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Mostrando postagens de abril, 2020

Hoje é dia de quê?


Formigas? E daí?! Eu sou Cigarra!

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...Não fiquem griladas, uma gripezinha, um resfriadinho atoa. Pior é o inverno chegar e o pau quebrar dentro do formigueiro por falta de comida. Cientista é tudo maluco e exagerado. Toma um pouquinho de desinfetante que resolve! Toca a vida abestadas! Nada de ficarem trancafiadas. Manda esse Grilo cricri, tomar cloroquina lá no Brasil! ... Antonio Pereira Apon. Numa floresta, lá pras bandas da Balbúrdia do Sul, uma doença ameaçava a vida das formigas. Tentando ajudar, o Dr. Grilo, propôs o isolamento social, colocar os formigueiros em quarentena. Mas, uma cigarra cantarolante, sem qualquer compromisso ou responsabilidade; desonesta e leviana, seduzia as formigas incautas, com uma espécie de “canto de sereia”, que as conduzia à morte. Dizia o Dr. Grilo: - Muitas formigas já morreram por toda a floresta, esse vírus é muito traiçoeiro e perigoso; não tem vacina, não tem remédio e a letalidade é alta. Os formigueiros que adotaram o confinamento, tiveram bons resultad...

Aniversariar, nascer do sol

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... evoco a lição do sol, que em cada entardecer, guarda a promessa de um amanhã, ratificando em cada fim, um começo, um recomeço pleno de possibilidades e afazeres. Portanto, aniversariar... Antonio Pereira Apon. A natureza é rica em exemplos e lições a serem assimiladas: dizendo e mostrando que tudo passa, o sol, entre alvoradas e crepúsculos, atesta, o passar das sombras da noite e mesmo em meio ao céu tempestuoso, a luz do sol atravessa as nuvens pra nos dar o recado da sua claridade. E durante muito tempo, sem a bússola e ou outros instrumentos mais avançados, as estrelas e ventos, as aves migratórias e outros eventos naturais, guiaram o navegar humano. Assim nos vai ensinando a natureza que, parafraseando Lavoisier, bem pode nos dizer: na vida, nada se perde, nada se cria; tudo se aprende.

O ponto de vista de cada um e o cada um do ponto de vista

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... nem tudo que parece é, pode haver a nossa “realidade”, a “realidade” do outro e a realidade propriamente dita. Ainda não conquistamos o discernimento para justamente julgar além da nossa ilha... Basicamente, podemos definir comunicação como a interação entre emissor e receptor. Mas, entre um e outro, a mensagem transmitida, sofre distorções e outros ruídos, como naquela brincadeira do “telefone sem fio”, muito usada em dinâmicas de grupo, onde a fala inicial, não raramente, chega no final alterada. Além disso, cada um percebe ou interpreta o que vê, sente ou ouve, de forma muito particular. Se pegarmos uma paisagem marinha e pedirmos que pessoas diferentes relatem o que sentem diante dela, certamente encontraremos respostas como: Tranquilidade, medo, paz, angústia, liberdade... O olhar de cada um, revelando visões diferentes de uma mesma paisagem. Entre o que queremos comunicar e o que comunicamos, existe uma série de “filtros”, dentre os quais, a percepção de cada indivíduo, at...

A língua da língua

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... A língua dá prazer e faz graça, por vezes desgraça a imprecar. É laço, é nó, é passarinho, traz rudeza ou faz carinho; é falsa ou sincera, realidade ou quimera, maiúscula fala muscular. É alma e corpo, é barco e porto, arco, arma, de onde a palavra dispara; para nunca mais voltar... Antonio Pereira Apon. A língua é porta, portão, muro, é ponte; transbordante, falante, é fonte. A língua é músculo, maiúsculo em falar; dita, fala, sussurra e grita, quieta, aqueta, mas, prima por inquietar. Prende e liberta, revela e acoberta, remedia, conserta… Porém, dana, quando quer desconsertar. Ela é prosa e poesia, concreta e fantasia, magia do verbalizar. Culta, inculta, a língua eleva e insulta, rebaixa e exulta; linguagem e linguajar. A língua ora ou faz corar, sagrada ou mundana, quem cala o seu falar? Não importa o idioma, o dialeto, se o doutor, o analfabeto; língua não foi feita pra calar. Não para, não tranca, não cala; tem momentos que acalma,...

