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Hoje é dia de quê?


Poema proverbial, animal

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“O bicho vai pegar”, “a cobra vai fumar!” “Cobra que não anda, não come sapo”; mas, não basta o sapo engolir, preciso é saber digerir. “Soltar cobras e lagartos”, não adianta; “macaco velho não mete a mão em cumbuca!” “O boi sabe onde arromba a cerca”. Nada de “colocar minhocas na cabeça”, nem ficar “com a pulga atrás da orelha”; diante de “lobo em pele de ovelha”, nesses tempos em que se precisa “matar um leão por dia”, quem não tem cão, tem que se virar, caça com gato mesmo. Afinal; “em rio que tem piranha, jacaré nada de costas.” Pura tolice, querer “colocar a carroça na frente dos bois.” Não é atoa, que “Deus não dá asa à cobra”; já basta formiga, que “quando quer se perder, cria asas”. É melhor entender, que “sapo de fora, não chia”, “em festa de jacu, inhambu não pia”; “camarão que dorme, a onda leva”; “gato escaldado, tem medo de água fria”… “Cada macaco no seu galho”, pois “quem anda pela cabeça dos outros é piolho”, “passarinho que anda com morcego, acorda de cabeça para ba...

Sopram as cinzas

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Onde estão os alaridos, os coloridos tons da ilusão? A fantasia contusa, perdida no som da confusão? Chega a desilusão, despe a máscara, desnuda a verdade; vem acordar pra realidade; já tarda o ano que é novo, jaz em cinzas o carnaval; nos tons dos delírios, nos dons das quimeras; morre em cinzas a folia, no pó da utopia, poeira da artificial alegria. A vida acorda para a cor dar ao viver, os matizes reais, colorir ideais. Pintam as tintas das rotinas, paisagem do cotidiano; fulanos, sicranos, beltranos… Existires recoloridos nas retinas. Sopram os ventos, sopram as cinzas. Se ainda não se inscreveu, inscreva-se em nosso canal Apon na arte do viver. , clique no sininho para escolher receber nossas notificações, ser avisado(a) dos vídeos novos. E não esqueça de dar seus likes. Conto com você! Obrigado.

Parabéns, viva a vida!

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Esperançando no lugar de esperar, pois, parado ninguém vai adiante, é caminhando que se faz o caminhar. A vida, tem hora que é roda-gigante; nuns momentos se está em sima, noutros não se está; tem instantes que o existir se faz moinho, noutro gira qual pião… Vamos aprendendo a tocar a vida, que vai tocando a gente; dedilhando o tempo na melodia do destino, atinar do tino, composição da sina; existir que ensina a aprender. Parabéns pra você! Vivente, sobrevivente de tantos outonos e invernos, verões e primaveras, da boa lida, lidada à vera. Sem entender do azar, arriscar sempre a sorte; sem poder descansar, não se cansar de seguir avante. Parabéns pra você! Nessa data de tantas datas queridas, múltiplas felicidades, incontáveis anos de vida. Se ainda não se inscreveu, inscreva-se em nosso canal Apon na arte do viver. , clique no sininho para escolher receber nossas notificações, ser avisado(a) dos vídeos novos. E não esqueça de dar seus likes. Conto com você! Obrigado.

Fantasia de carnaval

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A realidade veste a fantasia, vai no bloco da alegria, atrás do trio da ilusão. Anestesiadas dores se vão na folia, adereços da utopia, desfilam as quimeras, surreal magia. Devaneiam os acordes, acordando a multidão; sambando, quebrando, mexendo até o chão. Refestelar em festa, fugaz promessa, manifesta “deslucidez”. Travestidos, mascarados, animados foliões; delirados, delirantes… Mas o tempo em seu talante, sentencia: o que mal começa já termina, finda em cinzas, a realidade despe a fantasia, “despoesia”; desilusão. Se ainda não se inscreveu, inscreva-se em nosso canal Apon na arte do viver. , clique no sininho para escolher receber nossas notificações, ser avisado(a) dos vídeos novos. E não esqueça de dar seus likes. Conto com você! Obrigado.

O pensamento - Quem pensa sabe o que quer, quem não pensa terceiriza o querer

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Pensamento é vento, sopra onde e como quer; sussurra aqui, grita ali; agita, acalma, move, comove, opera, coopera. pensamento é alma, quem não pensa desalma. Quem dele abdica, abre mão de si. Parafraseando Descartes: Não penso, logo não existo. Quem pensa sabe o que quer, quem não pensa terceiriza o querer; sai toado feito gado, é feito, efeito manada; só mais um na multidão. Evade da razão, invade o sem noção; desvale-se, esvai-se. Se ainda não se inscreveu, inscreva-se em nosso canal Apon na arte do viver. , clique no sininho para escolher receber nossas notificações, ser avisado(a) dos vídeos novos. E não esqueça de dar seus likes. Conto com você! Obrigado.

