

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O artista Deus; convidando, inspirando cada artista humano a colorir, recolorir a vida da criação, a recriação da vida. Pintar a tela multicolor do viver. A imagem é composta por três pinturas famosas, cada uma com uma mensagem motivacional em balões de fala. 1. À esquerda, está a "Mona Lisa" de Leonardo da Vinci. No balão de fala, está escrito: "Na arte da vida." 2. No centro, há uma pintura de um homem sorridente e apontando, conhecida como "O Jovem Risonho" de Joseph Ducreux. No balão de fala, está escrito: "Você é o artista!" 3. À direita, há uma pintura de Tarsila do Amaral, com uma figura humana estilizada e cactos ao fundo. No balão de fala, está escrito: "Faça da sua vida uma tela colorida." Acima de tudo. acima da mente, acima da gente, há um Deus, um Deus que é artista o artista que pintou o céu,

Canecas para usar, presentear e/ou colecionar

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Essas são nossas novas canecas temáticas. Também, podemos dar forma e cor a sua ideia, personalizando especialmente para você canecas exclusivas para pessoas e eventos. A imagem mostra três canecas dispostas lado a lado em uma superfície de azulejos marrons, com plantas verdes ao fundo. 1. A primeira caneca, à esquerda, tem uma imagem da Mona Lisa com um balão de fala que diz "Na arte da vida." 2. A segunda caneca, no meio, tem uma imagem de um homem em preto e branco com chamas ao redor e a frase "Não deixe ninguém queimar seu filme." 3. A terceira caneca, à direita, tem uma imagem de pães e trigo com a frase "Nem só de pão vive o homem..." e a referência bíblica "Mateus 4:4." Atrás das canecas, há uma caixa de papelão aberta. - Foto e arte de Bene Fernandes. Na arte da vida é uma caneca cheia de estilo, onde reunimos a Mona Lisa de Leonardo da Vinci, o “Retrato de artista em pose de deboche” de 'Joseph Ducreux e o brasileiríssimo...

Queimar o filme

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Metida a gás com água; mede os outros na imprópria régua. Cheia de treta; armeira e maledicente, podre moral reticente. Siga feliz! E... Asta la vista, baby! Bombeiro em ação, combatendo um incêndio. Ele usa capacete vermelho com viseira transparente e roupa de proteção também vermelha. O bombeiro segura um extintor de incêndio, do qual sai uma grande quantidade de espuma ou pó químico, que cobre parcialmente a cena. Ao fundo, é possível ver uma mistura de fumaça branca e cinza, além de chamas alaranjadas. A vegetação verde escura é visível ao fundo, sugerindo que o fogo pode estar ocorrendo em uma área externa. A expressão do bombeiro não é claramente visível devido à viseira e à fumaça. - Se você conhece o autor desta imagem, por favor nos informe para que possamos atribuir-lhe os devidos créditos. Obrigado. Não, não deixe ninguém queimar seu filme. Tem gente que, perdida; adora se achar, arrotar a superioridade que não tem. Gente metida a gás com água; mede os outros pela i...

Intervenção já!

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No tribunal da amorosidade, todos os opositores, sejam sumariamente, sem apelação, sentenciados a amar. Revogadas todas as disposições em contrário: Registre-se, publique-se, cumpra-se. Pintura surrealista de Salvador Dalí intitulada "Geopoliticus Child Watching the Birth of the New Man". Ela mostra uma figura humana emergindo de um grande ovo rachado, que está no centro da composição. O ovo tem um mapa do mundo desenhado em sua superfície, com a figura emergindo da região da América do Norte. Há uma figura feminina adulta e uma criança observando a cena à direita. No topo da imagem, há formas que lembram tecidos ou cortinas derretendo. O cenário é desértico, com montanhas ao fundo e um céu alaranjado. A pintura é rica em simbolismo e evoca temas de nascimento, transformação e observação. Que o amor assuma com poderes plenos, absolutos; dissolvendo a injustiça e seu arbítrio, cerrando todas as portas à intolerância, preconceito, desigualdade, medo e o despotismo. Que...

Leitura dinâmica e a cascavel voadora

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Surreal distração, imaginando sua “verdade alternativa”: Cobra transportada no voo atacou o piloto derrubando o avião. "Fake" nada "news". Cascavel enrolada sobre um chão de pedras pequenas e cinzas. A cobra tem um padrão de cores marrom e amarelo, com faixas claras e escuras ao longo do corpo. A cauda dela tem seu característico chocalho. - Se você conhece o autor desta imagem, por favor nos informe para que possamos atribuir-lhe os devidos créditos. Obrigado. Cada vez mais, muita gente sai engolindo letras, comendo palavras numa leitura enviesada, mal alinhavada numa verdadeira colcha de retalhos que dificulta a compreensão, a interpretação do que se lê; gerando mal- entendidos ou verdadeiros “fakes”, nada “news”, patrocinados por essa espécie de déficit de atenção dos açodados leitores.