A Verdade, uma fábula

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... como na lenda, a verdade é falseada em versões de faz de conta, fingimentos, dissimulações, fake news e mais. A verdade conectada com a realidade, essa não tem vez, não agrada e mete medo. E o pior, fora dos palácios, ela também escasseia e pouco apraz. Talvez por isso... Antonio Pereira Apon. Nesses tempos em que verdade, acusação, mentira… Ganham versões e aversões, onde disfarces e farsas, ganham maior legitimidade que a genuína verdade. Sobretudo na política, sem uma fantasia, a verdade não adentra os palácios, não circula entre os poderosos. Ela assusta, preocupa… O que diria a imprensa, as redes sociais, a opinião pública e publicada? Isso tudo me faz lembrar Malba Tahan, heterônimo do entre outras coisas, escritor e professor Júlio César de Melo e Sousa, que nos traz o Harun Al-Raschid, quinto califa abássida, que teria reinado entre 786 e 809, segundo a Wikipédia; época marcada pela prosperidade científica, cultural e religiosa no Islã. Foi o fundador ...

Poema ao vento

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... Vento que aproxima e que afasta, que perfuma e que devasta; se chega, achega, aparta, enlaça, abraça, hálito do aventurar. Vento que é tempo e venta, é calmaria é tormenta, é poesia, assoprar... Antonio Pereira Apon. Poético vento, venta, aventa tristezas e venturas; daqui perto, das lonjuras. Venta cantos e lamentos, tenta num sopro alentar. Leva odores, traz sabores, flores, cores versa o vento; risos, dores, se vão no vão silêncio. Versa o amor, a aventura, a desventura a ventar.

A dor da pedra humana

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... Indiferente, a dor, segue o desiderato de esculpir o homem novo; a contragosto da má vontade humana, ela vai lapidando a brutalidade ignorante, transformando em raridade a pedra mais vulgar... Antonio Pereira Apon. A dor é como o artista, que fere a pedra, para extrair, revelar a arte nela implícita. Desbasta, cinzela, esculpe… Com a bruta pedra humana, não é diferente. A dor, como a mão do escultor e suas ferramentas, vai retirando os excessos egoicos, aparando arestas comportamentais, desfazendo vícios e maus costumes, polindo a aspereza, aplanando o entendimento, ajeitando imperfeições arraigadas; talhando, entalhando transformações, modelando convicções, esculpindo a maturidade do ser... Como no ditado que diz: “Água mole em pedra dura, tanto bate até que fura”. As lágrimas, pouco a pouco vão penetrando a rigidez pétrea, esculpindo sulcos, tal qual as águas do rio, a transformar as pedras ribeirinhas. Certamente, se tivessem vontade e voz, elas, as pedras...

Não são bons, não são sãos

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... não tarda o desenganar. Flertar com a ditadura, exumar a vil tortura; os capitães do mato, incapazes capatazes, sangue a derramar. Carente de senhores, de tutela, a ignorância se revela; deixa a liberdade lhe furtar. Diz amém, baixa a cabeça, incontinente continência; bovina rês a ruminar obediência, segue o rito... Antonio Pereira Apon. Tiranos não são bons, tiranos não são sãos; por seus poderes vãos, vão-se todas as razões. Com a democracia morta, o arbítrio arromba a porta; pra calar quem não se cala, emudecer a divergente fala, a quem negue eco ao mal dizer. Brutalidade, em nome de Deus, é farsa, hipocrisia que disfarça, engana;