Glória Repórter Maria

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A glória de informar, sem deformar a informação; viajar na notícia, embarcar no fato, fazer do seu lidar uma profissão de fé. Glória de se impor, afrontar, enfrentar a misoginia, o preconceito; negra, mulher, repórter do seu fazer acontecer; desafiando os negados, deixa seu legado. Glória, só você foi e é: Glória Maria. Nossa modesta homenagem a Glória Maria, repórter de tantas viagens, que hoje faz sua grande viagem ao infinito. Vai com Deus, Glória. Se ainda não se inscreveu, inscreva-se em nosso canal Apon na arte do viver. , clique no sininho para escolher receber nossas notificações, ser avisado(a) dos vídeos novos. E não esqueça de dar seus likes. Conto com você! Obrigado.

O empreiteiro

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Que me perdoe o bom empreiteiro. Mas tem aquele… Dá nó em pingo de éter para conseguir o contrato; contratado, é puro destrato: embola, enrola, demora. Todo trabalhado na malandragem, chega cheio de trololó, mestre em levar no bico; perito no diz que diz do faz que faz, arrisca um risco para assustar o incauto. Faz de tudo para não fazer nada, aumenta, inventa, atormenta. O contratante explora, o trabalhador esfola; assola o vil tratante. Estressa e aborrece, encarece. Mal empreiteiro? Nem prece! Se ainda não se inscreveu, inscreva-se em nosso canal Apon na arte do viver. , clique no sininho para escolher receber nossas notificações, ser avisado(a) dos vídeos novos. E não esqueça de dar seus likes. Conto com você! Obrigado.

Quando passarem, quando passarmos

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Quando passarem esses maus e seus males, quando os bons e seu bem também passarem, não restarem mocinhos nem bandidos; quando passarem os loucos, quando os sãos não tardarem em passar. Quando as folhinhas desfolharem, as agendas obsolescerem, os calendários caducarem… Quando a artilharia calar, a perfumaria das flores os campos esperançar; quando passar a chuva ácida a lucidez plácida imperar. Quando passar essa vida e mais outra e outra... Como tantas outras vidas passaram. Quando tudo isso passar, o que restará de nós? Das guerras e dos ódios? Dos opróbrios ideológicos? Da falsa moralidade? Da religiosidade mandrake? Espero que tenha havido bem suficiente, eficiente bom pra nos colher melhores; nos acudir dos dissabores, acolher, recolorir; reflorir em meio as dores, reluzir em florido porvir. Quando passarem, quando passarmos, quando voltarmos num novo passar. Se ainda não se inscreveu, inscreva-se em nosso canal Apon na arte do viver. , clique no sininho para escolher recebe...

Se eu ganhasse na loteria

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Se ganhasse na loteria, a muita gente ajudaria, a começar por mim mesmo, é claro, jamais me esqueceria. Se ganhasse na loteria, eu fundaria uma humanitária ONG e só para rimar, iria jogar pingue-pongue. Se ganhasse na loteria, bem sei que a felicidade o dinheiro não traria, mas bem rapidinho, buscar mandaria. Se ganhasse na loteria, em Roma eu casaria; com o Papa Celebrando, Andréa Bocelli cantando, muita pompa, circunstância e honraria. Há, se eu ganhasse na loteria… Mas não ganhei, até o próximo sorteio, onde sonharei sem receio, apostador sem histeria; eu, ganhador da loteria. Se ainda não se inscreveu, inscreva-se em nosso canal Apon na arte do viver. , clique no sininho para escolher receber nossas notificações, ser avisado(a) dos vídeos novos. E não esqueça de dar seus likes. Conto com você! Obrigado.

Desesquecer, coisa da saudade

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Saudade é um restar do que não resta, arresta a calma, sequestra a alma; finge uma dor sem razão de doer. Saudade é o transbordar de um vazio, sentimento vadio, arredio sofrer. Uma ausência presente, um querer indigente, malquerente “desesquecer”. Se ainda não se inscreveu, inscreva-se em nosso canal Apon na arte do viver. , clique no sininho para escolher receber nossas notificações, ser avisado(a) dos vídeos novos. E não esqueça de dar seus likes. Conto com você! Obrigado.

As pedras

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O ódio e o desamor, a tristeza e o rancor; o não perdão, o culto a dor, o desfavor do pessimismo, o egoísmo e todo ismo malsão; Empedram, depredam, pesam um pesar sem razão; trancam o peito, endurecem a alma, petrificam o coração. Entre as pétreas inutilidades, à utilidade que se lhe dê; como naquele poema de Apon: distraído, tropeçar; se bruto, ferir; em prendedor, construir; infantil, brincar, cansado, descansar; poético, “Drummonizar; criativo, esculpir; humanizado, fazer a diferença em cada pedra. Escolher, acolher o melhor, transformar, transmultar; descarregar o peso, o contrapeso que não é para carregar; aliviar a alma e o coração, alforriar a beleza, a leveza do viver. Desempedrar. Se ainda não se inscreveu, inscreva-se em nosso canal Apon na arte do viver. , clique no sininho para escolher receber nossas notificações, ser avisado(a) dos vídeos novos. E não esqueça de dar seus likes. Conto com você! Obrigado.

