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Hoje é dia de quê?


A “morte” do sono e o “sono” da morte

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Há quem diga que dormir é morrer e os que acreditam ser a morte, o sono eterno. Na “morte” do sono, o espírito afasta-se momentaneamente do corpo. No “sono” da morte, a o rompimento definitivo dos laços entre um e outro. Conforme nos conta a mitologia: Hipnos, filho de Nix (a noite) e Erubus (a escuridão). Era o deus grego do sono e da sonolência, sendo seu equivalente romano Somnus. Irmão gêmeo de Tânato, o deus da morte. Cabia a Hipnos o descanso reparador de todas as criaturas terrenas, já seu irmão, espreitava os viventes... Segundo Ovídio: Hipnos contraiu matrimônio com uma das Graças ou Cárites, Pasítea, gerando os Oniros, destacando-se entre estes, os três responsáveis por distribuírem os sonhos a quem dormia e uma filha, que fazia a distribuição entre os despertos: Assim. Morpheus, considerado o chefe dos oniros, era o criador dos sonhos; Ícelus, criador dos pesadelos; Phantasos, criador dos objetos inanimados, monstros, quimeras visíveis nos sonhos e que ficam retidas na mem...

Caminhando, poetizando e tentando encantar

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No blog Filosofando na vida , a professora Lourdes nos convida a escrever uma frase, um verso… Sobre uma imagem que ela postará aos domingos. Acima, a imagem dessa semana. Abaixo, a minha sexta participação nessa “brincadeira” intitulada: Poetizando e encantando . Entre flores e mesmo espinhos, longo caminho, vida a se trilhar. Passam sonhos tão ligeiros, passamos nós tão passageiros, nessa rota de meu Deus.

É pra gente infindar

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A vida veloz passa e a gente embarca, numa barca que passar; ninguém sabe dia ou hora, se breve ou se demora, cedo ou tarde chegará. Portanto, Viva o agora! No passado ninguém mora. E o futuro, não se sabe se haverá. Segura o seu Kairós ligeiro , rédeas no tempo passageiro, para nele galopar.

Pessoas e pedras

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No blog Filosofando na vida , a professora Lourdes nos convida a escrever uma frase, um verso… Sobre uma imagem que ela postará aos domingos. Acima, a imagem dessa semana. Abaixo, a minha quinta participação nessa “brincadeira” intitulada: Poetizando e encantando . Gente de pedra, pedra de gente; pode dar em arte, pode virar joia… É o toque sutil, afrontando a força bruta; burilando, trabalhando, transmutando a rigidez.

Até amanhã! ...

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No blog Filosofando na vida , a professora Lourdes nos convida a escrever uma frase, um verso… Sobre uma imagem que ela postará aos domingos. Acima, a imagem dessa semana. Abaixo, a minha quarta participação nessa “brincadeira” intitulada: Poetizando e encantando . Crepúsculo do dia, desfolhar da folhinha, um até breve do sol. Adormecer da paisagem, anoitecida cidade; boêmios passantes, entre outros andantes esvaziando a voragem.

Censura, um jato d'água em nós “macacos”

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Vez por outra o autoritarismo levanta do sepulcro e, consorciado ao falso moralismo, hipocrisia e velhas ideologias insepultas, intenta exumar a censura para amordaçar a livre expressão da arte e da cidadania. Querem ditar o certo e o errado, moral e imoral, vício/pecado e virtude; dominar, controlar, adestrar… Bem como no seguinte texto que circula na internet, infelizmente, sem citar a autoria: Um grupo de cientistas colocou cinco macacos numa jaula. No meio, uma escada e, sobre ela, um cacho de bananas. Quando um macaco subia na escada para pegar as bananas, os cientistas jogavam um jato de água fria nos que estavam no chão. Depois de certo tempo, quando um macaco ia subir a escada, os outros o pegavam e batiam muito nele. Mas um tempo depois, nenhum macaco subia mais a escada, apesar da tentação das bananas. Então os cientistas substituíram um dos macacos por um novo. A primeira atitude do novo morador foi subir a escada. Mas foi retirado pelos outros, que o surraram. Depoi...

Garrafa de tempo, safra de um ano feliz

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Já imaginou, se pudéssemos acondicionar o tempo em barris ou garrafas? Sim. Barris e garrafas! Como se faz com um bom vinho. Seria maravilhoso, se desse para construir uma adega existencial e nela guardar preciosas porções de nossos melhores momentos, instantes mágicos das melhores safras da nossa vida… Já pensou? Poder abrir a garrafa daquele encontro distante, perdido entre reveses e saudades. Degustar, reviver, sentir de novo… Rebrindar aquela felicidade grande, materializar a lembrança dando-lhe um gosto de agora...

Rosa vida. Espinho, flor, inspiração

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No blog Filosofando na vida , a professora Lourdes nos convida a escrever uma frase, um verso… Sobre uma imagem que ela postará aos domingos. Acima, a imagem dessa semana. Abaixo, a minha terceira participação nessa “brincadeira” intitulada: Poetizando e encantando . é a vida qual a rosa; tem perfume e tem espinho, agudeza e carinho, na fartura ou no estio, não se furta a florir. Chão seco, vida dura, onde mora o querer; a roseira que perdura, esperançar de um viver.

Acordei! ...

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Acordei. O silêncio gritava entre os sons naturais da manhã. A brisa brincava serena, despertando odores florais; cheiro de mar, pão assando, café coando... Aromas de vida despertando a química perfumosa do dia. Nem buzinas nem beeps, sirenes nem burburinho. Nada de rádio ou TV, internet, celular… Só o marulho das ondas vagantes, o farfalhar das folhas e o silêncio sem pressa a declamar sua poesia. Um resto de arco-íris, dava conta da breve chuva que passou. Um alvor impressionista, salpicava cores acordando a paisagem. Dois olhos morenos, despertavam sentimentos sonolentos, mal dormidos no tempo. Aqueles sorrisos de outrora, esquecidos no baú das lembranças perdidas. O mundo cabia na circunferência de um abraço e o universo no laço entre nós dois. A vida inspirada a cantar, tecia uma eterna primavera. Sonhos orvalhados de esperança, voavam desapreçados. E sem preço o coração rebrincava de contente… Mas… Acordei! Bom dia!

Amizade acalanto, contento de contentar

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No blog Filosofando na vida , a professora Lourdes nos convida a escrever uma frase, um verso… Sobre uma imagem que ela postará aos domingos. Acima, a imagem dessa semana. Abaixo, a minha segunda participação nessa “brincadeira” intitulada: Poetizando e encantando . Amizade é encontro, é laço, colorir do abraço pra gente se dar; Florir da alquimia, rosada poesia, magia do reencontrar.

A rima mira, arrima, arma amar

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Vida, poesia a brincar. Ávida vida a poetar. A rima mira, arrima, arma amar. Aflora a flora, cá dentro e lá fora, primavera a aflorar.

Mãos, coração. Poetizando e encantando

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... Amor, a flor do céu, o sol. Mãos que são, que estão, mãos que se dão; coração, cor da ação, oração. Pulsa o pulso... Antonio Pereira Apon. No blog Filosofando na vida , a professora Lourdes nos convida a escrever uma frase, um verso… Sobre uma imagem que ela postará aos domingos. Acima, a imagem dessa semana. Abaixo, a minha primeira participação nessa “brincadeira” intitulada: Poetizando e encantando . Mãos da vida, linda lida do viver. Mãos que aprazem, mãos que fazem o coração bater.

Cadê

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Onde anda o amor? ... aqui? ... ali? ... no se foi ou no porvir? no agora? ... no há de vir? Será que existe?! ou é mera fantasia? ... onde anda o tal do amor??? Tantas guerras, tantos guetos,

Míngua a língua, jaz sem jaez

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À míngua a língua jaz, derradeira flor do lácio, epitáfio sem jaez. Sem Pessoa nem Rosa, sem Drummond ou Camões; parca poesia e pouca prosa, abundância dos senões. Sem seus portugais, seus Brasilis… Nada há mais! O S devorado em seus plurais, o R inventado; tão demais… O gerúndio infinitivo, o relativo internetês. É a rima precária, a musiqueta ordinária, o modismo da vez. A gíria mal dita, maldizente “neoportuguês”. O popular popularesco, inculto tão burlesco; inverso do verso, reverso talvez. O desvalor celebrizado, desqualificar do saber; o ser, martirizado, glamorizar do parecer.

Sensuais

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Desnudos desejos, explorando a topografia dos corpos, a anatomia dos afãs, coreografias de amor. Mãos buliçosas, brincando traquinas; desvelando, revelando, descobrindo… Resgatando o prazer oculto em seus recônditos.

A adivinha, “o caboclo” e o político

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O sujeito resolveu apelar para o além, queria que o sobrenatural resolvesse sua vida. Procurou uma dessas “adivinhas” que prestam “servicinhos espirituais”: - Madame Octa, eu sou burro de pai, mãe e avós também, não sei fazer nada, até consigo emprego, mas, logo apronto alguma jeguice e sou demitido. Agora resolvi prestar concurso público. Preciso de “estabilidade”, um lugarzinho para me encostar e aguardar a aposentadoria chegar... A prova já é no próximo domingo, de tarde. - Então o senhor quer ser servidor público? - Não. Não é para tanto. Servidor tem que trabalhar, servir. Eu quero ser é um “servido público”! Sabe como é né? Inteligência eu não tenho, mas, esperteza… - Sei… A mulher deu uns tremeliques, umas resfolegadas; sacolejou daqui, remexeu dali e falou: - Conectei! Conectei com o Caboclo Banda Larga, ele vai te ajudar meu filho. Você só vai precisar fazer uma recarga de R$ 50,00 em cada um dos dois números de celular que vou te dar. É para colaborar com nossa corrente fr...

Deixe para “morrer” quando chegar a hora

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Quem foi que disse, que não se morre antes da hora? Certamente, você já deve ter conhecido algum "Zumbi", algum "morto-vivo". Gente que teve uma decepção amorosa, um revés financeiro, sofreu uma traição ou passou por qualquer outra adversidade. E assim, resolveu entregar-se ao despropósito de "desistir de viver": Afogar-se no álcool ou outras drogas, mergulhar na depressão, comprazer-se na autocomiseração, refugiar-se em seitas exóticas, enclaustrar-se na loucura, jogar-se na sarjeta... Tais criaturas desperdiçam a dádiva breve da vida, esse sopro de tempo, zéfiro fugaz, que quando percebemos, já se foi, carregando consigo, possibilidades sem conta. Miopia de almas, que com o olhar atido na dor, apercebem a amplidão ao seu derredor. Triste imaturidade do ser, que insulado em si mesmo, sente-se vítima do destino quando ruem seus castelos de areia.

Vai a vida, vida vem

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Inspirada por sonhos, doces lembranças; menos esperar, mais esperança. Vai a vida… No trem do tempo, no soprar do vento. Intento, traçada na linha; rabiscada, da riscada mão.