A rola e o mendigo

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Preste bastante atenção, para não cair nas arapucas da língua portuguesa. Palavras homônimas, homógrafas... Um perigo! Uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa. Não esqueça disso. Antonio Pereira Apon. Caprichosa, a língua portuguesa pode nos deixar em sérios apuros. Em caso de Palavras homônimas, aquelas que tem pronúncia igual ou muito parecida, mas com significados diferentes; se não prestarmos atenção, a armadilha é certa. Quando a Palavra é homógrafa, tudo escrito do mesmo jeitinho, aí então é que a cilada está pronta para deixar o sujeito sem jeito, na saia justa, na maior complicação: A enfermeira, uma bela moça de uns vinte e poucos anos, toda vestida de branco, sentou no banco da praça, sob a sombra refrescante de uma frondosa árvore. Do outro lado da avenida, Tião, um homem de meia idade em situação de rua, que perambulava por ali a pedir esmolas e conhecia aquela funcionária do posto de saúde, danou a gritar apontando para cima dela: - Óia a...

O Caipira a realidade e a tecnologia

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Morador de um remoto e pequenino vilarejo, menor que salário mínimo. Lá pras bandas de “Deus que acuda”, onde nem promessa de político consegue chegar. Após alguns dias na capital, retornou narrando suas percepções tecnológicas e realísticas: - “Cumpade. Fui fazê exame de prosta e astroporose na capitar qui o dotô mandô fazê com urgência. In tudo qui é lugá, tem um tar de computadô. Os home juntaro telivisão cummáquina de inscrevê e deu nesse trem que dá pra vê a vida dos otro numa tar de internetica. Uns outro, pegaro o computadô e butaro numa taubinha metida a besta e apelidaro de tabrete. Chamam isso de tecnicologia! E o povo dana a falá istrangero, é: Dolod, scrip, imeio, notbruque, feicebruque,iutubre... Mas fiquei invocado mermo foi quano infiaro o tabrete num telefone piquinininho que fala sem fio, diz qui é ismartofone. Lá na Cidade, eles colhe milho em saquinho, tira leite de caixa, faz chuvê água quente... Mas, o atendimento no tar do “SUSTO” não tem nada dessas modernidade...

Ladainha - III

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... Pelo malfeito de Dilma e Lula, pelo atual mal feitor e sua bula; pela saída do Mandetta, pelo desgoverno de veneta... Por quem diz ser o covid resfriado, pelo discurso transviado; pela baixa ingestão de fruta, por qualquer filho da... Antonio Pereira Apon. Por Nosso Senhor da goiabeira, por tanta produção de asneira; pela balbúrdia na educação, por tanta besteira e falação. Senhor, tende piedade de nós! Pelos, ditos, “homens de Deus”, por quem na fé garante os seus; por quem explora o fiel pagador, por quem banca o infiel pregador. Senhor, tende piedade de nós! Pelo bolsominion, o coxinha e o petralha, pelo povo que só se atrapalha; pela polarização nefasta, pela ignorância madrasta. Senhor, tende piedade de nós!

Preço e valor

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... Preço tem qualquer livro que se queira sagrado; valor, o sagrado impresso, guardado em nós. Preço tem o romance; valor, o amar. Preço tem o ter; valor, o ser. Preço tem o remédio, o tratamento; valor, é ter saúde pra gozar... Antonio Pereira Apon. Há quem diga: “todo mundo tem seu preço”! Quem tem preço, não tem valor, valor, qualifica; preço, intenta quantificar. Valor produz apreço, o que não se pode apreçar. Entre o valor e o preço, a aparência, um adereço; ter sem ser, fingir que é, sem nem estar. Ninguém é de ninguém; não é objeto, não tem dono; sabe e pode objetar! Coisas tem preço; gente, tem valor! Preço tem o papel, o lápis, a caneta; valor, a poesia do escrever. Preço tem a tinta , o pincel, a tela; valor, a beleza que revela a arte de pintar. Preço tem os instrumentos, partituras; valor, a melodia a tocar.