Pelé, o mundo, a bola

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Como o mundo, a bola gira, rola nos pés de um menino; que dribla a pobreza, goleia o destino, faz-se majestade. Iluminado Edson, inspirado no inventor, se reinventou nesse Pelé; que para além de um nome, adjetivou o futebol. Salve rei! Que fez da bola um mundo, e do mundo da bola, a alegria de um povo. Hoje o Brasil chora sorrindo; Pelé está indo, deixa o campo dessa vida, mas no gramado do infinito, reforça a seleção do existir. Como o mundo, a bola gira, rola nos pés de seu eterno rei. Se ainda não se inscreveu, inscreva-se em nosso canal Apon na arte do viver. , clique no sininho para escolher receber nossas notificações, ser avisado(a) dos vídeos novos. E não esqueça de dar seus likes. Conto com você! Obrigado.

Cadê o novo?

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1 de janeiro: O passaredo canta loas, alvorar de novas boas, para quem, de boa, acordar o bem do bem, um novo bom de um bom ano novo; discernir entre preço e valor, ter e ser, pra que? Por que? Mas... Cadê o novo que devia estar aqui? O tempo comeu! Cadê o tempo? Se perdeu... Mas não se apoquente, apesar da gente; redonda, a Terra se ocupa em girar, não se preocupa com esquerdistas nem direitistas, conservadores ou progressistas; o diz que diz, o faz que faz, do que de quem; faz a sua parte, sem credo ou ideologia, a sua arte é girar, esperança sem esperar, avança! Faz o novo acontecer em cada estação, e sem senão, traz um calendário novo em cada translação; rotacionando o dia a dia, convida à poesia de se saber viver.

Ano novo, paralelas ao infinito

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Somos todos paralelas, juntas caminhando para o infinito, tangenciando o bem e o mal, o feio ou o bonito; o traço, o risco, rabisco do que de cada qual. Na geometria da vida, a lida risca o desiderato, arrisca o tempo; adversas sinuosidades, diversas curvas, múltiplos ângulos: agudos, obtusos, desafiando a perpendicularidade da ascenção. Na geometria plana do eu, nos embaraçamos nas linhas tortas, incertas ilusões. Na geometria espacial do nós, o desembaraçar, perceber, que um mais um, pode ser bem mais que dois. O novo não é obra do acaso, nem é dádiva do calendário; é o traçar do espaço-tempo, projeto do nosso querer. O novo não é novidadeiro, é herdeiro, do nosso bom ou mal fazer. Somos os desenhistas, engenheiros, arquitetos, projetistas do destino.

Artista de verdade

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Tem gente que se diz artista; se acha, mas vive da arte a se desachar. Artista de verdade, além do talento, carrega a simplicidade. Médium da inspiração, transpira para fazer a arte acontecer; luta, labuta, lida pra dar vida e a arte sim, nessa se achar. Artista de verdade, para além da vaidade, doa à arte devoção; instrumento da criatividade, cria a atividade, criação. Artista de verdade, reverencia a “Deusa” arte, faz dela o seu ofício; ungido por seu aparte, busca a essência acima do artifício.

Casamento, os dois girassóis

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Casamento é laço sem ser nó, o abraço de dois abraços, enlaço num amplexo só. É o nós calando o sós, sóis; enamorados, aliançados, luzido amor, que desdiz a matemática, a inexata ciência, de que um mais um dá sempre dois. É a cumplicidade de se querer, a poesia do destino a despetalar o mal-me quer, com todo bem querer, de quem todo bem se quer. Duas almas, duas calmas, duas palmas a se encontrar.

Natal, com ou sem... - XIII Interação Fraterna de Natal

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Noel, com ou sem; Jesus, esse sempre tem. Com ou sem presente, urgente acreditar. Empático, enfático bem querer. Nos laços dos abraços, para além do artifício, o crer num grande ofício, a fé de que tudo vai dar pé. A solidariedade que irmana, a fraternidade que proclama; hosanas ao redentor! Nasceu Jesus menino, benino Salvador. Ornados de paz os corações, o amor sem ter senões; com sinceridade, sem condições; amados e desarmados, animados pelo bem. O Divino Mestre a perguntar: Posso passar o Natal com você?

O bem e o mal

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O bem é o bem; o mal, intenta ser qualquer coisa. O bem, estreita laços; o mal, espreita os abraços. O bem é de verdade; o mal, todo trabalhado na falsidade. O bem é como chuva que fecunda; o mal, estiagem, aridez profunda. O bem reluz; o mal, ensombra, assombra, obscurece; furta luz. O bem se revela; o mal, dissimula. O bem vacina, o mal adoece; um ensina, o outro entorpece. O bem é fluxo constante, o mau, refluxo nauseante. O bem segue, vai em frente; o mal, paralisa, atravanca e persegue. O bem pensa; o mal, sonega, renega, se nega o pensar. O bem, independe de rótulo religioso; o mal, finge a religiosidade de quem enseja seduzir. O bem paira acima das ideologias; o mal, carece de uma para dividir, polarizar, embrutecer. O bem ama; o mal, arma e desalma.