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Hoje é dia de quê?


Entre o outono e a primavera

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Eu sou outono, você é a primavera; poesia serena das amenas estações. Sem o frio do inverno, nem o calor do verão; o equilíbrio do clima no clima de nossa emoção. A vida em flor e fruto, encontro augusto de nós dois, serenos equinócios, equilibrando, equacionando as diferenças; nosso lilás e toda cor, nascer do sol, no sol se pôr.

Ses e emojis

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Hoje acordei pensativo, escravo dos meus anseios, cansado das constantes inconstâncias, do talvez, quem sabe; confundidos entre ses e emojis. Dá vontade de desistir de tudo e de nada, destrancar o peito, tocar o barco, abrir a porta, abraçar a aurora, os braços que lá fora, me convidam o abraçar.

Pontuando - Ao mal, só resta um ponto, o final!

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Acordar para a cor dar, fazer a diferença; ao mal, só resta um ponto, o final! Nada de parágrafo, nem vírgula, nada de reticência, Exclamação? Nem pensar! Interrogação? Não há o que questionar. Ponto final é o que resta, para o mal não mais restar. Que se vão os dias plúmbeos, cheguem os coloridos a pontuar. O bem muito bem exclamado Basta dessa “gente boa”, tão má, de falso cristão a fingir bondade; que pontue o bem de verdade! Sem fake nem maldade, dando ponto para a verdadeira verdade, lealdade marcando ponto, dando ponto à real bondade; sem treta e auditável, bem pontuada nos corações sinceros, desarmados e sem ódios, amados!

Nossa música, "Amor puro"

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Nossa música diz tudo, amor puro, canção do coração. Que tenha a força do sol nascente; do poente, a inspiração. Que seja pleno como primavera, que seja à vera, pra tudo vencer. Desguarde nossos guardados; um do outro, um pro outro; na concessão do tempo, tempo pra gente se dar; “desinporta” o que passou, importa o que passará; Essa vida, para além dela, mesmo quando a morte passar. Djavanear, no dedilhar das cordas, nas notas desse amor puro.

Amizade, todo dia é dia do amigo

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Amizade é laço sem ser nó, afago, amplexo; o nós, não o só. Amizade é aquilo mais e mais um pouco; na economia da vida, é a troca, é o troco; partilha de bem querer. Amizade é oásis no deserto, é do agora, de toda hora; mesmo longe faz-se perto, quando nem se espera, aflora. É o passo a passo, a mão na mão, é o abraço sem senão.

Tempo de amar - Quem não ama, não vive; vai improvisando, tentando sobreviver.

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Diferente do que muitos dizem, tempo não é dinheiro; tempo é amor, é vida, é a arte do viver. Quem não ama, não vive; vai improvisando, tentando sobreviver. Amar é dar bom proveito ao tempo, desamar é desdenhar das horas. É preciso ter cuidado; o tempo não aceita desaforo, quem perde tempo, termina nele se perdendo; a vida responde em ecos o que se faz do tempo, do amor, do viver... Cada escolha, escreve a sina e a sentença de cada um; Sobreviver ruminando quereres fúteis, é não viver reais quereres.

Na janela - Cuidar, enquanto há janela e paisagem

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Na moldura da janela, o tempo pinta sua paisagem, sua metamorfósica tela. Hora, a natureza bela, devagar, divagando no vagar das horas, noutra hora, o homem, sua pressa tão mal apreçada, correndo para lugar nenhum. Na janela, mutantes cores, mutações gris o a cor dar da vida, o desacordar da lida mal vivida. O tempo de Deus, o destempero dos homens. Na janela passa a noite e passa o dia, passa a flor silente e a gritante agonia; passa a lágrima e o riso, o vazio e a poesia. Passa a arte que toca, o que não toca o coração; o que passa, o que não passa, o que se acomoda na estagnação. Na janela, vai o plural e o singular, o cristão e o mefisto, o belo e o sinistro, o que vai e o que teima em ficar. Vai o bêbado “desequilibrista”, o trabalhador malabarista; a sina de um, a sentença de outro…

Perdendo tempo

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Quem desconhece o valor do tempo, entontece; perde o tempo que não tem, confunde esperar com esperança, trata o agora com desdém. Suspirando por delírios, apercebe os sonhos; persegue quimeras, cultivando daninhas ervas de artifício, pisa as flores da realidade. Tem quem não saiba o que quer querer, pendendo, tendendo entre um querer qualquer e qualquer querer, ruminando a sina de si desencontrar. Mas, o mundo gira, não espera por quem espera o mundo girar.

Amigo Sol, amiga Lua... - 20 de julho, dia do amigo e da amizade

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Amigo Sol, que vem cada dia colorir; amiga Lua, que a noite alumia com estrelas a luzir. Amigos pássaros cantantes, amigos pets brincantes; amiga Fauna e Flora, amigas flores vicejantes. Parafraseando o amigo São Francisco, que nomeia o amigo rio, fecundando os sertões; amiga Juazeiro e Petrolina, amigo Pernambuco, Bahia amiga. Amigo mar que rima com amar, solidariedade que a todos abraça, amiga fraternidade que ama de graça, amiga empatia, que no lugar do outro afirma ser nosso lugar. Amiga fé que nos dá confiança, amiga esperança, que nos faz acreditar; Amigo tempo, querido educador, Amiga vida, amiga lida, amigo se dar.

