Acróstico do antiplágio. Por uma internet criativa, autoral e verdadeira - A arte da vida. Apon HP



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quarta-feira, 5 de junho de 2013

 

                    Acróstico do antiplágio. Por uma internet criativa, autoral e verdadeira              

     

Copiar e colar: Desinformação, preguiça ou desonestidade. Desrespeito ao autor, demérito à capacidade do copista. Quem admira, cita a autoria. Faz conhecer o “autor desconhecido”. Delete o plágio, denuncie o plagiador.


Plotter.


Quanta cópia, indevida reprodução,

usurpada autoria;

engano de alguns, de outros distração,

mas, de muitos. Vilania.


Ctrl+C, Ctrl+V, desrespeitosa combinação,

Omitir do autor o nome,

penal violação;

infame falseta,

abusada mutreta.


Premiar da mediocridade,

laurear o plagiador;

admirar é demonstrar respeito,

garantir o autoral direito;

internet criativa e honesta,

aplaude o real autor.


***


Ferindo a lei 9.610 (Direitos autorais). Meu poema: A pedra. Circulava como de autor desconhecido ou com o nome de plagiadores. Agora aparece como de Chaplin, Renato Russo, Fernando Pessoa, sem citar a autoria...

O real autor é Antonio Pereira (Apon). Todos os esclarecimentos em:

http://www.aponarte.com.br/2007/08/pedra.html


Ajude a divulgar esses esclarecimentos.


A pedra. Poema de Antonio Pereira (Apon).


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Foto do autor: Antonio Pereira (Apon).


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É expressamente proibido o uso comercial e qualquer alteração, sem nossa prévia autorização.
Plágio é crime previsto no artigo 184 do Código Penal.
- Lei n° 9.610-98 sobre os Direitos Autorais
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8 comentários:

  1. Infelizmente, Antonio... o que mais nos deparamos é com a falta de caráter dos plagiadores. Sem competência!
    Abraço, Célia.

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    Respostas
    1. O plágio é o mau-caratismo institucionalizado na internet. Omitir a autoria intencionalmente ou apropriar-se da criação alheia, isso é coisa de bandido.

      Um abração, Célia.

      Excluir
  2. Boa tarde meu amigo poeta, bom post, assim alerta os que o fazem, plágio é uma coisa tão sem cabimento, pois se é por dinheiro é bobagem, se é por querer ser aplaudido é uma vaidade falsa, engana aos outros mas nunca fica feliz, assim penso, mas acho que a própria internet já deve estar tomando providências contra o plágio, assim como você, também acho muito triste isso, nunca tive nenhum problema com minhas postagens, não me plagiam, acho que escrevo de forma tão pessoal, rs, escrevo minhas prosas divagando que nem importam tanto, mas defenderei os meus colegas de blogues que forem plagiados, se eu perceber algo estranho, copiado, denunciarei com certeza!
    Ah, meu amigo, nesse mundo tem de tudo né?
    Seu poema A Pedra é lindo, acho que querem ser como você, mas isso não justifica cometer crimes desse tipo, não justifica mesmo!
    Abraços meu amigo poeta!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Parasitismo intelectual. Eis o que é o plágio. Felizmente, os algoritmos do Google e outros serviços da internet, estão cada vez mais, focando no combate a essa praga. Denunciar sempre! Não podemos assistir passivamente a ação marginal dos plagiadores propriamente ditos e precisamos trabalhar para esclarecer a todos sobre a necessidade de respeitar a autoria, citando sempre a fonte e quando necessário, solicitar a autorização do autor para reproduzir determinado conteúdo.

      Obrigado pelas sempre gentis palavras.

      Um abração.

      Excluir
  3. Oi, Antônio!

    Você tem um jeitão para essas coisas da Informática e para fazer versos, super interessantes, versando esses assuntos.

    E a sua "Pedra" anda por aí!

    Abraços da Luz.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Super interessante é a informática e toda tecnologia, quando bem usada. Sem isso, nem "jeitão", nem poesia... Depois que perdi a visão, o computador com leitor de telas é que me permitem dar asas à criatividade e interagir com você aí além-mar e tantos outros fronteiras afora. Graças a eles, posso ler e escrever para o mundo exterior à clausura das formas, luzes e cores, imposta pela deficiência visual. Eu que já gostava demais do tecnológico, agora então...

      Quanto ao meu poema A pedra, já estou com o pé doendo e todo machucado de tanto tropeçar por aí com pedra sem o meu nome como autor, com o nome de famosos ou com a canalhice de plagiadores usurpando a autoria. Vou terminar precisando enfaixar o pé! Kkkkkkkk...

      Um abração querida amiga.

      Excluir
  4. Prezado, entendo o seu ponto de vista, a cada qual pertence a permissão de divulgação dos seus textos. Um abraço, Yayá.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Divulgação. Esse é o ponto. Não vejo problema em reproduzirem meus textos em outros Sites ou Blogs, desde que citem a autoria. Isso é divulgação, por parte de quem gostou do que leu. Agora; omitir deliberadamente o nome do autor, colocar o nome de famosos ou desavergonhadamente pôr o próprio nome. Essas são artimanhas marginais. Obviamente, devemos diferenciar aqueles que por distração, ingenuidade ou desinformação, reproduzem conteúdo desavisadamente. Entre esses e os nefastos plagiadores, está o dolo, a má intenção que caracteriza o crime, o plágio desrespeitoso e parasita que precisa ser energicamente combatido.

      Um abração.

      Excluir

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Antonio Pereira Apon.

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Depois de 14 anos, atendendo a pedidos, estamos republicando Essência. Nessa segunda edição, incluímos o subtítulo: O livro do poema: A pedra. O distraído nela tropeçou... Numa referência ao nosso poema integrante dessa publicação, que, absurdamente, tem aparecido na internet com o nome de autores famosos: Fernando Pessoa, Renato Russo, Chaplin... Ou plagiadores. No endereço: (http://aponarte.com.br/apedra), o amigo leitor encontra todos os esclarecimentos, inclusive algumas das formas de como o plágio tem se apresentado.

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