É, ia fazer

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Definitivamente, não estava nos planos. O importante ficou, o essencial, quieta a tão apreçada pressa, o insubstituível… Sobrou o não vivido, restaram histórias, o tanto que se perdeu. Silhueta de uma pessoa em preto, de corpo inteiro, sobre um fundo gradiente que vai do cinza claro ao cinza escuro. Dentro da silhueta, há um recorte no formato de um perfil de rosto humano, revelando uma estrada que se estende até o horizonte sob um céu azul claro. A estrada é reta e está cercada por uma paisagem árida com vegetação esparsa. - Se você conhece o autor desta imagem, por favor nos informe para que possamos atribuir-lhe os devidos créditos. Obrigado. Quando desse ou pudesse, quando tivesse um tempo, pintasse uma folga; quando fosse a hora; algum dia, um dia desses, nalguma hora. Ia fazer isso, aquilo e um tanto mais; Planejou, projetou, rascunhou, arquitetou… Mas… Postergou, procrastinou, empurrou com a barriga, adiou, deixou pra depois, delongou, retardou, prorrogou… Mas ia fazer!...

Manifesto de um texto engavetado

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...me dar essas notícias das modernidades e das coisas: o muro de Berlin caiu, a guerra fria acabou, acabou a ditadura, só não acaba a minha prisão! Será que nunca vai surgir... Eu sou um texto! Eu existo! Não sou um ninguém! Sou alguém! Um sujeito de direito! Não um objeto qualquer, para conformar-se em viver trancafiado no fundo de uma gaveta. O sentido do meu existir, é o de ser lido! No entanto, fico aqui: inédito, esquecido, desprezado, discriminado, cativo, trancafiado, enclausurado; sinto-me natimorto, abortado, rejeitado... Outros textos passaram por essa velha gaveta, com ar emproado, gabavam-se de terem sido escritos num tal de computador, que no meu tempo nem existia. Eu nasci numa máquina de escrever, que dizem nem mais existir. Passaram por aqui também, uns textos gente boa, que mesmo vindos do tal computador, não eram metidos a besta. Esses me contaram de uma tal internet, onde os textos viajam o mundo inteiro, vão e vem sem limitações, são lidos em todo o planeta... ...

Onde?

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Um reflexo na sala de espelhos do tempo? Estará ali? Aqui?! Ou se foi, por entre os ventos da vida como folha despercebida de um poema outonal? Sonho? Delírio? ... Ilustração artística de mulher vista de costas, olhando para um espelho onde vemos o reflexo do seu rosto. O fundo da imagem tem uma textura que lembra rachaduras com tons terrosos e algumas manchas avermelhadas. A imagem mistura realismo com elementos abstratos, dando sensação de profundidade e introspecção. - Se você conhece o autor desta imagem, por favor nos informe para que possamos atribuir-lhe os devidos créditos. Obrigado. Onde ela está? Estará no devir? Ou se perdeu no passado, numa esquina do tempo, num desencontrar de destinos? Será você? ...

Ajeito de pai

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Mãe, atenção em tempo integral; pai, integral no tempo da atenção. Mãe dá jeito, pai ajeita. Seja como for, jeito de pai é esse quase sem jeito de ser, que a vida vai dando forma. Silhuetas de pai e filho em um campo ao pôr do sol. Ambos com chapéus e segurando microfones cantando. A luz do sol está atrás deles, criando um efeito de contraluz com o céu claro. O pai está à esquerda, em uma posição dinâmica, com um braço estendido em direção à criança, que está à direita. O menino parece estar inclinado para trás, também em uma pose expressiva. - Se você conhece o autor desta imagem, por favor nos informe para que possamos atribuir-lhe os devidos créditos. Obrigado. Pai é um afeto meio fora do script: Não tão onipresente quanto mãe, ajeita-se onipotente, não carrega o filho na barriga; o ajeita no ombro. Mãe mima, pai nina; mãe leva pela mão, pai “faz pegar no tranco”; ela cuida das flores, ele atenta pros espinhos. Mãe é atenção em tempo integral, pai é integral no tempo da ate...

Folclore brasileiro em acróstico

F esta, mito, rito, tradição, o nipresente saber popular, l egada condição, c antar, contar, tocar, dançar; l ibelo cultural, o de às raízes da gente r eminiscência imortal, e mbolada, baião, repente...

Caetano; a sina, o verbo

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Na “Sina” era o verbo e o verbo se fez caetanear; colocou o quereres no trem das cores, alegria, alegria! Para além dos podres poderes, do eclipse oculto, da vaca profana… Um índio. Cantou o céu de Santo Amaro, lua e estrela, uma oração ao tempo. Sob a lua de São Jorge, me inspirou a dizer para minha “Pequena Rosie”: você é linda, baby, é minha luz do sol. Nessa Terra, mundo reconvexo, a sorte não é qualquer coisa, e o ciúme tem o dom de iludir. Sampa, triste Bahia, London, London…