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Mostrando postagens de abril, 2024

Hoje é dia de quê?


Beijoca, Joca

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Descaso, pouco caso; acaso, não! Joca, antes da hora, atravessou a ponte do arco-íris, foi para o céu dos cachorros, qual conta a lenda. Que se aprenda... Joca poca, pipoca em manchetes tristes, não resiste; tanta omissão, descaso… Acaso, não! Pouco caso. Por descuido, extraviado; descuidado, Joca morreu.

A arte do trabalho e o trabalho da arte - Uma reflexão no dia do trabalho

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A cigarra e a formiga. Esopo, La Fontaine; é trabalhar pra viver ou viver pra trabalhar? Arte não é trabalho? Formiga, trabalho análogo à escravidão? Transpiração com inspiração, é melhor, aplaca a chateação. Esopo, La Fontaine que me perdoem; viva a cigarra e sua canção, carecemos de arte além de pão: rimar lida com vida, revela da formiga a triste sina, trabalho análogo à escravidão. Viver pra trabalhar ou trabalhar pra viver; Quem diz que arte não é trabalho, confunde alho com bugalho, sobrevive sem viver. Sem música pra tocar o dia, sem ritmo nem harmonia, sem poesia, sem vida pra viver; títeres num teatro de fantoches, dançando sem saber o que. Vida de artista não é moleza, dureza compor a arte do viver, desadestrar da ignorância, destreinar a intolerância, libertar. Estranha seria a rotina, sem melodias nem cores, sem dança nem estética; antiética, uma patética imposição. E a pergunta não cala: Viver pra trabalhar ou trabalhar pra viver? Transpiração com inspiração, rimar l...

Aniversário, escrita do tempo

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Oportunidade; reavivarmos nosso status de autores e protagonistas na resenha do tempo, assenhoreados da brevidade que eterniza, almas transbordantes de infinito, na finitude da presente escrita. Chega mais um aniversário e nossa reflexão anual rebuliça no íntimo, querendo se explicitar. A vida segue sem solução de continuidade na didática do calendário. Um aniversário nos faz lembrar seus ônus e bônus: quantitativamente um ano a mais, é um ano a menos; envelhecemos. Qualitativamente, mais um ano, é um ano a mais; amadurecemos, crescemos, aprendemos… Assim nessa toada, vamos escrevendo e sendo escritos, influenciando e sendo influenciados; vivendo, convivêndo, por vezes reescrevendo o tão indeterminado determinismo do destino que borboleteia no curso das primavera, espécie de sansara dos aniversariares. O tempo é a tinta e o papel dessa escrita, pra gente riscar, rabiscar, arriscar ser ou não ser, ter ou não ter. Muitas vezes tardamos manietados, encabrestados por circunstâncias;...

Tia Nina

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O sem-fim que se escreve aqui: viver primaveras, aproveitar verões, aprender outonos, atravessar invernos; compreender a dádiva dos cabelos enevados. A vida, só eneva os cabelos de quem viveu muitas primaveras, aproveitou cada verão; com os outonos, aprendeu a atravessar todos os invernos para até depois daqui. Viver é assim: vamos semeando livremente nossos quereres, mas, compulsoriamente, colhemos a precisão de nossas necessidades. Nós, seres espirituais, vivendo essa viagem material, onde tudo passa. E como a senhora gosta de dizer: “ Só não passa uva passa”. As lágrimas que orvalham esses versos, são gotas de emoção, pingos de um bem querer, aninho do coração; uma oração. Como disse Jesus: “ O espírito quer, mas a carne é fraca”. Rende tributo ao tempo, sede à fadiga, se aclimata ao cansaço; A memória falha, já não é a mesma; os passos num novo compasso, já não se afobam na pressa dos dias; nossa maravilhosa máquina física, já reclama maiores cuidados, reparos, manutenção...

Assistência de voz no reconhecimento facial do Portal Gov.br, biometria com acessibilidade

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“A transformação digital só será plena quando todos os brasileiros tiverem acesso às facilidades do..." Cada vez mais presente em aplicativos de banco, compras e outros, o login por meie do reconhecimento facial, tem se convertido num grande transtorno para os deficientes visuais que na maioria dos casos, tem sua autonomia sequestrada por sistemas de identificação, pouco ou nada acessíveis. Numa iniciativa de real inclusão digital, o processo de reconhecimento facial do portal Gov.br ganhou maior acessibilidade graças a assistência de voz incluída pelo Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro). O que permite que pessoas cegas possam realizar a autenticação exigida para aumentar o nível da conta para ouro.

Ser ou não ser... Seu mestre mandou dizer...