Sorriso e lágrima

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... Lava a alma, banha a calma, desaguar do coração. Irriga a tempestade passageira, se deixar, vai-se ligeira, no não ficar do que é vão. A essência ressurgida, acolhe a gleba revivida, florir sorriso, novo botão... Antonio Pereira Apon. Sorriso é nome que nomeia a flor, lágrima qual a chuva, dessedenta o chão, florir poesia, brotar canção. Lágrima, como chuva, passa. A terra que a ela abraça, faz resposta em floração.

Tudo passa. Vai passar!

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... Passa o que é breve, o que se atreve em retardar; passa ligeirinho, feito passarinho, passará! Passa a dor, a agrura, vai-se a desventura, esvai-se o que perdura em teu chorar... Antonio Pereira Apon. Segundo, minuto, hora, não tarda o agora; não fica, não demora, tudo que é do tempo traz a sina de passar. Tal qual passa a noite, passa a tempestade, o seu açoite; não se arvora a nuvem em não passar. Alvorado dia, passa a ser poesia, verso, passa a vida a declamar.

Mentira; novelo, novela

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... uma mentira puxando outra, e o fio da meada se vai; sem se dar conta, perde a ponta o desenrolar. Se a “mentira tem perna curta”, quem da verdade se furta, cai num nó que não desata, maltrata; termina paz a si furtar... Antonio Pereira Apon. A mentira é novelo, é novela, trama difícil desenovelar; O mentiroso se embaraça, se embaralha, drama que complica desembaraçar. Cilada que aperta, enrola,

Transformar o mal aparente em bem permanente, ou não!

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... Conhecermos o bem e o mal que coabitam em nós, é fundamental, para que não nos tornemos joguetes das situações, dos outros e do nosso próprio ego; para que nossas escolhas sejam mais racionais e menos passionais. Em se tratando de conduta humana, o bem e o mal, não são absolutos... Antonio Pereira Apon. A dualidade entre o bem e o mal, não é novidade, atormenta o ser humano, desde que esse se deu conta de si. A forma como, coletiva ou individualmente, lidamos com isso, é que faz toda a diferença. Circula na internet a “Fábula dos Dois Lobos”, atribuída aos índios Cherokee. Que conta: "Certo dia, um jovem índio cherokee chegou perto de seu avô para pedir um conselho. Momentos antes, um de seus amigos havia cometido uma injustiça contra o jovem e, tomado pela raiva, o índio resolveu buscar os sábios conselhos daquele ancião. O velho índio olhou fundo nos olhos de seu neto e disse: “Eu também, meu neto, às vezes, sinto grande ódio daqueles que cometem inj...

Luz e sombra

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... Alheios, indiferentes à obscurecida desumanidade embaraçada na trama escura das suas voluntárias atribulações. Dias e noites se intercalam. Alternam-se sol e lua, noticiando a luminosidade de cada momento, o coro silencioso das estrelas dando notas do infinito... Antonio Pereira Apon. Assombrada, alarmada; ensombrada pelas sombras de si mesma, a humanidade assusta-se ante a colheita de sua semeadura equivocada e desastrosa: O egoísmo, produz a mancheias; o orgulho transborda, a vaidade segrega, a ganância embrutece, o materialismo viraliza… Desencontrado de si mesmo, de Deus, do tempo e da vida, o homo, não tão sapiens, embriaga-se de medos e angústias, ao ver desvanecer a ilusão da toda poderosa supremacia do ter sobre o ser. O vírus da desilusão, transmuta a pandêmica arrogância, no pandemônio das incertezas. Conduzindo coercitivamente aos mais que necessários ajustes que libertem a civilização, das trevas da ignorância individualista, egocentrada e indiferen...

Vida. Quando a banda toca?

