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Hoje é dia de quê?


A gente (Paródia de: A casa - Vinicius de Moraes)

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Uma homenagem às manifestações pacíficas da cidadania brasileira. Inspirada na conhecida música do Poetinha e num cartaz exposto por manifestantes: "Era um país, muito engraçado/não tinha escola/só tinha estádio./ Ninguém podia/protestar não/por que a polícia/ metia a mão". Antonio Pereira Apon . Era uma gente desencantada muito omissa, acomodada Ninguém ousava dizer um não Tão adestrado ao circo e pão ninguém sonhava mais auriverde até o protesto ganhar a rede A malandragem mandava ali agora o povo é que manda aqui Era uma gente desrespeitada

Manifesto sobre o que envergonha o Brasil

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... Tal qual os vândalos e violentos das ruas, quem abusa do mandato político para “depredar” os interesses do povo, envergonha e emporcalha a imagem do Brasil... Antonio Pereira Apon. Obviamente vergonhosos e reprováveis os atos de vandalismo e toda violência protagonizada por uma minoria infiltrada nas belíssimas manifestações de cidadania do povo brasileiro que desperta para sua realidade, acordando para a necessidade de uma tomada de consciência ante tantos desmandos que afligem a nação.

Condomínio Brasil e a Fifó

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Luizão é desses caras carismáticos, sujeito bom de papo que leva qualquer um na lábia. Do tipo que consegue vender pente pra careca, ar condicionado pra iglu, convencer que existe iceberg no meio do deserto do Saara... Assim, quando o síndico do condomínio Brasil, persuadiu a todos das “vantagens” de assinar um convênio com a empresa Fifó, para que essa pudesse usar áreas do condomínio na promoção de seus eventos. Os gastos seriam poucos, os lucros muitos e os legados inúmeros. Como pelo regimento, o mesmo síndico não podia ser reeleito três vezes consecutivas, o habilidoso Luizão conseguiu eleger sua amiga Dilmélia como sucessora. Após seus dois mandatos.

Acróstico do antiplágio. Por uma internet criativa, autoral e verdadeira

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Copiar e colar: Desinformação, preguiça ou desonestidade. Desrespeito ao autor, demérito à capacidade do copista. Quem admira, cita a autoria. Faz conhecer o “autor desconhecido”. Delete o plágio, denuncie o plagiador. Q uanta cópia, indevida reprodução, u surpada autoria; e ngano de alguns, de outros distração, m as, de muitos. Vilania. C trl+C, Ctrl+V, desrespeitosa combinação, O mitir do autor o nome, p enal violação; i nfame falseta, a busada mutreta.

A arte de escrever. Encontre seu autor desconhecido

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Modelar em palavras o pensar e o sentir, dar forma, materializar a imaginação. Parafraseando o: “Uma câmera na mão, uma ideia na cabeça”. De Glauber Rocha. Dizemos: Uma caneta na mão, uma ideia na cabeça. Caneta que já foi uma rude pedra, um tosco pedaço de carvão, um simples lápis, uma pena, tinteiro... Modernamente, pode ser uma tela multitoque, um teclado ou qualquer outro dispositivo de mídia. Na mão humana, uma ferramenta de criação, uma “veia” pela qual, a alma extravasa sua essência. Essência que transcende ao suporte do papel, ganha novas dimensões: Nos palcos, telinhas, telonas...

Mães são anjos

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Coadjuvantes de Deus na criação. Fazem germinar em si a semente humana. Donas de um amor incondicional, incomensurável e atemporal. Carregam toda a força do "sexo frágil", e o poder de da suas vidas, vidas dar. Mães de todas as classes, de todas as raças, de idiomas diversos e diversas nacionalidades. São a inspiração e a própria poesia, dando luz, em meio a tanta escuridão.

Livro de visitas

Aqui você pode postar suas sugestões e críticas. Esse é o nosso Livro de visitas para quem segue e curte a arte da vida.

Continuar la publicación del plagio de mi poema La piedra

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Queridos amigos, Mi poema: ”La Piedra” circulaba como de autor desconocido o con el nombre de plagiadores. Ahora aparece como de Chaplin, Renato Russo, Fernando Pessoa o sin citar al autor. El verdadero autor es Antonio Pereira Apon. Todas las aclaraciones están en: https://www.aponarte.com.br/2007/08/pedra.html La forma original del poema es: O distraído, nela tropeçou, o bruto a usou como projétil, o empreendedor, usando-a construiu, o campônio, cansado da lida, dela fez assento. Para os meninos foi brinquedo, Drummond a poetizou, Davi matou Golias... Por fim; o artista concebeu a mais bela escultura. Em todos os casos, a diferença não era a pedra. Mas o homem. En lo posible, cuento con la colaboración en la divulgación de estas aclaraciones en blogs / sites y redes sociales. Un gran abrazo Antonio Pereira Apon Antonio Pereira Apon. Siga-nos Dê uma espiadinha em nossas postagens mais recentes:

Para o possível e o impossível

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Para o perfume, a flor, para o caminhar, caminho; para o frio, calor, para o desalento, carinho. Para a escultura, a pedra , para a poesia, inspiração; para Quixote, Saavedra, para o silêncio, canção. Para a pintura, a tela , para os pés, chão; para o barco, o vento e a vela, para o sonho, amplidão.

Um olhar além do espelho

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O que vemos no espelho? O que ele nos mostra? Nele está a aparência de nossa aparência, nossa interface material, “programada” para ser visível, palpável... Mas, conseguimos nos ver? Enxergar nossa essência invisível, intangível? ... Somos o que está além do espelho. Oculto, obscuro, insólito; nosso eu, muitas vezes desconhecido de nós mesmos, escondido em nosso “lado escuro” .

O religioso e a patrulha da vida alheia

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Designado para substituir um colega que mudara para outra cidade. Francisco assumiu aquela igreja. Não demorou muitos dias para ele tomar conhecimento da “exagerada” tolerância do seu antecessor. “Absurdamente” ali congregavam: Dois gays, uma prostituta, garotas de programa, uma meia dúzia de drogados, um “pretinho macumbeiro”, uns três “cachaceiros”... O tal informante delatou as “mazelas” de metade dos frequentadores, cujo comportamento, o Fundamentalista julgava digno de expulsão.

Filhinha (Com mp3)

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Você é muito importante para mim. é meu verso mais belo, poesia mais bonita que me deu o Criador. Se o sonho tivesse rosto, certamente seria o seu, se voz tivesse outra não seria, senão a sua; sorriso?.. se tivesse, de quem seria? claro!.. seria

Não é do Mordomo. O Rapaz e a Moça. É deles a culpa

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Já se tornaram uma espécie de entidades da terceirização de todas as culpas. Basta surgir algo errado, lá está o Rapaz ou a moça numa quase onipresença: Se atrasou, está com a chave, perdeu a chave, não deu o recado, trocou as fichas, não repôs o produto, não entregou, esqueceu, quebrou, anotou errado, entendeu errado, não entendeu, perdeu o prazo, não falou, falou demais...

Essa coisa da coisa

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Que coisa! Isso de “coisar” tudo. O que não se sabe, o que se esqueceu, o que se quer saber, o achado e o perdido, o sujeito oculto, o ignorado, o indevidamente indefinido...

Pessoas, letras e números

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Observando termos de pesquisa que geraram visitas para o A arte da vida. Chamou-me a atenção: "Pessoas são letras, não números...” Descobri tratar-se de um fragmento do filme: “Tão Forte e Tão Perto (Extremely Loud and Incredibly Close)” de Stephen Daldry. Adaptação do livro de Jonathan Safran Foer. A frase completa: "Pessoas são letras, não números, querem virar histórias. E histórias precisam ser compartilhadas”. Em se tratando de humanidade. Números são inumanos, impessoais, guardam uma inexata exatidão que se presta às conveniências de estatísticas e à dissimulação de índices. Números apenas quantificam! Letras. Letras qualificam, conceituam, consubstanciam! Letras formam palavras , palavras dialogam, comunicam, humanizam! Números contam coisas, letras narram histórias, histórias que falam de pessoas e pessoas não são números ! Números tratam de aritmética, finança, especulação, mercado... Letras cuidam de sentimento, pensamento, vida...

Biografia

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Nossa real biografia é o Tempo quem escreve. Por mais longa que pareça, a vida é sempre breve. Desperdiçamos tanto ser, buscando ter. Mas ter sem ser, é apenas parecer. Parecemos tanta coisa... Nos fazemos nada, além da aparência. Caricaturas sem alma, personagens sem essência.

Dia da poesia

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Não cabe num calendário inteiro, que dirá num só dia , que galopa breve e ligeiro. Como um átimo conter o infinito? O que é silêncio e toda melodia? O que transcende ao feio e o bonito? O que não cabe num: "Dia da poesia".

A poesia nossa de todo dia

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14 de março é o dia nacional da poesia (31 de outubro também), 21 de março é o dia mundial da poesia. Todo dia é dia de poetizar, poetificar, versar... A poesia que me despe a alma, veste meu sentir e minha razão; é como o alvor de cada dia, não atrasa, não adia... Descobre em tudo inspiração! Com a linha da palavra, tece em versos: A rotina e o que foge dela, a paisagem e a janela; a chuva que inunda, estiagem, seca mais profunda; o frio e o calor, a pedra , a flor, morte e vida, descanso e lida. O pretérito, porvir, Parar, seguir...