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Esquerda, direita; progressista, conservador. E daí? Ideologia é a religião dos interesses; reducionismo besta, doutrinar quem se presta a encabrestar, não pensa pela própria cabeça, prefere por outra se deixar levar. Tem quem se diga de esquerda, quem afirme-se de direita; um se revela progressista, outro apresenta-se conservador. E daí?! Numa real democracia; ninguém é todo isso, nem somente aquilo. Em termos humanos, o absoluto é sempre relativo. Ideologia é a religião dos interesses; reducionismo besta, pra doutrinar quem se presta a encabrestar; quem delira por ditadura, carece de tutela militar; quem não pensa pela própria cabeça, prefere por outra se deixar levar. O padre de araque, o infiel pastor; o político enganador, de ilusões o vendilhão, o negacionista espertalhão; o treteiro, o aventureiro, o chegado à enganação. Depois, quando chega a suprema agonia, intenta o golpe; quer dizer que não sabia.

Mito da depressão, sequestro da alma

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Por mais dorido e atormentado que seja o processo do retorno das trevas para a luz, da morte para a vida; é a ascensão de Perséfone ao encontro de sua mãe, saída do estado depressivo. Sendo o mesmo, o mundo afigura-se outro na perspectiva de quem aprendeu e conseguiu resgatar-se. A mitologia costuma dar recados da alma humana, sua inter-relação material e espiritual; quedas e soerguimentos em sua caminhada existencial. Os gregos denominavam de katábasis qualquer forma de descida, assim, nas diversas mitologias, essa catábase, remete à descida ao mundo inferior, inferno, submundo ou mundo dos mortos. Em escritos e escrituras, muitos desceram às profundezas: Orfeu, Odisseu, Aquiles, Eneias, Dante, (Divina Comédia). Sem esquecer Jesus, que desce ao mundo dos mortos, sem tardar em sua anábase, que é o retorno, saída das zonas inferiores, do contrário, haveria morte, não uma catábase.

Até quando? Rumores de guerra, humores de paz

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mito e sacro, dolosa mistura, rivaliza os irmãos em Abraão; filhos de Isaque e Ismael. Herança de tanto mal querer. O mundo abisma; rumina rumores de guerra, anseia humores de paz. Rumores de guerra, humores de paz; mitológico e sagrado, dolosamente misturados, customizados para rivalizar os irmãos em Abraão; filhos de Isaque e Ismael. Mefisto consórcio de política e religião. Pretensos escolhidos de um lado e do outro, apocalípticos senhores; extremados e extremistas, direitistas, desendireitando o suposto sagrado de qualquer escrita. Sanha de beligerantes, oprimindo os brandos e pacíficos. O “Senhor dos exércitos”, posto acima do Deus de amor; hipocrisia ratificando a profecia de Isaías; o Senhor, Senhor!, as honras de lábios, os sepulcros caiados… Até quando? Até quando, o lucro do mal em prejuízo do bem, a geopolítica dos interesses indisfarçáveis, inconfessáveis… O Holocausto de milhões, das dezenas e centenas, multiplicou-se em milhares de milhares.

Amor de mãe é diferente

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Relativo não, amor de mãe é absoluto! Capaz de enxergar seu bebê no filho já barbado, ela acolhe, perdoa, ama com seu quinhão de Deus, sublima o bem com seu dom da vida. Tudo pode ser relativo, amor de mãe não; é absoluto! Resiliente e persistente, intransigente; insiste, persiste, jamais desiste. Para ela; não tem tempo, nem mesmo filho ruim. Mãe é uma força do bem. É um tanto de Deus; ama, perdoa, acolhe, consola e socorre. Por vezes, briga e reclama, implica, vez por outra, até castiga. Mas é o amor que faz toda diferença. Enxerga seu bebê no marmanjão barbado, o faz tutelado a não mais poder. Indaga e assunta, sempre em riste um conselho, o meter o bedelho; pedir permissão?

Dinheiro pode comprar muita coisa. Não tudo!

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Pode comprar a presença física de alguém. Mas, alma e coração, não costumam compor esse tipo de relação. Pode conseguir sexo de qualquer jeito. Mas nenhum jeito de amor. Pode adquirir uma obra de arte. Mas não a arte da obra. Pode proporcionar uma magnífica residência, com tudo do bom e do melhor. Mas lar, não é trabalho de engenheiro, arquiteto, decorador, paisagista...

Botão, imagem, link para abrir postagem aleatória, randômica, sorteada em seu Blogger. Um script que já é!

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Gadget abre uma postagem aleatória; de todo o blog ou de um marcador, antigas e novas. Cada clique, uma nova leitura, releitura para seus visitantes. Já a muito tempo, vinha procurando um script para exibir postagens aleatórias, como um que eu usava aqui e parou de funcionar. Agora, encontrei esse widget simples de implementar, que adaptei e compartilho com vocês. Primeiro, adicione um gadget HTML/JAVASCRIPT. Vá em Layout no painel de controle do seu blog. Na área onde deseja exibir a funcionalidade, clique em Adicionar Gadget. Escolha: HTML/JavaScript. Copie abaixo o código desejado e cole no referido Gadget. Salve e pronto. Com esse primeiro script, seu link abre um post aleatório vasculhando todo o blog. <div id="myLuckyPost"></div> <span id="preserve0494d138efe349cc96867b72108cbb45" class="wlWriterPreserve"><script type="text/javascript"> function showLucky(root){ var feed = root.feed; var entries = fee...

Vista a camisa!

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Estampe um sorriso, imprima esperança, borde sonhos, caseie, alinhave, costure, bote fé... Vista a arte da vida e do viver. Acredite! Vista a camisa! Vista a camisa do viver, ponha nela uma estampa de esperança, confiança em poder vencer. Pinta um sorriso colorido, bem florido bem-me-quer; borda com a linha da fé e num caprichado caseado, contorna a sublimada inspiração; impressa na malha do destino, tecido do tempo, trama da lida. Veste a vida!

#TIM, ultra apagão. Cinco dias (108 horas) sem internet. Pode #Anatel?

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Seria o caso de a Anatel estipular um prazo para restabelecimento do serviço. Não acontecendo, a empresa teria que oferecer uma alternativa para seus usuários: um chip de acesso a internet, um dispositivo móvel de conexão… Nesses tempos em que a internet se firma como serviço essencial, é inaceitável que clientes da TIM Ultrafibra, fiquem cinco dias sem internet, com a empresa limitando-se a protocolos enrolatórios e nenhuma alternativa para minimizar os transtornos. Do amanhecer do dia 05 até o meio-dia do dia 09 de abril, foi o que aconteceu com moradores do bairro da Liberdade em Salvador.

Não dá para voltar a "fita"

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Vagam entre saudades e desenganos, esmaecidas lembranças de um tempo que se foi: Ditos e feitos, sorrisos e ais, escolhas... Não dá para "rebobinar a fita", como num velho VHS ou Beta Max.

Acróstico do dia das Mães

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S ereno poema humano, e ncanto maternal, g era, floresce, frutifica; u ngido amor, n atural, d ivinal, o nipresente doação. d edicada e delicada flor, o dor do mais puro bem querer; m anifesta emoção, i ncondicional razão, n atureza toda feita mulher; g uardiã da vida, o de à perpetuação. d ia das Mães, e sse e todos os demais. m ães de todos os dias, a temporais desvelos; i nspiração e magia, o níricos vínculos. (Postado aqui em 09 de maio de 2013). Leia outras de nossas postagens sobre Mães: Leia outros de nossos acrósticos:

Perfume de Mãe

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Mãe é todo apreço, Amor sem preço que faz a vida florir. Luzir de um sorriso, Quintessência do sentir Fazer da lágrima o orvalho e do espinho a flor .. Encontrar na fraqueza a força, descobrir poesia na dor. Sublimar na lida o perfume, Alquímica rosa, singular odor. Dia das Mães , Mães de todos os dias... Do carinho e do alento, Afrontar qualquer tormento, Para o existir desabrochar. Perfume de Mãe, extrato da lida, fragrância da vida, Que Deus perfumou Postado aqui em 01 de maio de 2011. Leia outras de nossas postagens sobre Mães:

Ser mãe. "audaciosamente indo onde nenhum amor jamais esteve”

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Mãe é uma opção de amor: Incondicional, transcendente; um contrato sem destrato, trato por toda essa vida; ubíqua, onipresente dedicação, devoção desmedida. Um dar de si sem fim. Assim como “o Verbo fez-se carne e habitou entre nós”, o amor fez-se mãe e a todos fez.

Lagarta ou borboleta? Rastejar ou voar?

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Lição de transformação, resiliência; convite à superação dos rastejantes condicionamentos, ruptura do casulo do ego, libertando o self para o voo consciencial. Ovo, lagarta, crisálida e enfim, a borboleta, que na “magia” da sua metamorfose, nos oferece uma poética analogia com o crescimento humano. Na mitologia grega, Psiquê ou Psique personifica a alma, que se transforma ante as adversidades da vida e do viver, preparando-se para seu esplendor. Comumente, a divindade é representada como uma donzela com asas de borboleta, aludindo a Psiquê, como a borboleta metamorfoseada, ressignificada ante a rastejante lagarta; voeja nos ares imprimindo aos dias um que de primavera. Muitos filósofos tratam a alma como um sopro,remetendo à visão Platônica e Aristotélica acerca dela, a Psiquê dos antigos poetas, versando o mito; sua construção do autoconhecimento, transformação e sublimação por meio do amar.