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... #FiqueEmCasa! Você e sua família, seus vizinhos e amigos, todos fazem parte da banda de todos nós, do espetáculo da vida, que seguirá quando esse recesso passar. Confie, persevere, tenha fé e esperança... Antonio Pereira Apon. A vida é como uma banda excepcional, eclética, que toca de um tudo em seu vasto repertório de possibilidades; sua versatilidade, não nega a seus músicos, a oportunidade de revelar seus talentos; sem preconceitos, ela toca do popular ao erudito, os mais diversos estilos que a diversidade humana possa comportar. Mas,nem todo dia é dia de festa, de baile, de espetáculo; há momentos em que as cortinas fecham, os holofotes se apagam, os palcos silenciam; não é hora de recital, festival, concerto, show… A pauta está fechada! Instante oportuno para descansar as vozes, resguardar os instrumentos, compor novas melodias, estudar novos arranjos, aperfeiçoar o repertório. Proteger, preservar a banda vida, ante a passageira dissonância que nos furta a...

Precisa de tinta para escanear?

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... como gosto de paráfrases, me inspiro em Shakespeare: Não existem mais coisas entre o cartucho e o scanner do que sonha... Antonio Pereira Apon . Não ria não. A coisa é séria! Parece até brincadeira, mas duas pessoas me perguntaram isso no mesmo dia. Uma pediu para a outra escanear uns documentos, pois a sua multifuncional estava “sem tinta”. Ingenuamente, perguntei se havia algum defeito além da falta de tinta, e a resposta: “ E pode escanear sem tinta? Eu pensava que tinha algum mecanismo que precisasse da tinta para aparecer a imagem no monitor”...

Viralizar o bem, fazer meme da esperança

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... Não se pré ocupe, ocupe-se! Viralize o que for bom e do bem, crie memes de esperança, siga a fé, compartilhe a confiança, curta o otimismo, dê muitos likes... Antonio Pereira Apon. Cuide e se cuide, #FiqueEmCasa! Afaste o vírus que mata, afague o viver, viva de cada instante o seu momento, esperance minutos e horas, permita-se degustar o tempo. Preocupação?

De que são feitas as horas

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... aproveite, crie, invente, se reinvente! Não reclame, não lamente; não perca vida, assistindo o tempo passar. Tudo passa... Antonio Pereira Apon. Quem foi que disse, que as horas são feitas de tempo? Elas são feitas de vida. E, cada um de seus segundos é o pulso do viver, o pulsar de Deus em cada um de nós. O tempo é uma abstração! A vida não; ela é a mais pura realidade. Não dê tanta importância ao tempo que passa, ele é feito pra passar! A vida é que não pode passar sem ser vivida. Ela é a grande dádiva que, quando “finda”, não acaba, infinda! Transcende ao tempo e a si mesma, é feita do fluido da eternidade, assim são as horas. Portanto, viva. Enquanto tudo passa.

O Brasil não precisa repetir os erros dos outros

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... é melhor prestar bastante atenção, para não repetir erros já conhecidos, e portanto, evitáveis. Valentia, falação e achismos podem ser desastrosos; ante um inimigo voraz, sabedoria, é aprender com os fracassos alheios. Só os insanos empacam, deliberadamente insistem em errar. São como... Antonio Pereira Apon. Diante do vírus, o tolo e criminoso dilema entre vida e economia, ameaça repetir aqui, erros cometidos pela Itália, Espanha, Estados Unidos… Preservar vidas é sim, preservar a economia e o contrário é a grande estupidez que vem espalhando incalculáveis prejuízos pelo mundo. Aprender com os erros alheios, denota inteligência e real sabedoria; bravatas, ganância, egoísmo e teimosia, denunciam letal ignorância, desumanidade, incompetência… Ante o perigo devastador da pandemia; precisamos aprender com o infortúnio alheio. Como na seguinte fábula, atribuída à Esopo: