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Hoje é dia de quê?


Essa coisa da coisa

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Que coisa! Isso de “coisar” tudo. O que não se sabe, o que se esqueceu, o que se quer saber, o achado e o perdido, o sujeito oculto, o ignorado, o indevidamente indefinido...

Pessoas, letras e números

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Observando termos de pesquisa que geraram visitas para o A arte da vida. Chamou-me a atenção: "Pessoas são letras, não números...” Descobri tratar-se de um fragmento do filme: “Tão Forte e Tão Perto (Extremely Loud and Incredibly Close)” de Stephen Daldry. Adaptação do livro de Jonathan Safran Foer. A frase completa: "Pessoas são letras, não números, querem virar histórias. E histórias precisam ser compartilhadas”. Em se tratando de humanidade. Números são inumanos, impessoais, guardam uma inexata exatidão que se presta às conveniências de estatísticas e à dissimulação de índices. Números apenas quantificam! Letras. Letras qualificam, conceituam, consubstanciam! Letras formam palavras , palavras dialogam, comunicam, humanizam! Números contam coisas, letras narram histórias, histórias que falam de pessoas e pessoas não são números ! Números tratam de aritmética, finança, especulação, mercado... Letras cuidam de sentimento, pensamento, vida...

Biografia

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Nossa real biografia é o Tempo quem escreve. Por mais longa que pareça, a vida é sempre breve. Desperdiçamos tanto ser, buscando ter. Mas ter sem ser, é apenas parecer. Parecemos tanta coisa... Nos fazemos nada, além da aparência. Caricaturas sem alma, personagens sem essência.

Dia da poesia

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Não cabe num calendário inteiro, que dirá num só dia , que galopa breve e ligeiro. Como um átimo conter o infinito? O que é silêncio e toda melodia? O que transcende ao feio e o bonito? O que não cabe num: "Dia da poesia".

A poesia nossa de todo dia

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14 de março é o dia nacional da poesia (31 de outubro também), 21 de março é o dia mundial da poesia. Todo dia é dia de poetizar, poetificar, versar... A poesia que me despe a alma, veste meu sentir e minha razão; é como o alvor de cada dia, não atrasa, não adia... Descobre em tudo inspiração! Com a linha da palavra, tece em versos: A rotina e o que foge dela, a paisagem e a janela; a chuva que inunda, estiagem, seca mais profunda; o frio e o calor, a pedra , a flor, morte e vida, descanso e lida. O pretérito, porvir, Parar, seguir...

Endereço da paz

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...Paz que mora no planeta do coração, país do amor, estado da razão, cidade da amizade, bairro do bem querer... Precisamos de paz. Não a paz de artificio dos tratados, dos concílios; mas da paz que está acima das fronteiras, que não ostenta bandeiras, tem idioma universal.

Até algum dia! ...

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Vivemos na Terra em um corpo mortal, mas somos espíritos imortais, seres imateriais. Nosso corpo físico é um veículo, um meio, uma ferramenta que nos permite interagir com a vida material. Contudo, a maravilhosa máquina que é o nosso corpo, se desgasta, cansa e para. Chega a hora de retornarmos à nossa essência, revivermos a verdadeira vida na dimensão espiritual.

Cidade poema

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O sol que se põe, põe poesia no olhar de quem contempla o mar, o lume dourado das ondas que pouco a pouco cede à prata de um novo luar. Sereno na noite serena, carinha a Bahia morena ,

A vida a olho nu

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Há quem queira ver a vida, como quem olha por um caleidoscópio e seus coloridos, outros desejam congelar o olhar naquela foto, naquele cromo semitransparente dentro do seu velho monóculo. Existem os que buscam a vista de microscópios, lupas, telescópios, binóculos... Ainda temos as almas míopes, hipermetropes e seus óculos, os óculos excessivamente escuros, os antiquados monitores monocromáticos... Mas o viver e entender verdadeiramente o estar aqui, é uma paisagem a olho nu.

Onde está a esperança

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No futuro que hoje construímos (ou ajudamos a desconstruir), encontraremos a esperança realizada. Ou não. No real cuidar da infância, na justa justiça, no educar a ignorância. No lucro sem usura, na política sem dolo, no estímulo à cultura. No respeito à diversidade, no voto consciente, na arte de qualidade. na lei feita para “pegar”, na fé que não cega,

O "Autor desconhecido"

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Célebre eufemismo, usurpador anonimato, ideológica falsidade. Onipresente ausência da verdade, deslealdade com o real autor: Ignorado, desrespeitado, esquecido, destratado... Autor desconhecido??? Alterego do desconhecimento, de quem não sabe ou não procurou saber! Citar o afamado desconhecido, Pode revelar culposa ou dolosa ignorância; dar crédito a uma incógnita, a um X fora de questão, anomalia, inequação. É GENI sem Chico, uma pedra sem Drummond, outra pedra sem Apon .

Cadê a folia que estava aqui? A realidade comeu!

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Finda em cinzas a ilusão, a realidade despe a fantasia. Dissipa-se a miragem, desperta a paisagem do dia-a-dia. Quarta, quaresma, desilusão. O cotidiano, pisoteia as máscaras no chão, varre confete, alegoria, serpentina...

A pressa se foi

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Pressa. Distorção do tempo, que nos joga na ciranda louca da vida. Apreçar, apressar que nos furta de nós, dos outros, do que tem real valor. O tempo passou depressa, a pressa, com ele se foi. Da agenda lotada, do calendário corrido, da ambição desmedida... Restaram os sorrisos não sorridos, os abraços não dados, as palavras engasgadas, as amizades não cuidadas... Ficaram as férias sempre adiadas, a carência de ócio, o inadiável negócio, o substituto para o “insubstituível”...

Seca, eterna seca

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Segue triste o velho Chico. Maltratado, esquecido... A transposição? Nem transpôs a eleição! Logo o mal eleito, esqueceu do povo o pleito. Só miragem pro sertão. A quem serve tal mutreta? Ao fim eleitoreiro? Ao enricar do empreiteiro? Desdenhosa embromação. ... No meretrício da política, ideológica prostituta, rende a poucos o prazer.

Essência e Coleção Graziela ganham uma nova edição

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O ano começa com uma regressão no tempo, uma viagem ao passado, resgatando dois livros da década de 90. Assim, publicamos a segunda edição de Essência e da Coleção Graziela. Ambas em dois formatos: Impresso e Ebook. Visite nossa página no Clube de autores . Compre aqui! Esse livro propõe uma incursão na alma humana, garimpando sentimentos e emoções, revelando-os em versos que retratam o homem moderno em sua incansável procura de si mesmo; seu contexto social, político e cultural em um mundo em transição. Depois de 14 anos, atendendo a pedidos, estamos republicando Essência. Nessa segunda edição, incluímos o subtítulo: O livro do poema: A pedra. O distraído nela tropeçou... Numa referência ao nosso poema integrante dessa publicação, que, absurdamente, tem aparecido na internet com o nome de autores famosos: Fernando Pessoa, Renato Russo, Chaplin... Ou plagiadores . No endereço: (http://aponarte.com.br/apedra), o amigo leitor encontra todos o...

Talita

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Talita era uma menina que tinha tudo o que queria; se saía um brinquedo novo Talita ganhava; computador, vídeo game, bicicleta tudo o que o dinheiro podia comprar era dela. Mas Talita vivia triste pois não tinha amigos e em casa seus pais não tinham tempo de brincar ou conversar com ela. Na escola, até que os coleguinhas tentavam fazer amizade mas Talita achava que ninguém sabia mais do que ela, que ninguém era mais bela ou mais esperta e rica do que ela porque ela se achava melhor do que todo mundo e todos tinham que fazer a sua vontade. Uma noite quando Talita triste olhava o céu uma estrela veio conversar com ela: - Talita porque você está tão triste? - É que eu não tenho ninguém para brincar comigo. - E os seus coleguinhas? - Aqueles chatos, burros, pobres e feios? Não tem nenhum que sirva para brincar comigo. - Que coisa feia Talita, todos nós fomos criados por Deus para vivermos juntos, um ajudando os outros, todos temos defeitos mais também temos virtudes e ninguém pod...

Coleção Graziela. Contos para crianças de 06 a mais de 60 anos

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Um bom livro para ler e ou presentear: Compre aqui! Aqui, pais e professores encontram uma forma prazerosa e divertida, de abordar temas como: Cidadania, comportamento, respeito ao outro e à natureza... Em sete contos, compondo um jogo de arte e educação, onde lúdica e naturalmente aos pequeninos são apresentados conceitos de: Ecologia, solidariedade, diversidade, coletividade, tempo, responsabilidade, motivação, interatividade, participação... Textos que parecem se renovar a cada dia, conservando impressionante atualidade e sintonia. Espero que gostem. Você pode fazer seu pedido no site da editora, clicando ao lado, na imagem da capa do livro (Se ainda não for cadastrado no Site e no Pagamento digital. Durante a compra, poderá fazê-lo. Se já tiver cadastro, bastará fazer o logim). Pagamento por boleto bancário ou cartão de crédito. Visite nossa página no Clube de autores .

Essência. O livro do poema: A pedra. O distraido nela tropeçou...

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Um bom livro para ler e ou presentear: Compre aqui! Esse livro propõe uma incursão na alma humana, garimpando sentimentos e emoções, revelando-os em versos que retratam o homem moderno em sua incansável procura de si mesmo; seu contexto social, político e cultural em um mundo em transição. Depois de 14 anos, atendendo a pedidos, estamos republicando Essência. Nessa segunda edição, incluímos o subtítulo: O livro do poema: A pedra. O distraído nela tropeçou... Numa referência ao nosso poema integrante dessa publicação, que, absurdamente, tem aparecido na internet com o nome de autores famosos: Fernando Pessoa, Renato Russo, Chaplin... Ou plagiadores. No endereço: (http://aponarte.com.br/apedra), o amigo leitor encontra todos os esclarecimentos, inclusive algumas das formas de como o plágio tem se apresentado. Você pode fazer seu pedido no site da editora, clicando ao lado, na imagem da capa do livro (Se ainda não for cadastrado no Site e no Pagamento digital. Durante a com...