2 de julho, democrático esplendor

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Liberdade, estrada da história; a glória de um povo, que fez o novo acontecer. O ecoar, um rebombar, afrontar o fogo opressor; o “independência ou morte”, fazer acontecer. No céu, no chão, no mar da Bahia; poesia de um povo: caboclos, mestiços, negros e brancos de toda cor; pobres, ricos… Castiço brado!

Enche sem preencher - Depressão? Eu digo, não!

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Na TV, velhas novidades; repetitivas, requentadas, requintadas maldades. No “stream”, tento assistir um filme que não me assiste, minha “playlist” toca sem me tocar; a rua, o shopping, computador, o celular… tudo enche sem preencher. Hiatos, vazios parindo fantasmas; Sedutoras, saudades e solidões se alvoroçam, espreitam vadias sensações, tentam alvoroçar a depressão. Eu digo, não!

Poema simples - 2

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Como dia alvorado, pão quente; café coado, água fluente. Pingos de chuva a batucar no telhado, vento roçando a folhagem; arco-íris colorado, pássaros cantando, encantando a paisagem. Coisa simples como tarde que não tarda onda que não cansa; pé, areia, pegada, dia que não se queira descansar . Tempo sem hora marcada, chegada sem despedida; horizonte, do sol sacada, de quem logo volta, a ida. Noite enluarada, sono a abordar; recolher da passarada, realidades a sonhar.

Maré vazante - Quando um amor se vai...

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Praia ampla, ampliada solidão; maré vazante, mar distante, esvaziado coração. O dia jaz num jazz; silentes, as pegadas desistem, entregam-se ao soprar do tempo. Congestionado, o céu descolore a paisagem; desbotar da miragem, amor que se foi. Sonhos esvoaçados, desfloridos, descoloridos cata-ventos; flores arrancadas pelo vento. Sem aviso, sem alento; tormento de não estar. Eu sem você, girassol sem sol, inconstante maré vazante. Se ainda não se inscreveu, inscreva-se em nosso canal, clique no sininho para escolher receber nossas notificações, ser avisado(a) dos vídeos novos. E não esqueça de dar seus likes. Conto com você! Obrigado.

Eu, natureza

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Quero ser como o sol que não tarda, acorda, para o mundo acordar; o mar que em ondas se renova, canto de pássaro a encantar. Ser a lua nova, sempre crescente, cheia possibilidade de melhorar. Ser o rio que não descansa, avança sem cansar; semente que não dorme, não se demora para brotar.

Rimando São João

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Para entrar no junino clima, vou abusando da rima, pra acordar são João. Com sotaque nordestino, brinca adulto, velho e menino, solta traque, bomba e rojão. Ao redor da fogueira, animação sem besteira, faz a poeira subir. Tem licor, amendoim, canjica, tem quem arrasta o pé, tem quem tropica, deixa o sereno cair! Não falta casal enamorado, mocinha de vestido rendado, anarriê, alavantú; alavontê!

Amor, espaço-tempo enamorado – Naquele dia de Santo Antônio, qual anjo tinha razão?

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O amor é a arte do encontro, o desmentir o desencontro, é o querer bem de um bem querer. O orvalho beijando a flor, o abraço da manhã, o amanhã que se fará; para além do ontem, do hoje, do que passará. Seus, meus, nossos passos; num abraço, nos fazemos um; domando o destino nesse estreito laço, espaço-tempo enamorado, amor que enlaça nós dois. *** Mas as vezes o incerto, distorce o espaço-tempo. E num dia de Santo Antônio... Naquele 13 de junho, escrevi para ela: ... Quanto a nós dois (se é que há, nós dois) comprei um presente para você não me esquecer. Sigo tentando te entender, hoje, até pedi socorro para Santo Antônio para conseguir compreender o que se passa na sua cabeça. Estou que nem desenho animado, um anjinho mal de um lado, gritando: "sai dessa abestado!" do outro lado, um anjinho bom, dizendo: "calma, meu filho". Qual está com a razão? Não sei. Espero que em algum momento, você pare de fugir das respostas, de uma simples mas necessária conversa...

Gentil arte da vida - Grande, a arte do viver

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A vida é a arte, do lidar, do se da, do dar de si, que eterniza gestos e palavras, sentires, pensares; o conjunto da obra de nossa passagem nesse mundo de meu Deus.

Poema para ela - 12 de junho, dia dos namorados

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Ela que é minha inspiração, mulher com jeito de menina, musa que me galopa os pensamentos, sentimentos, dispara a emoção. No coração, pinta uma paisagem florida, colorida floração. Ela. Minha brisa matutina, vespertino aracati, fresca viração noturna;